Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Ciro no Canal Livre

Por Redação

25 de novembro de 2019 : 10h42

O ex-ministro participou do programa Canal Livre deste domingo. Os vídeos podem ser vistos abaixo:

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9 comentários

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Paulo H Jurgensen

16 de agosto de 2021 às 17h12

Legal, bonito, mas entre Bolsonaro e Lula, mil vez\es Ciro.

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Chaplin

27 de novembro de 2019 às 06h51

A mídia de massas, enquanto propaganda das minorias dominantes, manterá seu editorial eminentemente burguês capitalista liberal…mas o pior não é isso, mas o fato do cidadão comum enxerga-la como sua defensora…

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Netho

26 de novembro de 2019 às 16h05

Há lógica econômica, política e eleitoral no raciocínio compósito do candidato, além do traquejo administrativo e partidário alongado em uma carreira de longo curso.
Fosse Ciro candidato em lugar de Haddad e o resultado de 2018 não teria levado o apólogo da tortura ao Planalto.
Lamentavelmente, Lula e o PT repetirão o erro crasso de insistirem no continuísmo do seu protagonismo hegemônico e, novamente, deixarão o caminho livre para a reafirmação da Era Beócia liderada pelo clã militar-miliciano.

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    Clever Mendes de Oliveira

    27 de novembro de 2019 às 02h33

    Netho (terça-feira, 26/11/2019 às 16h05),
    Já disse isso neste blog e pode ser que eu disse para você, mas vou repetir. Pode ser que se fosse Ciro não houvesse Bolsonaro. Pode ser, entretanto, que não. E se pode dizer com certeza que se fosse Ciro Gomes que tivesse ido ao segundo turno contra Bolsonaro, o PT não seria acusado pelo resultado do segundo turno, qualquer que fosse o resultado do segundo turno.
    Assim, creio que toda a acusação que se faz ao PT é decorrente do fato de Ciro Gomes não ter tido mais votos do que Fernando Haddad.
    Eu costumo dividir a análise da política em três grupos. Aquela feita pelo político. A análise de um político é feita de acordo com o interesse eleitoral do político. É um direito dele. A segunda análise é a feita pelo prosélito do político ou do partido do político. Essa análise pode estar correta, mas é sempre bom a pessoa se identificar com o partido político que ele mais se identifica. Para que de antemão quem lê a análise possa fazer a avaliação segundo o viés que ali deve estar latente e nem sempre é perceptível.
    E a terceira análise é a feita por quem se identifica partidariamente, pois isso permite que quem lê consiga obter mais informações da leitura da análise. A maioria dos analistas não identificam a sua opção partidária e quem lê se não conhece a pessoa fica com dificuldade de entender
    Eu não sou filiado ao PT, mas voto no PT, salvo raras exceções. E considero válido politicamente a pretensão do PT em manter-se hegemônico ma esquerda. Como acho válido o Ciro Gomes tentar evitar que o PT alcance essa hegemonia.
    De todo modo, o discurso do Ciro Gomes é um discurso para alcançar a direita e é muito em razão disso que ele bate no PT e em Lula. Ele não bate no PT para tirar votos da esquerda que vota no PT. Ele bate para atrair voto da direita que detesta o PT.
    Ele bate em Lula também pelo mesmo motivo e ainda para tentar mostrar para um grande grupo da direita que vota em Lula que é melhor votar nele do que em Lula. É o discurso certo para o Ciro Gomes fazer. E o PT precisa saber como reagir para não afugentar o eleitor de Ciro Gomes, pois o PT vai precisar do eleitor do Ciro Gomes, se o PT e não o Ciro Gomes for ao segundo turno contra Bolsonaro.
    O exemplo é a eleição de 2002. Ciro ia para o segundo turno contra Lula. Lula não podia bater em Ciro. Serra então bateu em Ciro, foi para o segundo turno, mas perdeu para sempre o eleitor de Ciro.
    O que Ciro Gomes não pode ter é a pretensão de, com este discurso de bater no Lula e no PT, ganhar o voto da esquerda marxista que escreve no Estadão e que detesta o PT.. Esse voto ele já tem, mas esse voto não faz volume, nem forma opinião.
    O grande problema de Ciro e que Serra utilizou para acabar com a popularidade de Ciro é enfrentar inimigos que mostrem como Ciro constrói um discurso que não reflete a realidade. Todo político faz isso, mas quando você abusa desse direito político, você abre o flanco para sofrer pedradas.
    As histórias dele refletem a realidade que as pessoas contam, mas jamais a realidade que se comprove com dados e fatos. Às vezes há aqueles diálogos entre ele e pessoas mortas em que ele inteligentemente só ressuscitou o diálogo, ou mesmo entre vivos que ele só recuperou o diálogo muito tempo depois, quando a situação torna-se favorável àquele discurso.
    Veja o tratamento que ele dá ao Plano Real, como se fosse algo do outro mundo esquecendo que o Plano Real está no cerne do aumento do endividamento público brasileiro e jamais ele vai mencionar que no acumulado dos cinco anos de José Sarney o país cresceu mais do que no acumulado dos oito anos de Fernando Henrique Cardoso.
    Ciro é inteligente e fala bem, mas muito do que ele diz aproveita do nosso desconhecimento sobre a realidade política e econômica que só um gênio que ficasse só por conta disso e, ainda assim sofrendo as injunções da falta do conhecimento científico definitivo sobre quase toda essa realidade teria condições de acompanhar na integralidade.
    Então, sem desmerecer a inteligência e a eloquência de Ciro Gomes, é preciso saber situar o discurso dele dentro do espectro político e atentar para alguns bordões que são fundados na falta de conhecimento que nós temos sobre a nossa realidade.
    Aqui cabe lembrar que o PSDB por ser um partido que na sua formação era mais de intelectuais com pouca empatia com o povão adotou alguns discursos que se imaginava tivesse fácil aceitação popular.
    Primeiro foi fundado para trazer a ética na política e como intelectuais eles sabem que a política deve seguir a lei e não a ética. Segundo defendiam o parlamentarismo dizendo que o presidente no presidencialismo sul americano é muito forte, e usavam para defesa do parlamentarismo o argumento de fácil entendimento popular: “governo bom o povo põe, governo ruim o povo tira”. E logo depois aprovam a emenda da reeleição que fortalecia o presidencialismo e continuaram usando o argumento de fácil entendimento popular: “governo bom o povo põe, governo ruim o povo tira”, mas podendo ocorrer que se descubra cientificamente que a frase é falsa, e assim muito governos bons saem e muitos governos ruins ficam.
    Eu costumava dizer na época que o PSDB defendeu o parlamentarismo utilizando a frase “governo bom o povo põe, governo ruim o povo tira” que além de não acreditar na frase, exatamente por isso era possível perceber que o PSDB não acreditava na democracia, pois o que o partido queria ao utilizar a frase era acabar com a eleição direta para presidente da República. Então o PSDB era um partido que temia a democracia. E eu acrescentava que o verdadeiro democrata é aquele que defende a eleição mesmo sabendo que muitas vezes o governo bom sai e o governo ruim fica.
    E terceiro há a frase do PSDB que ajudou a implantar o Plano Real que dizia que a inflação é o pior dos impostos, pois atinge os mais pobres. O PSDB possui economistas com conhecimento suficientes para saber que essa frase pode muito bem vir a ser comprovada como falsa. Ela é apenas uma boa forma de aplacar a consciência da classe média que fica satisfeita em não haver inflação e assim ela não precisa sair em greve e fica satisfeita em saber que os pobres vão ser beneficiados com a política.
    Abraços,
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 26/11/2019

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Alexandre Batista

26 de novembro de 2019 às 10h21

…Não há um argumento racional para derrubar as afirmações feitas por Ciro.
As pessoas adoram falar mal de políticos, e tem razão de sobra para isso, mas não aderem ao debate quando se tem um projeto para o país.

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Alexandre Batista

26 de novembro de 2019 às 10h17

Eu pensei que só eu tinha percebido isso. As perguntas são repletas da posição neoliberal que a mídia adota por interesse ou necessidade de sobrevivência das finanças da elite financeira. Quando Ciro questiona o discurso anti povo, anti trabalhador e anti desenvolvimento não há um.

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Alan C

25 de novembro de 2019 às 16h40

O silêncio dos jornalistas no primeiro vídeo a partir do minuto 24 é absolutamente constrangedor, o Brasil não tem imprensa livre, tem uma imprensa que trabalha 24h para a elite financeira.

Ciro nunca vai ser presidente, sabemos disso, mas se fosse possível e ele vencesse uma eleição, a elite anti-povo o mataria antes de assumir, coisa que não fez – e por motivo$ óbvio$ – com FHC, Lula, Dilma, #ForaTemer e bozo.

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    Samuel

    26 de novembro de 2019 às 12h56

    Verdade, se tiver chance de ele ganhar, corre sério risco de morrer. Eduardo Campos, que muito provavelmente venceria dado o fiasco de Dilma e Aécio, falou sobre reduzir a dívida no jornal nacional, na mesma semana seu avião acelerou em direção ao solo.

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      Alan C

      26 de novembro de 2019 às 16h00

      Essa Thaís Herédia tá mais pra Thaís Herege, parece a noiva cadáver do rentismo, por um salário defende o que o patrão quiser, lembrando que foi demitida da Globo News, logo segue sem questionar o editorial “neoliberal” da casa, neoliberal assim mesmo, com aspas, pois o liberalismo à brasileira é simplesmente um frankstein bizarro que só existe no Brasil, uma coisa ridícula sem pé nem cabeça que foi achincalhada pelo Financial Times, a maior autoridade sobre liberalismo no mundo.

      A reação desses pseudo jornalistas diz tudo, o primeiro break eles respiraram fundo nitidamente com vergonha pela surra que estavam levando do entrevistado.

      Enquanto esses detalhes não tiverem alcance pra chegar no povão, este vai sempre considerar um palhaço ridículo e ignorante um mito.

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