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Juristas consideram que depoimento de Moro foi consistente

3 Comentários🗣️🔥 Na Veja Depoimento de Moro à PF foi técnico e consistente, avaliam juristas Para o criminalista Celso Vilardi, porém, os fatos narrados não permitem imputar a Bolsonaro crimes de obstrução de Justiça e advocacia administrativa Por André Siqueira – Atualizado em 5 maio 2020, 20h14 – Publicado em 5 maio 2020, 20h05 Na […]

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Na Veja

Depoimento de Moro à PF foi técnico e consistente, avaliam juristas

Para o criminalista Celso Vilardi, porém, os fatos narrados não permitem imputar a Bolsonaro crimes de obstrução de Justiça e advocacia administrativa

Por André Siqueira – Atualizado em 5 maio 2020, 20h14 – Publicado em 5 maio 2020, 20h05

Na avaliação de juristas, o depoimento de Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, à Polícia Federal (PF) foi técnico, coerente e reforçou as acusações feitas pelo ex-juiz federal de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente na instituição. A íntegra do depoimento foi revelada nesta terça-feira, 5, pela CNN Brasil.

Para o criminalista Celso Vilardi, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), o depoimento reitera o que Moro havia dito em seu pronunciamento na sexta-feira 24, quando anunciou sua demissão do governo Bolsonaro após o presidente ter confirmado, contra a vontade do então ministro, o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo.

“É um depoimento técnico que confirma seu pronunciamento, no qual afirmou que pediu demissão apenas e tão somente porque havia interferência política do presidente no cargo da direção-geral da Polícia Federal. A esse respeito, [Moro] comprovou com a mensagem do WhatsApp. Ali está absolutamente claro o que já vem sendo explorado, isto é, que o presidente diz que o fato de a PF estar investigando deputados de sua base é uma razão para a troca no comando da corporação. O depoimento confirma que Bolsonaro fez isso por escrito e verbalmente”, disse Vilardi a VEJA.

O criminalista ressalva, porém, que não há crime comum a ser imputado a Bolsonaro, diante dos fatos expostos por Moro no depoimento à PF. “Não há crime comum a ser perquirido porque não há que se falar em coação no curso do processo, em obstrução de Justiça ou advocacia administrativa, uma vez que não há nenhum caso concreto a esse respeito [mencionado no depoimento]. Não havendo caso concreto, descarto crime comum e restará analisar se é crime de responsabilidade o presidente interferir politicamente na Polícia Federal”, acrescentou.

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Saulo

06/05/2020

Foi nada,
nem Moro consegui abalar o Bolsonaro que sairá dessa mais forte ainda.

Prender pilantras notórios como Lula e Cia é fácil demais para qualquer juiz.

Frederico

06/05/2020

O que significa interferir politicamente ? Qualquer decisào de um presidente da republica, de ministros, ecetera è ao mesmo tempo tecnica e politica (atè pouco tempo atràs eram sò politicas mas ninguem falava absolutamente nada…). A nomeaçào do Diretor Geral da PF è competencia exclusiva do Presidente da Republica.

O Moro ligou para Datena pedindo o contato do Bolsonaro quando ele estava no hospital apos a facada, o unico interesse de Moro era usar o Bolsonaro para chegar ao STF, o plano nao deu certo.

Alguèm no Rio està tentando por o Presidente da Republica (que se chame Boslonaro ou qualquer outro nome nao faz diferença) no homicidio da Marielle. Ninguem da PF perguntou ao porteiro do condominio (que nao tinha nenhum interesse para mentir) o motivo pelo qual foi induzido a dar uma declaraçào falsa. O que aconteçeu com ele…? E’ assim que se fazem investigaçoes..? Isso è coisa de um paìs serio ?

Imagino a mesma coisa acontecendo nos EUA, na Alemanha ou qualquer outro pais civilizado…

Alexandre Neres

06/05/2020

Matéria medíocre. Fala de juristas e cita um. Moro se esquivou para não se comprometer. Parece que até hoje se acha, pensa que é juiz, pontuando o que julga ser relevante ou não. Na mídia amiga provoca estardalhaço, mas a acusação tem a consistência de um traque. A montanha do marreco pariu um rato.


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