Votação do relatório final da CPI do BNDES

Paulo Pimenta rebate Ciro Gomes

Por Redação

13 de setembro de 2019 : 19h33

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, rebate o vice-presidente nacional do PDT, Ciro Gomes.

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36 comentários

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Leonardo

16 de setembro de 2019 às 13h35

Triste, muito triste ver que o PT virou basicamente uma agremiação de fanáticos que, por serem fanáticos, não tolera críticas. Votei no Haddad no 2° turno mas é apavorante reforçar qual opção única tínhamos quando se vê essa horda de difamadores – que não é nova, vide o que fizeram com a campanha canalha contra a Marina Silva em 2014 (e olha que eu acho a Marina muito, mas muito ruim).

Querem começar a discutir de forma adulta ou acham que só gritar Lula livre vai encerrar a discussão? Podem começar falando um pouco das épocas petistas pós 2002 entranhadas com figuras como Geddel, Cabral, Temer, Renan, Eunício, Cunha, Crivella (sim, ele foi ministro da Dilma, ou agora vocês não lembram?).

Não tenho ídolos como vocês, então, desculpe, não me acusem de ser um fanático do Ciro. Acho que ele tem grandes defeitos (por exemplo, pauta ambiental bem tosca). Mas cada vez mais sedimento minha opção de Ciro para 2022. É o que temos de melhor nesse país em que os polos são ou ser analfabeto político ou ser um fanático (e fanático por fanático, os bozominions também são).

Sim, Lula tem méritos, não teve direito a um julgamento justo, mas sim, virou um caudilho e um cultuador de sua própria personalidade, esmagando quem tenta aparecer além da sombra do guru – vide figuras inteligentes que foram escanteadas por brilharem demais como o Tarso Genro. Não vou nem falar do Olívio, que sempre fez seu trabalho de ministro em Brasília com eficiência e discrição.

Aliás, lembram do que aconteceu com o Olívio? Foi exonerado do Ministério das Cidades para dar espaço ao PP do então poderoso Severino Cavalcanti…

Mas não espero mais a menor coerência nem o livre pensamento de uma turma que, agora, difama o Naom Chomsky e o Mugica. Triste, muito triste ver o que virou o PT.

Responder

Nehto

15 de setembro de 2019 às 17h02

José Dirceu – a quem até hoje, desde a AP 470, ninguém do núcleo duro do lulopetismo visitou na cadeia – bem avaliou e reconheceu o “erro crasso” do PT e de Lula, quando insistiram em mater – a ferro e fogo – o protagonismo em 2018, com a cabeça de chapa estrelada.
Não vivíamos, nem de longe, a época áurea do “uma estrela sobe”.
A estrela caíra a olhos de quem olhava e via desde as tempestades de junho de 2013 que Haddad não soube administrar por conta de 20 centavos. Nem Haddad nem Dilma, porque Dilma (instilada por Mercadante) recusou compartilhar a CIDE (contribuição sobre combustíveis) para neutralizar o aumento de 20 centavos na passagem dos ônibus paulistanos.
Os 20 centavos destamparam a pressão social que implodiu a prefeitura de Haddad, levou a extrema-direita às ruas e engrossou o caldo social.
Um caldo que cozinhou a ‘presidenta’ e levou o ex-presidente a se tornar o prato principal do cardápio do Chef da república de Curitiba.
Ignoraram-se todos os sinais óbvios e ululantes que apontavam a maré montante refratária à tragédia anunciada encarnada por Dilma.
O crescimento do anti-petismo mostrava-se evidente, embora lento e gradual, mas firme e notadamente seguro.
Quem quiser identificar a “fonte” da informação atrás mencionada que ouça a entrevista de Jânio de Freitas, disponível no Cafezinho, conduzida pelo Tutameia.
Não se pode dizer de Jânio que desconheça o patriarcado paulistano e o lulopetismo.
O petismo parece seguir à risca a lição de Talleyrand: “não aprenderam nada, não esqueceram nada”.
Tal como Ferdinando VII, o PT não aprendeu nada com as lições da crise de junho de 2013, da insistência com a reeleição de Dilma, da nomeação de Joaquim Levy e do ‘impeachment” liderado pelo PMDB.
O protagonismo do PT em 2018 seguiu um roteiro inacreditavelmente néscio e abilolado: a “confiança” na Justiça da Casa Grande.A mesma que crucificara Dirceu e Vacari uma década antes.
A candidatura de um “Lula Livre” sempre foi delirante.
E continua sendo também, hoje, mais do que delirante, demencial.
Lula verá o sol nascer quadrado durante muito tempo, porque a Casa Grande não deixará de concluir o serviço sujo que sempre lhe serviu de figurino.
Lula foi apenas uma “camisinha” das elites para dar continuidade à política econômica do tucanato, que Lula abraçou e sustentou em sua “Carta aos Brasileiros”.
Ainda faltam seis processos engatilhados para as denúncias serem disparadas durante 2019 e 2020.
Ao invés de decidir pelo asilo político – e preservar a coerência com a sua jurada inocência e com a negação da alcaguetagem do seu ex-ministro Palocci -, Lula rendeu-se mansamente à república de Curitiba. O seu segundo erro crasso. O primeiro havia sido aceitar a reeleição de Dilma quando ele próprio seria o candidato natural, porque Dilma foi apenas um “tampão” porque Lula não podia buscar um terceiro mandato contínuo.
O “Italiano” reside em um apartamento próprio no valor de R$ 12.000.000,00.
Goza do regime aberto, com tornozeleira eletrônica.
Sua despesa com o condomínio e o IPTU soma R$ 14.000,00 mensais.
Lula deu entrevista a Mino Carta em Carta Capital desta semana onde, pela primeira vez, reconhece o seu primeiro erro crasso: não ter sido candidato em 2014.
Um pouco de memória nunca faz mal:
Em 1989, entre o primeiro e o segundo turno, Lula foi procurado pela Odebrecht.
Houve o primeiro encontro entre Lula e o patriarca das empreiteiras.
A resposta do Lula de 89 foi curta e grossa: “É uma fria”. Quem quiser identificar a “fonte” da informação deve ler “A história real – Trama de uma sucessão” publicada pela Editora Atica. A anotação dos autores encontra-se lá, entre “aspas”.
“A justiça é para os ricos. A polícia é para os pobres” diz a sociologia do crime na terra onde Cabral descalçou as botas.
Lula não leu Trotsky, que desde a política estudantil foi o livro de cabeceira de Palocci.
Trotsky foi quem restaurou a pena de morte e o julgamento sumário bolchevique.
Stalin aproveitou a ideia de Trotsky e dela fez sua obra prima nos processos de Moscou.
Trotsky foi quem restabeleceu a pena de morte na Rússia para eliminar o risco do Czar e seus descendentes restaurarem a monarquia.
Trotsky deciciu o fuzilamento do Czar, da czarina e de todas as filhas e do filho dos Romanov.
Não foi por acaso que Palocci ( trotskysta de raiz) alcaguetou a núcleo duro do poder lulo-petista. Palocci era militante na “Liberdade e Luta”, a conhecida ala trotstkysta da UNE.
Adotou o lema, como se viu, da “Liberdade e Lucra” ao se tornar o maior milionário do lulopetismo.
Além de “devolver” R$ 40.000.000,00 à Lava Jato, ainda dispõe de R$ 80.000.000,00 suspensos pelo Judiciário caso se comporte bem como o “chave de cadeia” de Lula.
Os próceres do lulo-petismo nunca dormirão tranquilos com o “Italiano” no seu papel de alcagueta-Mor da Era Lula-Dilma.
Até onde se sabe, Lula nunca visitou Dirceu nem Vacari.
Os dois quadros responsáveis pela construção eleitoral que permitiu ao lulo-petismo chegar ao centro do poder.
Dirceu já avisara, quando foi rifado da Casa Civil, que o alvo não era ele, mas Lula.
O tempo deu razão a Dirceu.
O PT não aprendeu que a existência de um regime de coalizão política flutuante (com a dominância da classe plenipotenciária do capital) é incompatível com a existência de derivativos, direta ou indiretamente, voltados ao bem estar das classes subalternas.
Isso porque qualquer movimento de depreciação da taxa de valorização do capital, em períodos de instabilidade internacional, implica “auto-correção” e implica a ação repressiva da classe-que-vive-do-trabalho.
Em vez de uma aliança preferencial com a “classe que vive do trabalho”, Dilma fez a opção pelo outro polo de classe, quando deu o cavalo-de-pau em 2015 e nomeou o gerente do “BRAM” do Bradesco, responsável pela garantia da riqueza administrada do “Private Bank dos Ricos”, o “ Bradesco Asset Management”, que operava R$ 350.000.000.000,00 (trezentos e cinquenta bilhões).
O “gerente” do BRAM-BRADESCO atendia pelo nome de Joaquim Levy.
Mais tarde, também foi o responsável pela “repatriação de capitais” (o dinheiro mal havido e mal lavado da elite endinheirada no exterior).
Nota de rodapé: quem inventou a “repatriação” abaixo da linha do Equador foi o governo de Belisário Betancourt para lavar o dinheiro de Pablo Escobar, o chefão do Cartel de Medellin, na década de 90.
O ciclo do lulo-petismo teve começo, meio e fim.
A repetição da tese “Lula livre” -, perante o Judiciário da Casa Grande -, apenas demonstra dilema do petismo que ignora o fato central: a corte suprema é o “puxadinho da Casa Grande”.
Juízes?
Há alguns, mas só em Berlim!

Responder

Ruy Acquavivar

15 de setembro de 2019 às 14h09

Sinceramente eu não vejo motivo para dar a menor importância para as diatribes do Coronel Ciro. Ele não tem relevância política alguma. É só mais um político de direita, da mesma base do DEM e PSDB. O fato dele tentar fazer um discurso demagógico dizendo-se de centro esquerda não muda em nada esse fato, até porque é só blá, blá, blá… Suas atitudes sempre desmentem a demagogia pseudoesquerdista com que tenta enganar o eleitorado.

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El Bartho

15 de setembro de 2019 às 12h14

O ciro está parecendo a Ofélia do Fernandinho, quando abre a boca só sai besteira…

Responder

MARINALVA

15 de setembro de 2019 às 07h43

Marcia Tiburi rebate Ciro: “coronel mimado que quer ser presidente”

Alvo da grosseria de Ciro Gomes, a filósofa Marcia Tiburi foi às redes socais para explicar o que é sexologia política e definiu Ciro como um coronel mimado que faz bullying como agressores de direita; confira
14 de setembro de 2019, 20:56 h

247 – Acusada por Ciro Gomes, presidenciável do PDT, de fazer “apologia do cu”, a filósofa Marcia Tiburi foi às redes sociais e rebateu a agressão. “Sexo e gênero são termos ligados. Os verdadeiros representantes da verdadeira ideologia de gênero são os sujeitos do patriarcado, aqueles que se escondem atrás do machismo e da ideologia heteronormativa. Esses precisam falar mal do corpo das mulheres, de LGBTs e de negros”, escreveu ela. “Assim foi com o velhinho maluquinho transformado em guru de hospício. Assim foi c/ o nanico q armou a patética emboscada na rádio em 2018, assim foi com o ator pornô versão TFP, etc etc. Cada um guarda, à sua maneira, o espírito de coronel mimado de Ciro que quer ser presidente.”

https://www.brasil247.com/cultura/marcia-tiburi-rebate-ciro-coronel-mimado-que-quer-ser-presidente

Ciro Gomes vem se mostrando há muito tempo para que veio.
Não é à toa que na Praça do Ferreira alguns aposentados se referem a ele como”o Bolsonaro alencarino!”. Outros o chamam de CAGÃO FUJÃO.

Prestem a atenção ao desequilíbrio emocional de Ciro Gomes. Não lembra o do Bozo?

Volta pra Europa, Ciro Gomes! Nós já temos muitos problemas para resolver no hospício que se transformou o Brasil de Bolsonaro.

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    Hloisa

    15 de setembro de 2019 às 10h06

    Ótima sugestão.Marinalva. Seria bom Ciro ir passear na Europa por uns anos.

    Responder

FRAN ALAVINA.

15 de setembro de 2019 às 00h04

“Eu Sou a Alternativa”! A afirmação poderia ser o título de um melodrama cinematográfico, ou de um destes inumeráveis livros-placebos. Trata-se, porém, de frase de efeito proferida por Ciro Gomes.

O mais eminente político do clã Ferreira Gomes, após a condenação de Lula em primeira instância, inicia uma nova etapa de sua estratégia para a disputa da presidência da república.

Independentemente do que poderá ocorrer nesses tempos políticos frenéticos, é certo que está nova etapa descortinará um aspecto de Ciro que, para muitos, especialmente os não cearenses, parecia não existir, ou quando muito seria apenas uma mistificação falaciosa de seus opositores. Um Ciro que pela gênese da sua vida política institucional ainda não se desfez completamente dos resquícios de personalismo herdados de um difuso coronelismo arraigado na estrutura social do Ceará.

Não se quer com isso afirmar que ele seja um coronel no sentido clássico do termo, mas que sua ação política ao longo do tempo guarda um certo hibridismo: um misto de velhas práticas combinado com um discurso que toma para si a tentativa de pensar um novo projeto de país.

Ao contrário do que pode parecer, quando se ouve uma de suas falas públicas – sinceras na crítica das perversidades do ideário neoliberal – não se pode identificar uma atuação política pura em relação ao seu discurso. Isto é, no compasso entre o discurso e a prática há um átimo de tempo no qual é possível ver este hibridismo, que no último ano esteve mais sufocado à medida que Ciro se dirigiu para um público mais à esquerda, particularmente na sua denúncia do golpe.

Ciro Gomes é um híbrido político gestado em condições histórico-sociais bem particulares – ou seja, nas condições específicas da política do Ceará em sua longa duração. Ela se diferencia de outros coronelismos do Nordeste que não alcançaram a fase híbrida como, por exemplo, o clã Sarney no Maranhão e os Magalhães na Bahia.

Estas duas oligarquias não foram capazes, apesar das condições materiais, de criar herdeiros políticos que pudessem se sobressair mais por suas qualidades intelectuais, ou destreza discursiva, do que pelo sobrenome. É quase impossível que um dia possamos ver Roseana Sarney ou o neto de ACM debater, em alto nível, política com cientistas políticos; ministrar palestras sobre a saúde fiscal dos entes federativos; ou mesmo rebater renomados economistas em universidades estrangeiras.

As legitimidades destes clãs políticos fundamentam-se, em grande parte, apenas no sobrenome que carregam. Tal não ocorreu no curso histórico político do Ceará. Deste curso vem a especificidade do híbrido Ciro Gomes. É preciso ter claro tal aspecto, pois em política, nunca se é apenas aquilo que se auto afirma no discurso. É preciso retroceder no tempo, e entender a constituição política do estado do Ceará para se entender a gênese do hibridismo.

Ora, no Ceará, o encontro entre as oligarquias que exerciam seu poder com base no mando do interior do Estado e os setores urbanos da capital nunca foi dos mais brandos – e dele resultou a marca constitutiva da política estadual.

Em 1912, a oligarquia Nogueira Accioly foi deposta pelos setores médios e pela burguesia da capital, que se modernizava e via a si mesma como mais preparada para gerir o aparelho estatal. Nesse sentido, Fortaleza, por meio de suas elites, passou a se identificar como a cidade insurgente que não se submetia aos desmandos políticos de um interior atrasado e oligárquico. Esta burguesia fortalezense buscava não apenas a hegemonia política, mas também a hegemonia da narrativa histórica e do aparato simbólico.
Depois da queda dos Accioly e a retomada do poder pelos coronéis unidos em torno da figura do Padre Cícero, os dois setores – burguesia da capital e forças políticas do interior – nunca deixaram de disputar o poder, porém sem conflitos armados e com pactos temporários de benefícios recíprocos. Foi assim, por exemplo, durante a ditadura: os coronéis militares que governaram o Estado, em parte, pertenciam a tradicionais famílias do interior.

É no meio destes pactos que surge o pai daquele que apadrinhou politicamente Ciro Gomes – apadrinhamento para que ele pudesse ter maior alcance na política estadual, isto é, ganhar nome na capital Fortaleza. Ciro é filho e sobrinho de político, algo que não é demérito na sua história pública, porém é um dos signos mais expressivos de como o poder político no Ceará é feito por poucos.

Seu padrinho foi o atual senador Tasso Jereissati, filho do já falecido político e homem de negócios Carlos Jereissati. A família Jereissati é a melhor representante da burguesia da capital e de seu pacto de não enfretamento com as grandes famílias do interior. Este acordo tácito é tão potente na história política do Estado, que se fez sentir na época da redemocratização.
É neste período que o jovem Ciro Gomes, vindo da família que politicamente até hoje comanda os rumos de Sobral (a segunda maior cidade do interior do Estado), é “ungindo” por Jereissati.

Ciro chega a governar o Estado, precedido por Tasso Jereissati e após ser prefeito de Fortaleza — portanto deslocando sua imagem de simples membro de uma família politicamente mandatária do interior. Porém, esse deslocamento é apenas aparente. No acordo entre Jereissati e Ferreira Gomes renovou-se o vínculo entre uma família política de grande peso no interior do Estado e a burguesia da capital. Portanto um modo de fazer política que se assenta em velhas práticas, mas que precisa renovar suas estruturas para seguir ativo. É deste aspecto que nasce o caráter híbrido de Ciro.

Ademais, é preciso compreender o coronelismo não apenas como uma prática política. O coronelismo se alimenta do personalismo, e sem ele não perduraria, pois é o caráter individual que reforça a política do mando e do compadrio, enfraquecendo o caráter institucional.

Ao fim, as relações de classe e as instituições são escamoteadas como elementos constituintes da vida política.
O personalismo é um dos traços mais duradouros que o coronelismo institucional deixou na vida política do Ceará. Este caráter personalista vem à tona em discursos de Ciro Gomes nos quais a questão econômica não é o assunto principal.

Por exemplo: quando em entrevista diz que receberia “na bala” uma ordem judicial arbitrária. Não se tratava apenas de resistência ao injusto — mas de confirmar a aderência ao seu discurso da figura do cabra macho, valente, que debate economia e direito constitucional, mas também fala grosso. Por mais de uma vez, Ciro disse ser preciso operar na presidência da República com “rigor” e com “pulso”, como no caso de debelar, segundo ele, “a parte quadrilha do PMDB”, enaltecendo assim as “virtudes” privadas do ocupante do posto em detrimento do caráter institucional do cargo.

Nessa visão, o bem público dependerá de quão “másculo” for aquele que estiver no posto eletivo, e Ciro já dá mostras de querer afirmar tal aspecto, algumas vezes confundindo altivez com rispidez.

A manutenção de um cenário cada vez mais polarizado, que na sua visão se tornará maior caso Lula se candidate de novo, fortalecerá este tipo de postura personalista, na qual o caráter individual tende a se sobrepor, escamoteando, por exemplo, as questões de classe.

Este caráter personalista parece ser a ordem do dia, pois o mesmo pode-se depreender de figuras como Bolsonaro e Dória.

Em um, a qualidade pessoal é ser “gestor”; no outro, segundo seus seguidores, tratar-se-ia de um mito — portanto, alguém com qualidades individuais acima do comum. Nestes dois casos há a negação da política por meios distintos: na submissão do político a uma pretensa gestão racional-eficaz, por um lado; por outro, na substituição dos meios institucionais pela força.

A isto, soma-se a dissimulação no caso do prefeito que se desfaz dos bens que deveria gerir; no deputado federal, o protofascismo centrado no culto de uma personalidade medíocre disfarçada como competente. Nos dois embustes políticos, o personalismo é maior, pois nem mesmo aparece qualquer menção a uma política de pacto ou conciliação.

No caso de Ciro, na frase “eu sou a alternativa”, aparece o termo chave do seu caráter personalista. Ele diz ser necessário “criar um novo pacto entre quem trabalha e quem produz no Brasil”. Nesta afirmação, repetida com maior frequência nos últimos meses, está a senha de como seria um futuro governo do presidente Ciro Gomes.

À primeira vista, nada de novo. Estabelecer pacto entre quem trabalha e quem produz foi o que fez o PT – ou seja, uma política de conciliação de classes. A novidade está naquele que sela o pacto, isto é, naquele que celebra o acordo entre as partes contratantes, neste caso, entre as classes sociais distintas.

O pacto celebrado por Ciro, segundo se depreende de suas afirmações, teria maior razoabilidade e segurança que o anterior, pois dotado de um discurso inteligível sobre os rumos econômicos; e, tendo por árbitro do pacto alguém que se posiciona fora da disputa de classes. Dizendo-se não pertencente a nenhuma das classes – nem “produtora”, nem trabalhadora – pretende mostrar-se como parte neutra. Diferente da conciliação anterior, no qual o fiador do pacto pertencia indiscutivelmente à classe trabalhadora.

Ora, mas tentar posicionar-se fora das classes para arbitrar um novo pacto é uma dissimulação. Não há neutralidade possível na pactuação, só há pacto porque há interesse distintos – portanto, ou se está de um lado ou de outro.

Ademais, quanto mais fora da disputa de classe mostrar-se o fiador do novo pacto, isto é, dizendo-se nem de direita, nem de esquerda, mais obscuro será para nós de que lado o fiador pesará sua mão: em favor dos que acumulam grandes perdas, ou com aqueles que acumulam benefícios a qualquer custo?

Nesse sentido, há de se perguntar: a opção pelo híbrido poderá ser viável, ou será apenas mais um desvio momentâneo para não enfrentarmos as mazelas dos nossos esvaziamentos institucionais, depositando nossas expectativas em outros personalismos?

Se Ciro pretende ser o fiador de um novo pacto, primeiro precisa dar mostras mais claras de que não será um pactuador tendencioso. Inclusive por sabermos, a partir do pacto que marca sua gênese política, que neutro ele não é.

Responder

Vanessa

14 de setembro de 2019 às 23h49

Ciro está se tornando um Bozo, mais letrado, é verdade, mas um Bozo. Só falando merda.

Na entrevista que concedeu à BBC, Ciro Gomes não agrediu apenas Fernando Haddad, que disse ser uma “fraude”. Ele também agrediu a filósofo Marcia Tiburi, que disse fazer “apologia do cu”.

Ciro abandonou as forças progressistas no segundo turno em 2018 e fugiu para a França.
Há muito tempo que o do Ciro perdeu completamente o juízo. Surtou de TUDO !

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Paulo

14 de setembro de 2019 às 19h33

Se somos incapazes de transformar o país , por que eles mobilizam toda essa força contra nós?
Frase do único capitão do exército brasileiro que merece algum respeito.
Ciro , Bolsonaro e a Globo , atacam o PT pois temem sua força.
A estratégia de Ciro é péssima , tirar eleitores do PT atacando o PT?
Qualquer petista desiludido votaria no PSOL ou na Marina antes de votar no Ciro.
Ciro nem tem votos , seus 12% são rejeição ao PT e Bolsonaro .
Aliás Bolsonaro não tem votos , tudo é rejeição ao PT , por isso ele derrete tão rápido.
Ciro tenta usar o medo de Bolsonaro e do antipetismo.
Só os que foram para o lado sombrio usam o medo como arma.

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NeoTupi

14 de setembro de 2019 às 17h41

A miséria intelectual do debate de direita que elegeu Bozo, o Ciro está arrastando para a esquerda achando que será eleito também com esse método. É despolitização, anti-política na veia.

Enquanto isso a Katia Abreu do PDT apoia o filho senador apresentar lei para vender até 25% do território nacional para estrangeiros. Até os ruralistas estão querendo vender tudo e pegarem o Aeroporto mais próximo. Somos mesmo babacas, e o Lula está preso, sem poder mobilizar contra o desmonte nacional.

E o Paulo Pimenta ainda gasta 30 minutos de vídeo para responder. É claro que nem assisti, assim como não consigo mais assistir o Ciro. Passo.

Responder

João Tomaz

14 de setembro de 2019 às 13h50

Companheiro Pimenta, sua análise sobre a entrevista do Ciro Gomes foi absolutamente pobre. Paupérrima, eu diria. Você não feriu o cerne da questão que se coloca. Ao contrário, com suas palavras apenas reafirma o que ele diz: o país e a esquerda não podem manter-se refem do Lula e da bandeira Lula livre. A comparação do Lula com o Mandela foi infame. Você sabe bem porquê o Mandela passou quase três décadas preso. Espero que numa próxima gravação você possa dar uma resposta mais enfática e esclarecedora sobre a delação do Palocci. Os que fazemos a esquerda encontramo-nos absolutamente órfãos e decepcionados/ desesperançados.

Responder

João Ferreira Bastos

14 de setembro de 2019 às 13h46

“…Mas nós sabemos, todo mundo sabe, Ciro, que você fugiu.

O cirismo é um delírio de quem precisa acreditar, desesperadamente, na existência de um antipetismo honesto.

No limite, não passa, também, de uma fuga.”

Leandro Fortes

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Robson

14 de setembro de 2019 às 12h42

Pelos comentários anteriores só uma coisa a dizer.
O Siro I e candidato a monarca em uma Vaquejada?
Se sim, candidato perfeito. Perfeitíssimo.
Cá entre nós, para presidente, uma bostinha.
Ps: abaixo a censura Dom Miguel.

Responder

ari couto

14 de setembro de 2019 às 11h20

Ciro gomes tornou-se uma das figuras mais nefandas da política brasileiras. Cumpre esmagá-lo para que pare de prejudicar algo que já está muito ruim

Responder

Netho

14 de setembro de 2019 às 10h01

O líder do PT precisa ver e ouvir a entrevista de Jânio de Freitas ao Tutameia.
Segundo Jânio, até José Dirceu já antecipara que o PT seria derrotado em 2018, caso insistisse na tese (delirante) de que a Justiça Eleitoral facultaria a Lula disputar a corrida presidencial.
José Dirceu também considerava, como Jacques Wagner, que o PT não poderia fazer a disputa eleitoral na cabeça da chapa.
O Pimenta é a Carolina do PT.
O tempo passou na janela e só Carolina não viu.
O PT, como dizia Brizola, é “a esquerda que a direita gosta”.
Boa para apanhar. Boa para perder. Boa para deixar os ricos mais ricos.

Responder

    carlos

    15 de setembro de 2019 às 08h03

    Estava observando os comentários, e não observei um comentário sobre a questão principal, que a nossa estrutura partidária, vejamos nós temos agora até janela para se entrar em partido, não temos mais a lei da fidelidade partidária, com relação ao Ciro esse todo mundo sabe que ele é um coadjuvante da direitona tradicional, ele veio da arena na época do bi-parditarismo depois o extinto PDS as suas raízes são essa mesma direita que estão ai até hoje.

    Responder

Martha Aulete

14 de setembro de 2019 às 09h45

Mídia & Comunicação: O PT se utiliza muito de marketing que maneja frases-clichês e marcantes, tal qual: “minha casa, minha vida”; “Pronatec” etc. etc. (todas essas frases petistas «soam» bem, com boa emissão sonora e quase semelhante a rima interpolada e rica. Melodia aos ouvidos.).

A questão não é maravilhosa em nosso país. No entanto sabemos que DILMA é ruim como estadista e articuladora (apesar da imensa publicidade e propaganda favorável). Se se compara, Temer é solarmente melhor (e nesse caso é bom com-parar). Mas há mulheres fabulosas.

Muitas delas são MULHERES heroínas. Algumas são apagadas. Outras esquecidas. Uma das esquecidas é Janaína Paschoal (pelo menos pela mídia em geral).

O PT é tal qual Ciro Gomes (porém mais dissimulado)… Adota um discurso…, mas, imediatamente um pouquinho ali à frente, muda a direção e o sentido, para confundir e deixar os ouvintes e leitores com a mente confusa… Tática de guerrilha. Fiquem atentos. O PT é truculento. Trata-se de ILUSIONISMO. Dilma está cansada?, Moro é picareta? Tolices. Pura narrativa, para o pessoal oposto parar de agir pragmaticamente para aquele justo e histórico afastamento da pupila de Lula, devido a incapacidade dela de governabilidade e ineficácia republicana e de expressão verbal.

Eis aí a Petê:
Ardil, frase-pronta, chavão, vigarista, barango, guerrilha virtual, enganação suave, Ersatzbrot, arrogância, frase-feita, eis aqui em algumas palavras a essência do PT, utilizando-se de obnubilação e ilusionismo.

O PT é Kitsch. O PT é canalha. O PT é brega. O PT é picareta.

Responder

marcos

14 de setembro de 2019 às 09h33

como se pode apoiar uma “esquerda alternativa” (psd, pdt) dessa???

“O Projeto de Lei (PL) 2.963/2019, que permite a venda de terras para investidores estrangeiros, pode ameaçar a soberania nacional e impactar o preço dos alimentos. Essa é a avaliação de especialistas sobre a proposta liderada pelo senador Irajá Abreu (PSD-TO), que integra a bancada ruralista e é filho da senadora e ex-ministra Katia Abreu (PDT-TO).

Se aprovado, o PL autorizará a venda de até 25% do território brasileiro a pessoas de outra nacionalidade. A área que se tornaria “negociável” – 2,12 milhões de quilômetros quadrados – equivale a duas vezes a região Sudeste.
Tereza Cristina, ministra da Agricultura, já se posicionou favoravelmente à medida. O projeto também é visto com bons olhos pela Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), base de sustentação de Bolsonaro na Câmara e no Senado, e por ministros de orientação liberal, incluindo Paulo Guedes, da Economia.”

Responder

    Paulo Rogério

    14 de setembro de 2019 às 17h55

    É mesmo?! Ele é filho da Katia Abreu??? Hum… Katia Abreu não foi a Ministra da Agricultura da Dilma e enfática defensora do mandato da presidenta, mais até do que muitos petistas frouxos??? Entendi.

    Responder

      NeoTupi

      15 de setembro de 2019 às 12h35

      Foi e o Ciro também foi ministro de Lula e indicou o ministro dos Portos Leônidas Cristiano no governo Dilma.

      Mas só me explica uma coisa objetivamente: Qual é a posição do PDT e do Ciro sobre esse projeto de venda de até 25% do território nacional aos estrangeiros. Apoiam? São contra? Vão ficar omissos?

      Não é mais importante discutir isso antes que vire fato consumado, do que discutir o passado ou usar o método Olavo de Carvalho para atacar gratuitamente Marcia Tiburi?

      Responder

Ery Braga

14 de setembro de 2019 às 08h16

Falar vdds é atacar? Ciro não ataca Bolsonaro? PT perdeu pq Ciro foi para Europa? Deixa de ser leviano Rapá. Foi o PT quem elegeu o mito. Vcs fraudaram as eleições e perderam propositadamente para manter a hegemonia. Crio foi pra Europa poq está solto BABACA! #CIRO2022

Responder

    Ruy Acquaviva

    15 de setembro de 2019 às 14h02

    O que aconteceu com os bolsominions acontece exatamente igual com os cirominions: os burros já se arrependeram, sobraram apenas os mau-caráter.

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Jeová

14 de setembro de 2019 às 08h08

Com a permissão do Time Ciro Gomes e para aqueles que desejam esclarecimentos adicionais: PRA QUANDO PETISTAS VIEREM … FALAR ABSURDOS E CERTOS CANAIS PROPAGAR ESSES MESMOS ABSURDOS:

…………………………………………..

Vamos lá! Porque o Ciro, que ninguém no Brasil pode acusar de corrupto ou incompetente, não subiu no palanque com o PT no segundo turno?

Se a máquina e a burocracia petista e as tramoias a mando do Lula não tivessem se movimentado fortemente contra o Ciro os apoios seriam muito maiores, logo aumentaria o tempo de TV, a verba para a campanha e o alcance no país. Algumas das tramoias:

“Ciro não passa no PT nem com reza brava” enquanto Ciro se movimentava junto do PSB, PCdoB e do PSOL, para formar uma frente de esquerda.

Tirar a Dilma de concorrer ao Senado pelo estado do Ceará, onde ganharia, e apoiando o ladrão golpista Eunicio Oliveira (?????). Tirando o apoio de Ciro que há dentro do PT.

Rifar a candidatura, com grandes chances de vitória, de Marília Arraes (PT) em Pernambuco, em troca de NEUTRALIDADE do PSB, entregando minutos de TV, alcance e apoio ao Alckmin (?!)

Negociar com o PSB a retirada da candidatura de Marcio Lacerda, com grandes chances de vitória, em meio às negociações com a cúpula Pessebista, entregando o governo de Minas ao Romeo Zema do partido NOVO (?????)

Ameaça ao PCdoB de não apoiá-los a nenhum cargo ou movimento no país inteiro, caso o PCdoB apoiasse Ciro. Inclusive se movimentando para apoiar Roseana Sarney no lugar de Flávio Dino (algo que realmente fizeram em 2014).

Lula da cadeia, através da tresloucada Gleisi, repreendeu petistas que defendiam a união com Ciro na cabeça de chapa. PT calculou uma eleição “esquerda x direita” no segundo turno, tratando Ciro como principal adversário, enquanto empurravam a farsa da candidatura do Lula.

Lula articulou com Valdemar Costa Neto (PR) o afastamento do Centrão de Ciro, levando esse apoio ao Alckmin (?!!!)

O PT estava com Eunicio Oliveira, Renan Calheiros, Romero Jucá… O PT traiu Manuela a tratando como uma qualquer e escondendo-a durante toda a campanha! PT empurrou a Marina para a direita disparando Fake news contra ela desde 2013. PT tentou empurrar Brizola para a direita. PT empurrou o PSB para a direita. PT tenta empurrar Ciro para a direita!

PT não falou nada contra bolsonaro no 1º turno. Com bolsonaro tendo atingido 46% dos votos já no primeiro turno a eleição estava perdida!

O PT segue em campanha ferrenha contra Ciro pois é uma opção forte do campo progressista, possui um projeto de país, algo que o PT não apresenta, além de seus projetos serem realmente rebeldes ao imperialismo e ao neoliberalismo! Além de o Ciro não baixar a cabeça pra hegemonia de um partido que traiu o povo! PT foi neoliberal, enriquecendo os sangue sugas rentistas do “mercado” financeiro, que hoje, no governo bolsonaro, infernizam a vida do povo! PT seguiu o consenso de Washington à risca. Teve Levy, Meireles, Crivella, Temer, Cunha, Palocci…

PT perdeu apoio do povo e manchou o nome do campo progressista! Cometeu diversos erros econômicos e políticos, como a lei inconstitucional da ficha limpa e o projeto de governo do Aécio Neves, adotado pela Dilma em 2014 com um forte programa de austeridade!

Como que hoje o PT tem a coragem de querer se dizer de esquerda e cuspir em aliados históricos?!?!

Ciro está mais do que certo em abandonar esse barco! PT chafurdou na corrupção e não fez nenhuma reforma estrutural que já não esteja sendo revertida apos o golpe. Que o PT permitiu que ocorresse!

Se o Ciro é assim tão ruim e “está morto” pq seguem batendo nele? Pq seguem copiando seus projetos, como fizeram na campanha descaradamente!? Pq Lula convidou Ciro para ser seu vice, na grande mentira contra o povo que foi sua candidatura da cadeia em Curitiba?

O PT bate em Ciro pois sabe de sua força e competência! E até hoje a campanha contra Ciro segue forte, feita por um partido que apodreceu e quer se manter como dono de uma esquerda que, quando no poder, não a representou!

Jogaram 14 anos de oportunidade de ouro no lixo! Possuem apenas projeto de poder, não de país! E hoje brincam com a sorte de todo o povo brasileiro! Ciro em muitos pontos está certo e é isso que eles não suportam! #Ciro2022. O único com um projeto para o país. E vamos se mancar!

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    Donizete de Aguida

    14 de setembro de 2019 às 23h53

    Com certeza É CIRO GOMES 2022!

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Ari

14 de setembro de 2019 às 02h15

Ciro é o Bolsonaro com sinal trocado

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    NeoTupi

    15 de setembro de 2019 às 12h45

    Não exagera. Tem diferença. Um é capetão o outro é coroné.

    Responder

Eddie

14 de setembro de 2019 às 00h47

Miguel, vc sabe q tem q c afastar do Paulo pimenta!
Vc conhece essa figura, vc sabe oq vem por aí para esse picareta!
Leitores não são obrigados a saber, mas vc sabe!

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IVANISE GONZAGA ALVES

13 de setembro de 2019 às 23h27

O Pt não deveria passar recibo ao Ciro, é um idiota e um idiota como ele não acrescenta nada na polítca e nem na luta democrática, não acrescenta nada nem pra ele mesmo…

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Marcos Videira

13 de setembro de 2019 às 23h26

Respondendo à primeira pergunta de Paulo Pimenta:
Por que durante o primeiro turno, o PT atacou Ciro Gomes em vez de atacar Bolsonaro ?
Ciro, Marina e Boulos foram pra cima de Bolsonaro, mas o PT não ! Por que ?
Se isto não é verdade, então post um vídeo provando o contrário…

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Alan C

13 de setembro de 2019 às 21h39

Cadê o Tacla Duran, Pimenta???

Até quando vc vai fingir que o que vc fez nunca existiu??

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Oblivion

13 de setembro de 2019 às 20h28

Ah… Dá um tempo Pimenta. Tenho certeza que tua formação, conhecimento e carater pode ir muito mais além dessa pauta pobre de Lula livre que o pt contaminou o debate desde a última eleição. Essa politicagem de quinta deu no que deu. Também acho que o Ciro fala demais, mas não vejo melhor nome pra presidir esse país. Ainda por cima acabaria um pouco com essa polarização. Sempre votei no pt, mas depois dessa última eleição só vou se não tiver outra opção, como foi o seg turno de 2018. A não ser que o pt demonstre preocupações republicanas que vão muito mais além que esses projetecos repugnantes de poder.

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Beto Fraga

13 de setembro de 2019 às 19h50

Ora, Paulo Pimenta, por favor não subestime nossa inteligência, eleitores e apoiadores de Ciro. Quando você quiser falar mal do Ciro, pelo menos pense numa argumentação mais consistente, mais inteligente, menos falaciosa!!
1° – Ciro NÃO ataca, gratuitamente, o PT, nem Lula, Haddad ou seja lá quem for. Ciro apenas é sincero e diz que não quer conversa com a quadrilha que está no comando no PT, atualmente.
2° – Ciro diz a verdade, doa a quem doer, seja a respeito de Bolsonaro, Lula, quem quer que seja. Por essa razão se defende em vários processos cujos autores são os bandidos que ele sempre denunciou!
3° Ciro fala do PT o que é para ser dito: A CULPA de estarmos aturando Bolsonaro é de quem, de quem???? INTEIRAMENTE DO PT, lógico!

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    marcos

    14 de setembro de 2019 às 09h16

    beto,
    vc nao é diferente de bolsominion.
    a culpa de estarmos aturando bolsonaro é dos americanos, da midia e de certos ambientes empresariais, que querem acabar com o PT para sempre porqué fez uma politica perfeita: crescimento de todas as classes sociais, potencia economica do pais e independencia do imperio EUA. o pt ta sendo atacado porqué fez bem demais! entao vc ta falando mentiras.
    é normal que o maior partido de uma frente chefie a mesma frente. pdt nunca vai chefiar. entao PAREM de fazer discurso de bolsominion tentando destruir o PT para comer os restos que nem ienas. colaborem com o pt.

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      Wellington

      16 de setembro de 2019 às 08h59

      crescimento de todas as classes sociais, potencia economica do pais e independencia do imperio EUA…..Kkkk

      Voltou das ferias gringo…? Como foi o passeio…?

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    Dimas

    14 de setembro de 2019 às 13h44

    É por isso que Ciro espera fazer aliança com a fina flor do golpismo? FHC, Kassab, Temer e cia bela. Que vergonha!

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    João Vianêis

    16 de setembro de 2019 às 19h25

    Você tá falando do mesmo Ciro que antes das eleições de 2018 disse que soltaria Lula, caso fosse eleito?
    O mesmo que após as eleições passa a endossar o discurso da direitalha de que Lula está preso, sem levar em consideração toda a farsa processual que se abateu sobre Lula e outros membro do PT?
    Para mim, só basta esta contradição, entre inúmeras, para tornar Ciro um dos seres mais abjetos da nossa seara política.

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