Ato público pela valorização do serviço público

A fala de Paulo Guedes na Agenda Econômica

Por Redação

03 de fevereiro de 2020 : 09h46

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou de evento em São Paulo, chamado Agenda Econômica e as Reformas de 2020, realizado há alguns dias no hotel Tivoli Mofarrej.

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3 comentários

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Alan C

03 de fevereiro de 2020 às 14h50

Mentindo, como sempre.

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Paulo

03 de fevereiro de 2020 às 10h43

“(…) especialmente o servidor público federal, que é esse que vive numa distância de abismo do resto da sociedade brasileira, mas ao mesmo tempo a Reforma ganha um aliado importante, assim como a Previdência mesma foi, que é o combate a privilégios, à desigualdade (…)”.

Quem é essa cretina, apresentadora, que pensa saber o que é o serviço público brasileiro?

Se deixarmos Porco Guedes fazer o que pretende, nessa Reforma Administrativa, todo o fundamento do estamento burocrático brasileiro, fundado dentro dos pressupostos weberianos, desde o DASP de Getúlio, em 1938, que orientou a profissionalização do serviço público, no Brasil, estará ruído, demolido. Basta dizer que ele pretende estender para 10 (dez) anos o período para aquisição da estabilidade, instituto que ele enxerga, aparentemente, como uma dádiva do servidor. Até um bacharel, recém-formado em administração pública, percebe que a estabilidade não foi instituída em benefício do servidor, mas do serviço público.

O que se pretende, na verdade, é deixar o servidor exposto a todo tipo de pressão de seus superiores, que terão desígnio sobre “a vida e a morte” do profissional, submetendo-o a seus imperativos políticos.

Muitos não estão percebendo, mas, pouco a pouco, a democracia brasileira vai sendo solapada. Com essa medida, somada à chamada “entrada lateral”, dentre outras (que visa, meramente, à contratação de apaniguados, que serão colocados em posições-chave), e, especialmente, à possibilidade de que Bolsonaro seja reeleito, o que lhe dará condição de indicar mais 2 ministros do STF, além dos 2 que já indicará neste mandato, chegaremos à “ditadura branca” do Capetão, sem a necessidade, nem mesmo, de apelar para um cabo e dois soldados…

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Andressa

03 de fevereiro de 2020 às 09h58

Viva o Estado e Viva la Revolucion Bolivariana !! Kkkkkkk

Que povinho de trogloditas.

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