Canal Revolução Industrial entrevista Luis Felipe Giesteira

PNUD: desigualdade avança muito rápido no mundo; Brasil ainda é campeão global

Por Redação

09 de dezembro de 2019 : 17h47

Em algumas semanas, começa um novo ano. A virada no calendário é sempre um bom pretexto para corrigir erros de rota, refletir sobre objetivos, e fazer os ajustes necessários para melhor alcançá-los.

Seja como for, pouparei os leitores das autocríticas e saltarei diretamente para o que seria a etapa seguinte, em que pomos em prática as teorias e planos já devidamente revisados.

Ao trabalho, portanto! E o trabalho de hoje é analisar os seguintes conteúdos com os quais tropecei assim que liguei o computador: uma entrevista de Marcelo Odebrecht à Folha, a pesquisa

O famoso cientista Stephen Hawking sonhava em unir as teorias da relatividade e da física quântica, as quais se fundamentam em conceitos que (ainda) não se harmonizam entre si, numa fórmula única, simples, elegante.

Esta seria é a “teoria de tudo”, tão aspirada pelo jovem britânico no início de sua carreira, e que até hoje não foi encontrada, apesar do surgimento crescente de pontos em comum entre as duas grandes teses que revolucionaram a ciência moderna.

De um lado, a teoria da relatividade geral tornou possível conjecturar sobre a origem do universo e o movimento de planetas e estrelas; é a ciência, portanto, dos grandes espaços e do infinito; de outro, a física quântica nos fez enxergar as partículas fundamentais da matéria e mergulhar no microcosmo infinitesimal e misterioso de quarks e elétrons.

O conceito de classe média é sempre muito ambíguo e relativo. Para os verdadeiramente ricos, o sujeito de classe média é alguém com vida medíocre; para os verdadeiramente pobres, alguém com vida confortável.

As correntes políticas, por sua vez, alimentam visões paranoicas e exageradas sobre a classe média: para a direita, a classe média tende ao socialismo e à radicalização; para a esquerda, a classe média tende ao fascismo e à… radicalização.

O último relatório da

O PNUD, órgão da ONU dedicado a elaborar projetos de combate à pobreza e a desigualdade no mundo, publicou hoje um extenso relatório sócio-econômico, com indicadores atualizados até 2018,

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

6 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Luiz

10 de dezembro de 2019 às 14h59

Não quero parecer paranóico, mas de que modo o atual governo se relaciona com a ONU e com as noções de rumo, rota? Porquê, a de patamar, eu sei como ele se relaciona.

Responder

Paulo Cesar Cabelo

09 de dezembro de 2019 às 21h39

O problema é que toda vez que um governo de esquerda promove distribuição de renda os pobres viram classe média e começam a achar que ascenderam por mérito próprio , aí caem na conversa da direita , até ficarem pobres de novo.
O gráfico de falências de pequenas empresas depois do PT assumir mostra como o crescimento da massa salarial promovido pelo PT criou milhões de ex pobres de direita que acham que ” se fizeram por si mesmos” hahaha.
O PT tratou burro a pão de ló.

Responder

Paulo

09 de dezembro de 2019 às 20h24

O campeão mundial é o Catar. O Brasil é o 2º, o que não refresca muito. E a tendência é continuar, pois a super-elite rifou a classe média…

Responder

    Redação

    09 de dezembro de 2019 às 20h31

    Se você pegar pelo 1%, ou 0,1% o Brasil é campeão. Esse ranking depende do critério.

    Responder

    putin

    10 de dezembro de 2019 às 06h05

    com vcs que votam a direita a tendencia é piorar.
    a classe media cresceu só durante o lulismo.

    Responder

José Zimmermann Filho

09 de dezembro de 2019 às 19h35

Miguel, seria interessante uma comparação do comportamento desses dados entre os mandatos presidenciais no Brasil.

Responder

Deixe uma resposta