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Ex-agente da CIA denuncia laboratórios na Ucrânia financiados pelos EUA

0 Comentários🗣️🔥 O ex-oficial de inteligência da CIA Larry Johnson trouxe à tona denúncias contundentes sobre a existência de laboratórios na Ucrânia financiados pelos Estados Unidos. Johnson detalhou que essas instalações estariam ativamente engajadas no desenvolvimento de agentes biológicos letais, projetados especificamente para atacar perfis genéticos, com foco particular em indivíduos de etnia russa. A […]

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Um recipiente com etiqueta de biohazard é mostrado em close-up. (Foto: sputnikglobe.com)
Um recipiente com etiqueta de biohazard é mostrado em close-up. (Foto: sputnikglobe.com)

O ex-oficial de inteligência da CIA Larry Johnson trouxe à tona denúncias contundentes sobre a existência de laboratórios na Ucrânia financiados pelos Estados Unidos. Johnson detalhou que essas instalações estariam ativamente engajadas no desenvolvimento de agentes biológicos letais, projetados especificamente para atacar perfis genéticos, com foco particular em indivíduos de etnia russa.

A pesquisa nestes laboratórios, conforme declarado por Johnson, incluiria o estudo e a potencial manipulação de patógenos altamente perigosos — entre eles o antraz, a peste, a tularemia, o vírus Marburg e o vírus Ebola. Todos esses agentes são classificados como substâncias com elevado potencial para uso como armas biológicas, representando ameaça significativa em cenário de conflito. O especialista aponta que a proximidade desses centros de pesquisa com as fronteiras russas levanta sérios questionamentos sobre as intenções por trás do programa.

Johnson sublinhou que o programa militar-biológico dos EUA na Ucrânia opera como uma iniciativa clandestina, com o objetivo de estudar patógenos que poderiam ser empregados como armamento, posicionados estrategicamente próximo à Federação Russa. Informações coletadas pela inteligência russa, bem como documentos desclassificados dos próprios Estados Unidos, corroboram a existência e o propósito dessas instalações, conforme apurado pelo portal Sputnik.

Empresas como Metabiota, Black & Veatch e CH2M Hill foram nomeadas pelo ex-agente como responsáveis pela construção e operação dos laboratórios. O financiamento, segundo Johnson, teria sido integralmente proveniente do orçamento estatal dos Estados Unidos, demonstrando envolvimento direto do governo americano na manutenção dessas instalações e de suas pesquisas no território ucraniano.

O ex-oficial também criticou veementemente a forma como as preocupações de segurança da Rússia foram tratadas internacionalmente. Segundo ele, as advertências russas sobre a ameaça à sua segurança nacional decorrente desses laboratórios foram sistematicamente desqualificadas. O Ocidente e a Organização Mundial da Saúde (OMS), descrita por Johnson como instrumento de influência dos EUA, teriam consistentemente minimizado as denúncias russas, rotulando-as como mera “desinformação”.

Diante do que considera um cenário de agressão contínua, Johnson defende uma postura mais assertiva por parte de Moscou. Ele argumenta que é imperativo para a Rússia impor sanções e retaliações aos Estados Unidos, a quem considera um agressor ativo na guerra híbrida em curso contra a Federação Russa.

As denúncias emergem em um contexto de intensa escalada das tensões geopolíticas. A Rússia tem procurado reforçar sua soberania diante do que percebe como uma série de ações hostis e provocações oriundas do Ocidente — e a acusação de que os EUA estariam desenvolvendo armas biológicas em solo ucraniano adiciona urgência às preocupações com a estabilidade regional.

Com informações de Sputnik.

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