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Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

IFI: Dívida pública deve atingir 96,1% do PIB em 2020

Por Gabriel Barbosa

21 de outubro de 2020 : 12h03

Por Gabriel Barbosa

Nesta segunda-feira, 21, o Instituto Fiscal Independente do Senado Federal (IFI) publicou o Relatório de Acompanhamento Fiscal. De acordo com o levantamento, a dívida pública deve atingir 96,1% do Produto Interno Bruto (PIB) até o final de 2020.

Ainda segundo o levantamento, em Agosto, o passivo do estado brasileiro extrapolou para 88,8% do PIB, um aumento de 13 pontos percentuais em comparação com Dezembro de 2019.

Já no acumulado entre Janeiro e Agosto de 2020, o déficit primário do Governo Bolsonaro alcançou R$601,3 bilhões.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando se registrou déficit de R$52,1 milhões, houve um aumento de R$549,2 bilhões.

Juros

O IFI também constatou que houve um aumento na taxa de juros paga pelo Governo Bolsonaro em negociações de títulos públicos.

Segundo o relatório, no mês de Setembro, houve um “deslocamento para cima” na curva de juros, passando de 2,9% em fevereiro, para 3,4% em Setembro e 3,7% em meados de Outubro.

“Apesar da taxa básica em patamar historicamente baixo, a percepção do mercado em relação à evolução da dívida pública e ao equilíbrio fiscal no pós-crise tem contribuído para elevar o prêmio embutido na curva futura de juros”, diz o relatório.

Taxa de câmbio

Entre Janeiro e Setembro de 2020, houve uma depreciação de 32,1% na taxa de câmbio. Esse fenômeno fez com que o preço real/dólar saísse de R$4,27 para R$5,64 no intervalo de nove meses.

Como a taxa de câmbio têm influência direta no preço dos produtos importados ao Brasil como medicamentos, bens duráveis, matéria-prima para alimentos como o trigo e até mesmo no aluguel de imóveis, a expectativa de inflação, por parte do Banco Central, subiu de 1,9% para 2,4%.

De Agosto para Setembro, a inflação subiu 0,2%, passando de 1,9% para 2,1%.

3Fonte: IBGE/IFI

Para 2021, o Banco Central fixou a estimativa de 3,0% para a inflação, índice abaixo da meta de 3,75%.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM.

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16 comentários

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chapeleta

21 de outubro de 2020 às 21h15

Publicidade institucional de governo é uma bosta mesmo. Tem q acabar tbm. O cara da Havan contesta q deve e por isso nao paga. Tá certo ele.

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Alan C

21 de outubro de 2020 às 18h18

FORA DILMA!!!!

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Renato

21 de outubro de 2020 às 13h56

Imaginem só se Lula ou Dilma estivesse no governo. A dívida já estaria em 200% do PIB; afinal , como dizia Dilma, a estúpida : “gasto é vida’ !

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    Luan

    21 de outubro de 2020 às 19h17

    E’ o sonho de todos os esquerdistas…voltar a ganhar de 12 a 14% com os titulos do tesouro direto.

    Responder

Lucído

21 de outubro de 2020 às 13h55

Alexandre Schwartsman
Aqui se paga https://www.infomoney.com.br/colunistas/alexandre-schwartsman/aqui-se-paga/

Riscos crescentes de problemas quanto à capacidade de pagamento da dívida levaram ao aumento das taxas de juros mais longas na comparação com as mais curtas. Ao contrário dos países ricos, o Brasil ainda paga juros reais positivos para se endividar

(…)

Tornam também nítidos os limites que nossos keynesianos de quermesse ainda se recusam a enxergar: ao contrário das economias desenvolvidas, o juro real brasileiro ainda é elevado (para prazos mais longos).

Ou seja, cedo ou tarde teremos que voltar a produzir superávits primários para reverter a tendência de expansão da dívida com relação ao PIB, sob pena de perdermos de vez seu controle e, com ele, qualquer vestígio de estabilidade macroeconômica.

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Tony

21 de outubro de 2020 às 12h49

#fiquemcasa

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    Batista

    21 de outubro de 2020 às 16h57

    Bem mais inteligente que no cemitério antes da hora.

    Nos sete meses de pandemia do covid e pandemônio do negacionista Bolsonaro imitando seu guru:

    155 mil mortos.
    Um morto em cada 1.350 brasileiros.
    Vice-campeão mundial em mortos, atrás apenas do Estados Unidos do guru.
    Quarto colocado mundial em mortes relativas a população, atrás apenas do Peru, Bélgica e Chile, com os Estados Unidos do guru em décimo.
    Atualmente em média, 500 mortes diárias; ‘dois jumbos despencando’ no Brasil, todo dia.

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      Tony

      21 de outubro de 2020 às 19h07

      #fiquemcasa que o coronavirus nao te pega, se deitar de abixo do sofà melhor ainda.

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      Efrem Ventura

      21 de outubro de 2020 às 19h13

      O tempo e o medo passaram e cada dia fica mais claro que destruiram melhoes de empregos e condenaram o Brasil (que estava moribundo apòs 20 anos de bandidismo animalesco) a morte certa por causa de um virus cuja letalidade é ridicula e sem salvar uma sequer vida nem por engano.

      A conta serà paga principalmente pela classe trabalhadora que a esquerdalha imunda tupiniquim finge de defender…TROGLODITAS DE QUARTO MUNDO, NADA MAIS !!

      Responder

        Jusamar Fiori

        21 de outubro de 2020 às 21h53

        A classe trabalhadora é só a muleta q a esquerda usa para ascender na vida.

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      Jerson7

      21 de outubro de 2020 às 20h24

      Não adianta correr o virus fará o percurso dele de qualquer jeito, qualquer medida de fechamento da sociedade é muito mais letal que o vírus.

      A Europa se trancou em março pensando de resolver o problema e tá aí com recordes de casos daqui 15-20 dias chegará o aumento exponencial de óbitos.

      A Argentina está em isolamento há meses, tem recordes de casos e até esse fim de semana terá os números de óbitos em media com os outros países da América latina.

      A imunidade de rebanho é insipensvael independentemente do tamanho do esperneio e medidas para postergar a mesma são cancerígenas.

      O lockdown e o isolamento total serão lembrados em breve como uma da maior cretinice da história da humanidade.

      A merda feita pela parceria China/OMS não tem iguais na história por tanto não parece o caso piorar ainda mais a situação com medidas fantasiosas sem comprovação nenhuma.

      Responder

Chapeleta

21 de outubro de 2020 às 12h45

Mas q nada neh
Seguir gastando
Auxilio emergencial
Bolsa Brasil cidadão sei lah oq
Vai guverno, gasta

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    Paulo Cesar Cabelo

    21 de outubro de 2020 às 13h59

    Engraçado você reclamar disso mas não do dinheiro dado pro Silvio Santos e o Edir Macedo ou do dinheiro que o véio da Havan deve e não paga.
    Esses dois comentários de militontos pagos ou robôs , pagos com dinheiro público , mostram que não temos governo , a única coisa que esse desgoverno faz é tentar culpar os outros pela sua incompetência.

    Responder

      Chapeleta

      21 de outubro de 2020 às 21h16

      publicidade institucional de governo é uma bosta mesmo. Tem q acabar tbm. O cara da Havan contesta q deve e por isso nao paga. Tá certo ele.

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    Hilario

    21 de outubro de 2020 às 19h17

    O auxilio emergencial e o bolsa familia sao indispensavéis, animal.

    Responder

      Chapeleta

      21 de outubro de 2020 às 21h42

      São indispensáveis pra reeleger presidente…….

      Responder

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