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Entrevista de Lula ao GGN

Por Redação

29 de setembro de 2019 : 10h38

No canal da TV GGN:

O ex-presidente Lula, em entrevista exclusiva para o Jornal GGN, fala sobre economia política e política econômica. Os dois lados da moeda e que devem nortear o país. Fala sobre distribuição de renda, previdência, orçamento, empresas nacionais, conciliação nacional e desenvolvimento.

Além disso, fala sobre a progressão da pena e a orientação que deu aos seus advogados para que não a utilizem, pois sairá de lá como entrou, inocente. Manda ainda um recado claro aos integrantes da Lava Jato e ao ex-juiz, que o condenaram sem provas e que hoje se veem às voltas com a Vaza Jato.

A entrevista teve a participação do economista Luiz Gonzaga Beluzzo e de Eduardo Moreira. Nosso editor Luis Nassif não pode comparecer por um problema banal: pedra no rim. Agradecemos aos dois entrevistadores.

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2 comentários

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Netho

30 de setembro de 2019 às 11h30

Pela primeira vez Lula escancara que queria ser candidato em 2014 e admite o erro do qual se arrepende até hoje e se arrependerá até o último dia de sua vida.
Lula deixa claro que Dilma “e os companheiros dela” não lhe deixaram alternativa e ele não quis repetir a situação de disputa interna que poderia produzir sequelas semelhantes as causadas em Porto Alegre com Olívio Dutra no passado.
Dilma foi a principal causa política originária do PT passar à história na berlinda e à prisão de Lula.
Dilma tornou-se uma mala sem alça e o maior peso morto da história do partido.
Lula está preso e não sairá tão cedo do quadrado onde se meteu por rendição à Lava Jato quando a única decisão cabível à sua altura seria exclusivamente o asilo político, jamais o cárcere.
Talvez Lula tenha se esquecido de que há no próprio partido os quintas-colunas, que lhe querem ver pelas costas.

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    Paulo

    30 de setembro de 2019 às 23h12

    Essa é a narrativa do companheiro Lula. Se quisesse ser candidato, imagino, teria sido. Ninguém teria forças para lhe impor oposição. O fato político é que a deposição de Dilma foi, de certa forma, boa para o PT. Por quê? Por ter poupado o Partido da escrutínio econômico da história…

    Responder

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