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Cine Folhetim Fênix #02

Por Victor Lages

01 de março de 2019 : 10h56

Queridos parceiros e espectadores,

Marilyn Monroe desce aqui para abrilhantar nossa newsletter, tomando o drink da semana do filme que lhe deu sua cena mais antológica. Robin Williams também chega para matar saudades com seu famoso grito de BOM DIA, VIETNÃ. Alejandro González Iñarritu desembarca no Festival de Cannes para ser presidente do júri em 2019. Cora Coralina é reconhecida em lista cinematográfica-literária do Estadão. Quantas celebridades, quanto glamour há aqui. Mas não esquecemos também de dizer que várias obras distribuídas pela Fênix concorrem no Festival Sesc Melhores Filmes 2018, nem que PATERSON participa de uma Mostra poética, muito menos que a coluna semanal da Fênix n’O Cafezinho debate sobre representatividade no Oscar. Por fim, fica a pergunta para discutir nesse carnaval, enquanto se delicia com o Whisky Sour de Marilyn Monroe: Você sabe dizer quando o cinema passou a ser considerado sétima arte? Continue lendo e já já vai descobrir!

Abraço e bons filmes,

Fênix.

 

Fênix no Festival Sesc Melhores Filmes 2018

A Fênix compete com 7 filmes no 45º Festival SESC Melhores Filmes. São eles: A OUTRA HISTÓRIA DO MUNDO, AMANTE POR UM DIA, À SOMBRA DE DUAS MULHERES, 2 OUTONOS E 3 INVERNOS, MEDO VIRAL, VINGANÇA e VISAGES VILLAGES. A votação é aberta ao público e pode ser feita até 05 de março. A abertura do festival vai acontecer no dia 10/04, quando serão entregues os troféus aos vencedores e, em sequência, os filmes serão exibidos de 11/04 a 01/05 em São Paulo. Vamos votar? O link está logo aqui embaixo:

http://melhoresfilmes.sescsp.org.br

OSCAR n’O Cafezinho

O texto dessa semana da Fênix n’O Cafezinho vem para levantar questionamentos por não ter pretensão de respondê-los. Um deles é: O que pode mudar dentro do Oscar e na indústria cinematográfica quando os negros ocupam espaços de visibilidade e reconhecimento? Debatendo sobre a questão da representatividade dentro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, analisamos os últimos 92 anos de premiação para entender o que mudou e quais barreiras permanecem nesse ponto. Vamos refletir sobre isso lendo o texto cujo link está logo aqui abaixo?

https://www.ocafezinho.com/2019/02/28/qual-e-a-cor-do-oscar/

 

CORA CORALINA na lista do Estadão

O jornal brasileiro Estadão selecionou 30 filmes que retratam os bastidores do mundo dos livros. Entre os filmes escolhidos, há CORA CORALINA: TODAS AS VIDAS, docfic distribuído pela Fênix e inspirado no livro “Cora Coralina Raízes de Aninha” escrito por Rita Elisa Seda em parceria com Clóvis Carvalho Britto. Com direção de Renato Barbieri, essa obra de arte não poderia ficar fora dessa lista. Confira a matéria completa no link abaixo:

https://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,30-filmes-sobre-livros-escritores-editoras-e-livrarias,70002726719?fbclid=IwAR2FpWRYdiD4D3vnNdWle-R9MmbVDTRd4EnCsBExQddwNk1oyoAOVWTtoCE

 

PATERSON na Mostra “A poesia do cotidiano e das cidades”

PATERSON, incrível película distribuída pela Fênix Filmes, está na Mostra poética do SESC de 07 a 10 de março em 26 cidades de Santa Catarina, com exceção de Joinville, que realiza a sessão em outra data! É o seguinte, cinéfilos! As pessoas estão tão mergulhadas em suas rotinas que pouco reparam o quanto o cotidiano e as cidades estão imersas de poesia. Para superar essa dificuldade e ao mesmo tempo celebrar a descoberta e a reafirmação da poesia cotidiana, o Cine Sesc apresenta a Mostra “A poesia do cotidiano e das cidades”, em 26 Unidades do Estado. Uma seleção de quatro filmes apaixonantes e detonadores da felicidade do instante. Além de PATERSON, há também SABOR DA VIDA, O QUE ESTÁ POR VIR e COLUMBUS.

 

Iñarritu no Festival de Cannes

A 72ª edição do Festival Internacional de Cinema de Cannes anunciou o presidente do júri: Alejandro González Iñárritu, diretor de AMORES BRUTOS e 21 GRAMAS, ganhador do prêmio de Melhor Diretor em Cannes por BABEL, e vencedor de dois Oscars de Melhor Direção por BIRDMAN e O REGRESSO. O cineasta, primeiro mexicano a ocupar esse cargo no Festival, terá a tarefa de escolher o próximo vencedor da Palma de Ouro, após a vitória do japonês ASSUNTO DE FAMÍLIA em 2018, junto de cinco ou seis membros do júri que serão divulgados pelo festival em breve.

 

Quando o cinema virou sétima arte?

O cinema existe desde 28 de dezembro de 1895, com a exibição das projeções dos Irmãos Lumière em Paris. Mas você já se perguntou quando o cinema começou a ser considerado a sétima arte? Pois bem, esse termo surgiu em 1911, a partir do “Manifeste des Sept Arts” (Manifesto das Sete Artes), escrito por Riccioto Canudo. Através do manifesto, o teórico e crítico de cinema Canudo, pertencente ao futurismo italiano, pretendia distanciar a ideia de que o cinema era um espetáculo para a massa, mas aproximá-la e integrá-la à categoria das Belas Artes, como a música, a pintura, a escultura, a arquitetura, a poesia e a dança. Para ele, o cinema é uma arte “síntese”, uma arte total, que conciliava todas as outras artes. Portanto, depois desse Manifesto de Canudo, o cinema passou a ser considerado a sétima arte.

 

31 anos de BOM DIA, VIETNÃ

Há exatos 31 anos, o brilhante e eterno Robin Williams nos saudava com um bom dia que entraria para a história do cinema. Indicado ao Oscar de Melhor Ator em 1988, o filme é baseado na vida do militar e DJ de rádio Adrian Cronauer, que atuou pela força aérea americana durante a Guerra do Vietnã e diversificou as transmissões do programa trazendo bom humor, descontração e rock and roll. Dirigido por Barry Levinson e filmado em Taiwan, o filme custou 13 milhão de dólares, mas faturou mais de 130 milhões, virando um clássico instantâneo.

 

Whisky Sours de O PECADO MORA AO LADO

Em 1954, Marilyn Monroe fazia sua cena mais antológica do cinema: ela em cima de um bueiro e seu vestido voando. Essa cena é do delicioso filme de Billy Wilder O PECADO MORA AO LADO que traz um editor de livros que fica sozinho em casa quando sua esposa viaja em férias e começa a se sentir atraído por sua vizinha bela e sensual (a própria Marilyn). Pois bem, no filme esse “novo” casal celebra a vida tomando o drink dessa semana: Whisky Sours! Para prepará-lo, basta misturar 50 mL de uísque, 20 mL de suco de limão e uma colher de açúcar em uma coqueteleira com gelo! Apenas isso. Para decorar, pode-se usar uma fatia de laranja e uma cereja, mas isso fica a critério. Marilyn preferia só a cereja, mas como você comemorará esse final de semana de carnaval?

 

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