Cafezinho 2 minutos: Posse de Bolsonaro e alegações finais contra Lula

REUTERS/Ricardo Moraes

As boas notícias do debate da Globo

Por Pedro Breier

05 de outubro de 2018 : 01h22

O debate da Globo, o último antes do primeiro turno da eleição, foi bom para o campo popular.

A começar pela fala espetacular de Boulos detonando a ditadura militar. Assertiva e emocionante.

Haddad, alvo natural dos adversários pelo seu segundo lugar nas pesquisas, defendeu-se dos ataques com qualidade e veemência.

Ciro começou o debate um pouco enrolado, citando dados demais, mas depois deslanchou, tornando-se, para este que vos escreve, o destaque positivo da noite.

Foi, de longe, quem bateu mais vezes e mais duro em Bolsonaro, especialmente por sua ausência no debate. A fala final de Ciro foi, estrategicamente falando, certeira: citar que ganha tanto de Bolsonaro quanto de Haddad nas simulções de segundo turno pode atrair eleitores de ambos (os antipetistas e os antibolsonaristas), além dos indecisos.

Meirelles e Alckmin continuam com seu carisma negativo. Marina segue com sua indignação um tanto quanto vazia. Álvaro Dias foi a sensação cômica do debate, por parecer não estar sóbrio e por repetir à exaustão a cantilena sobre corrupção e Lava Jato. Nenhum dos quatro parece ter chance de protagonizar uma arrancada final.

A mudança mais plausível em relação às pesquisas seria uma aproximação da votação de Ciro com a de Haddad, embolando a vaga da esquerda no segundo turno. O bom desempenho do pedetista no debate pode reforçar o movimento de declarações de voto em Ciro visto, nos últimos dias, nas redes sociais.

Outro ponto positivo da noite, para o campo democrático, foi a ausência de Bolsonaro. A entrevista concedida pelo candidato à Record, no mesmo horário, reforça a impressão – verdadeira – de que ele fugiu do debate com os adversários.

Comparecer ao debate também traria, muito provavelmente, danos à candidatura de Bolsonaro, considerando a sua notória dificuldade de fazer raciocínios simples e de argumentar coerentemente, além das recentes declarações  contra os trabalhadores de Mourão, seu vice.

Se a conjuntura está um tanto desesperadora, ao menos temos o consolo de o candidato da direita ser tão ruim, mas tão ruim que sua melhor estratégia possível para os debates é simplesmente não comparecer.

 

Pedro Breier

Pedro Breier, colunista d'O Cafezinho, é formado em direito mas gosta mesmo é de jornalismo. Nasceu no Rio Grande do Sul e hoje vive em São Paulo.

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50 comentários

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Guimarães Roberto

05 de outubro de 2018 às 21h12

Se todas as mulheres e os homens negros não votarem no Bozo ele não passa para o segundo turno. Isso talvez seja mais importante que escolher um candidato progressista.

Responder

Jandui Tupinambás

05 de outubro de 2018 às 16h35

Parabéns para os candidatos progressistas!!

Se mostraram unidos antes mesmo dos resultados do primeiro turno.

Segundo turno, se acontecer, será uma história totalmente diferente: Bolsonaro terá que saír da toca.

Como disse Hildgard Angel: Lula fala então ganha. Bolsonaro fala então perde.

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Capanema

05 de outubro de 2018 às 10h18

A melhor foi o Meirelles para o Boulos

Henrique Meirelles diz que, com ele, “é trabalho em primeiro lugar”.

“Sei que isso pode parecer estranho para você.”

Responder

    Adam Smith Comuna

    05 de outubro de 2018 às 10h45

    Boulos é professor na USP.

    – Alckmin nunca esteve fora da política.
    – Amoedo vive de investimento de renda fixa com taxas garantidas pelo governo.
    – Bolsonaro 20 anos na política sem nada para apresentar.

    Responder

      maria do carmo

      05 de outubro de 2018 às 12h54

      Prezado Adam Smith Comuna Bolsonaro 28 anos na politica com dois projetos ( apenas dois projetos ) rrelevantes sendo que um nao foi regulamentado, sendo que levou tres filhos e duas ex-mulhres para a politica!A mamata e boa, nao podemos nos esquecer que foi expulso do exercito por terrorismo, fugiu do debate por incopetencia de dialogo.

      Responder

      Serg1o Se7e

      05 de outubro de 2018 às 13h46

      Talvez você queira dizer que o Bozo nunca teve um projeto aprovado, certo?
      Porque nesses mais de 20 anos foram mais de 600 projetos apresentados (inclusive de inclusão ‘racial’ e feminina).
      É só parar de repetir como papagaio as fakes news que lhe dizem e pesquisar no site da câmara ou qualquer outro que já tenha feito essa pesquisa.
      Infelizmente não só para ele, mas para a maioria lá, projetos são muito mais barrados do que aprovados. Daí é fácil falar “não fez nada”.

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        Adam Smith Comuna

        05 de outubro de 2018 às 17h49

        De quantas CPIs ele participou em 28 anos? Eu só me lembro de uma no primeiro mandato Lula.

        Quantas denuncias de corrupção ou improbidade ele fez ou protocolou? Não sei de nenhuma.

        Responder

Darcy Ribeiro da Cruz

05 de outubro de 2018 às 10h06

É de Hildgard Angel a frase definitiva: não deixam Lula falar, porque se não ele ganha; não deixam Bolsonaro falar, porque se não ele perde.

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Cunha e Silva

05 de outubro de 2018 às 10h01

……….Ambas emissoras tem um desafeto comum que “prega” contra o protagonismo dos meus de comunicações no país , concentração e monopólio . O que essas empresas buscam é exatamente o contrário . Então qual seria a melhor opção , ambos os grupos serem fragmentados por leis que evitassem o monopólio , dando moldes mais civilizados e modernos de comunicação em massa que existem em outros países e bem regulamentados evitando que esses grupos intervenham e interfiram em decisões do estado . A saída dos grupos brasileiros de comunicação foi o do oligopólio ( ante uma pulverização da receita e de poder ) , “para ficar cá entre nós “. Tal qual a tabelinha Fux e Toffoli , desta vez quem “ matou no peito foi Edir Macedo .

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Antonio Passos

05 de outubro de 2018 às 09h43

Realmente houve momentos de lavar a alma. Ciro no cômputo geral foi o melhor. Boulos e Haddad com grandes momentos. Mas sinceramente, a coisa tá tão esquisita, que houve um momento em que tive a impressão de que os ataques a Bolsonaro, poderiam transformá-lo numa espécie de vítima “dos políticos”.

Responder

Alexandre Neres

05 de outubro de 2018 às 09h42

A análise do Pedro é boa. Só precisamos separar a parte que é análise da parte que é torcida. É fácil fazer isso.

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    Jessé Oliveira Guimarães

    05 de outubro de 2018 às 17h47

    Ninguém que escreve aqui é totalmente neutro. Isto é normal. Todos temos candidatos. Realmente a fala do Boulos emocionou muita gente, e foi aplaudida merecidamente.

    Responder

Fabio

05 de outubro de 2018 às 09h40

Sou Haddad e o mais importante é no segundo turno a união dos democratas contra o fascista Bolsonaro.

Responder

Eder

05 de outubro de 2018 às 09h23

Vi o debate e posso dizer que o Alckimin e o Meirelles foram esmagados por apostar nas reformas antipovo do Temer. Dizer que a reforma trabalhista não tira direitos dos trabalhadores é uma baita de uma mentira. São 2 candidatos muito ruins, não tem propostas, não tem o que mostrar. Alckimin chegou a dizer que vai privatizar geral e com isso iria gerar empregos, será ?
Bolsonaro não pode ir no debate, mas pode fazer um monólogo na tv Record. Não quer debater, não quer ser questionado. Quem responde por Bolsonaro são Paulo Guedes e gen. Mourão. Não tem nenhuma experiência administrativa e quem vai administrar será o Paulo Guedes. Além disso bolsonaro é racista, ou seja, não fará nada pelo povo negro do brasil e nem pelas mulheres já que é imbuído com muitas idéias machistas, não gosta tb de homossexuais, esse é o bolsonaro.
Os outros candidatos foram bem. Haddad acabou com o Alckimin e com o Álvaro Dias o qual é um candidato digno da chacota do povo. Nada mais é que um ajudante do Alckimin.
É muito 2 ou 3 contra 1 e nada de propostas concretas, esses debates são chatos.

Responder

CezarR

05 de outubro de 2018 às 09h19

Sou Ciro e pra mim ele sempre não vai bem nos debates. Talvez porque já assisti zilhões de palestras dele e ele é muito superior nessas palestras. Também não o chamam para debater, parece-me que todos tem medo dele. Ainda assim, me surpreendo com gente como o Noblat e Kennedy Alencar sempre dizendo que ele foi o melhor. Haddad também foi bem, mas no quesito defesa. Se defendeu muito bem da enxurrada de ataques, mas não está em posição de apenas se defender, deveria atacar.

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    André Romero

    05 de outubro de 2018 às 13h26

    CezaR, meu amigo, quem pode ir bem num modelo capado de perguntas e respostas daquele? Acho que, sem partidarismo, todos tentaram fazer o melhor que podiam, exceto aquele verme do Álvaro.
    Criminoso mesmo é ver um pulha como o Nazista tendo palanque numa rede cujo dono é sabidamente um bandido, falando o que queria sem sequer sendo confrontado. E essa Justiça de merda, cúmplice e criminosa, permite essa aberração.

    Responder

    Damião Bonfim

    05 de outubro de 2018 às 14h46

    Considere a dinâmica: Ciro tem um discurso professoral (no bom sentido). Assim, numa palestra, em que tem tempo maior para desenvolver o raciocínio e a argumentação, tende a impressionar muito (o mesmo vale para as entrevistas que cede – exceto aquela ao JN (que nem pode ser tratada como tal). Nos debates, porém, o tempo é exíguo, e ele parece, de início, não assimilar bem isso. Mas logo deslancha (não tem as tiradas do Boulos – que empolgam; mas a maneira cordial com que fala e as informações que apresenta deixam claro que é um candidato diferenciado). Ocorre que, no debate, Ciro não fala para convertidos (habituados com sua espontaneidade e que conhecem sua excelentes palestras), fala para indecisos (que tendem gostar de pessoas serenas e bem preparadas, ou levar esses fatores em conta ao avaliar em quem votar). Tecnicamente, Ciro foi o melhor do debate. Mas sob o ponto de vista do “apelo emocional”, Boulos (porque joga para a galera, sem compromissos – e isso lhe permite ser mais ousado). Não se engane, se alguém nesse debate despertou a atenção dos indecisos, esse alguém, com grande probabilidade, foi Ciro.

    Responder

      Adam Smith Comuna

      05 de outubro de 2018 às 17h54

      Perfeito Damião!

      Responder

henrique de oliveira

05 de outubro de 2018 às 08h37

Ciro não engana é de direita e quanto a Bolsonazi #elenunca.

Responder

Ricardo

05 de outubro de 2018 às 07h31

Ótimas notícias ; somando os votos de Haddad, Ciro e Boulos , eles não conseguem alcançar os votos do Mito !

Responder

    henrique de oliveira

    05 de outubro de 2018 às 08h39

    Tem gente que vai chorar no domingo. Mito vem da mitologia , ou seja não existe é só uma invenção.

    Responder

      Damião Bonfim

      05 de outubro de 2018 às 14h53

      Seja contra quem for, num debate de 2º turno, o “Mito” (das cavernas) vira comédia. É um despreparado. Sabendo disso, evitar se expor (quer que os trouxas votem nem nele no escuro). Se ele vencer, em seis meses, trocam seu apelido, talvez para Mico (que seus eleitores pagaram), à custa do Brasil.

      Responder

        Damião Bonfim

        05 de outubro de 2018 às 14h56

        Digo: seja contra quem for, num debate de 2º turno, o “Mito” (das cavernas) vira comédia. É um despreparado. Sabendo disso, evita se expor (quer que os trouxas votem nele no escuro). Se ele vencer, em seis meses, trocam seu apelido, talvez para Mico (que seus eleitores pagaram, à custa do Brasil).

        Responder

Elvira

05 de outubro de 2018 às 07h13

Eita, como tem colunista Cirista no O Cafezinho, hein? #HaddadPresidente ???

Responder

    André Romero

    05 de outubro de 2018 às 12h59

    Tem sim, Elvira. As pessoas daqui discutem o pensamento progressista como um todo, não perdem tempo fazendo proselitismo ou panfletagem de apenas um partido.
    Talvez sua praia seja o Tijolaço, DCM, 247…

    Responder

      Rodrigo

      05 de outubro de 2018 às 17h51

      Boa! 247 é o pior.

      Responder

gN

05 de outubro de 2018 às 06h42

Esse papo de Bolsonaro faltando os debates…olha só quem tb faltou: FHC, Dilma e Lula! Todos em primeiro lugar nas pesquisas de primeiro turno e todos viraram Presidentes!

Responder

    ari

    05 de outubro de 2018 às 11h41

    Você está comparando ovos com abacaxi. Os 3 citados não tinham fama de ignorantes nem tinham um posto Ypiranga. No caso deles, é natural não ir aos primeiros debates quando se está bem nas pesquisas. Evita exposição. Quanto ao Coiso, é fuga mesmo

    Responder

Almino Henrique

05 de outubro de 2018 às 06h33

Penso que o Cafezinho precisa deixar dessas análises apaixonada por Ciro Gomes. Não reflete a história desse blog, apesar de concordar que todos têm o direito de escolher livremente seu candidato.

P.s. Deixar a análise sobre a rejeição de Haddad na classe média por vários dias como notícia principal é no mínimo desonesto. Não ajuda o campo popular, nem o abate do fascismo.

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    Adam Smith Comuna

    05 de outubro de 2018 às 11h10

    Cafezinho é desonesto.

    – Copiou a proposta do Ciro e sugeriu que o Ciro que copiou.
    – Disse que não apoia Eunício Oliveira mesmo tendo gravado vídeo de apoio.

    Ou este foi o Haddad?

    Responder

    ari

    05 de outubro de 2018 às 11h43

    Discordo veementemente. Não é “no mínimo” desonesto. É desonesto mesmo, sem contar as manchete quando analise pesquisas, sempre no tom de “Bolsonaro ganha entre os com mais de 90 anos…”, “Bolsonaro supera Haddad no IV Reich (RS)”, etc

    Responder

    André Romero

    05 de outubro de 2018 às 13h13

    Almino, já eu penso que você vir num Blog de terceiros não financiados pelo PT e chamar o próprio dono do Blog que você é convidado de desonesto por manifestar sua opção política não somente é desonestidade ao quadrado como também a síntese do pensamento e modo de agir petista.
    Na sua visão, queimar todas as pontes dentro da própria esquerda para se impor na marra, fazer conchavos, anti-alianças e preferir se unir novamente às mesmas forças que o derrubaram do que pessoas do mesmo campo ideológico – e depois ainda vir com esse papinho de “bem comum” – para você isso é honesto, amigo?
    Não falo por mim, mas tenha a decência ao menos de permitir os outros a terem suas opiniões.

    Responder

João Ricardo

05 de outubro de 2018 às 04h24

Achei que o Ciro muito bem nesse debate, o que realmente pode tirar votos do Haddad, mas também acredito que deva tirar do Bolsonaro, apesar que para mim Haddad foi muito bem. Soube se defender dos ataques (já esperados) com inteligência e serenidade, sem apelar. Gostei também do Boulos. Acho que ele será um nome muito forte na próxima eleição.

Responder

    Dilbert

    05 de outubro de 2018 às 06h30

    Concordo e espero que nas próximos eleições ele se transforme em protagonista.
    Além de uma história social possui uma capacidade argumentativa acima de quase todos os outros candidatos.

    Responder

      Paulo

      05 de outubro de 2018 às 08h57

      Enquanto comandar o MTST, não tem chance nenhuma. Saindo de lá, precisará de 10 anos pra se depurar e se tornar minimamente palatável para a sociedade brasileira. E olhe lá!

      Responder

    Paulo

    05 de outubro de 2018 às 09h18

    Um ótimo nome, já começou com 0% de intenções de votos, vai voar na próxima.

    Responder

Marcelo

05 de outubro de 2018 às 02h31

Achei o Boulos muito ruim. Ele devia ter respondido à pergunta do Haddad em vez de mudar de assunto.

Responder

    Jessé Oliveira Guimarães

    05 de outubro de 2018 às 17h53

    Foi o melhor momento dele no debate. Entre os eleitores do Ciro nas redes sociais isto foi amplamente. reconhecido. Daí os merecidos aplausos.

    Responder

rosa paes

05 de outubro de 2018 às 01h54

Pelo jeito, quem escreveu esta análise pró-Ciro, estava sob efeito da mesma droga que Àlvaro Dias usou. Boulos foi um verdadeiro canalha ao se aliar ao plano de não dar voz à Haddad. E se a possibilidade de Ciro ir para o segundo turno significar vitória do campo popular, eu preciso procurar outro campo pra viver. Nunca me imaginei no mesmo campo do Tasso Jereissati. Além do mais, a ausência de Bolsonaro não favoreceu a esquerda, muito pelo contrário. O verme teve voz sozinho na TV Record que agora está em sua campanha. O campo popular está sendo analisado por quem não sabe absolutamente nada de povo.
Haddad é a única opção para se contrapor ao golpe nas urnas. Para barrar os ataques que continuarão após as eleições, somente com a força do povo e isso só o PT tem

Responder

    Capanema

    05 de outubro de 2018 às 10h35

    A única que entende de “povo” é vc, né?

    Responder

    Adam Smith Comuna

    05 de outubro de 2018 às 11h02

    Você votou no Temer duas vezes. Teve Meirelles no “campo popular” em três governos. Está votando em quem está fazendo campanha para Eunício, César Maia e Renan Calheiros.

    Realmente, esse seu campo popular não é o mesmo do Ciro.

    CIRO12!

    Responder

      Francisco Vidal

      05 de outubro de 2018 às 11h35

      Cesar Maia, também?
      Gezuis! Aí já é o fim da picada!
      O Brizola (de quem fui eleitor), com o seu temperamento perdeu importantes quadros do PDT.
      Mas esse não foi o caso do Cesar Maia. Esse é sem-vergonha mesmo.

      Responder

        Adam Smith Comuna

        05 de outubro de 2018 às 17h53

        O que o Brisola tem haver com César Maia?

        Responder

          Francisco Vidal

          05 de outubro de 2018 às 18h09

          Cesar Maia era um dos economistas de referência do Brizola. Lá naquela eleição de 1989.
          Já no plano do confisco do Collor, começou a se bandear para outras praias.

          Responder

          Jessé Oliveira Guimarães

          05 de outubro de 2018 às 18h11

          Muita coisa. César do Secretário da Fazenda do Brizola, em todo o primeiro governo do Rio. Esteve com ele ajudando-o no caso Proconsult e mesmo tendo saído do PDT, ao contrário do Marcelo Alencar sempre teve grande respeito por ele.Eu mesmo votei nele para Deputado Constituinte e para Prefeito.

          Responder

            Francisco Vidal

            05 de outubro de 2018 às 19h49

            Sim, Jessé. Respeito pelo velho Brizola ele até podia ter, mas sua metamorfose política foi profunda. Na época da Constituinte, era um deputado atuante, com ideias bem progressistas. Depois, transformou-se nesse ícone da direita carioca e grande disseminador de factoides.

            Responder

    André Romero

    05 de outubro de 2018 às 13h19

    Querida Rosa Paes, ao menos concordamos em um ponto, mas com personagens contrários: se a possibilidade de Haddad ir para o segundo turno significar vitória do campo popular, eu preciso procurar outro campo pra viver. Nunca me imaginei no mesmo campo de alguém que põe Temer e sua quadrilha em seu núcleo duro de governo, sabota todos os concorrentes, aposta como sempre fez no divisionismo usando as armas mais sujas que existem na politicagem e depois ainda vem (uma vez mais) se passar como única solução para esse país.

    Responder

    Jessé Oliveira Guimarães

    05 de outubro de 2018 às 17h56

    Talvez o seu campo seja mais para Ciro Nogueira, Eunício de Oliveira e Renan Calheiros.

    Responder

      Jessé Oliveira Guimarães

      05 de outubro de 2018 às 17h57

      A resposta está em lugar errado.

      Responder

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