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Imagem: Reprodução

FHC diz que aguarda ansioso pelo fim do Governo Bolsonaro

Por Redação

18 de janeiro de 2022 : 11h41

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarou que aguarda o fim do Governo Bolsonaro o “quanto antes” para que o país volte a normalidade institucional, social e econômica.

Ele disse isso durante entrevista a Cebri Revista, publicação trimestral que o “think tank” de relações internacionais, fundado em 1999, está lançando em fevereiro.

Um dos pontos centrais da crítica de FHC é a política externa do atual governo, que durante um bom tempo adotou uma postura de enfrentamento a China, principal parceira comercial do Brasil.

Na avaliação do ex-presidente, os estragos causados por Bolsonaro e Ernesto Araújo ainda podem ser revertidos.

“Espero que termine esse governo Bolsonaro o quanto antes, antes que o estrago seja muito grande. A volta não é difícil”, observou.

“É fácil voltar porque um país como o Brasil tem um peso específico e colocando seu peso a favor da integração, ou melhor, do diálogo com esses vários países (vizinhos), sua voz será mais forte. Será mais ouvida. Ouvida por quem? Pela Europa, pelos EUA, pelo Japão, pela China, os que realmente têm poder no mundo. Se nós falamos por um conjunto, temos muito mais poder do que falando sozinhos. Eu acho que é uma lógica caipira: ‘vamos nos isolar porque é melhor e estamos vivendo entre nós'”, completou.

Com informações de Lauro Jardim

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3 comentários

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Alexandre Neres

18 de janeiro de 2022 às 22h22

Como diria o grande filósofo Gérson, o famoso canhotinha de ouro, acusado injustamente de querer levar vantagem em tudo: tem nego que casa com o dragão e mata a princesa. Cerrrto?

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Kleiton

18 de janeiro de 2022 às 20h37

A normalidade institucional do mensalão, do petrolão, dos assaltos dioturnos as empresas estatais, do aparelhamento do estado e por aí vai… é isso ?

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EdsonLuíz.

18 de janeiro de 2022 às 13h26

Fernando Henrique Cardoso!
Essa figura é grande, muito grande!

Minha régua mede o tamanho da figura, não mede a minha diferença com ele.

Eu poderia pegar Hitler, Pinochet, Duterte ou qualquer outro fascista de direita e chamar de pequeno. Nesse caso a minha régua e a minha discordância com a figura iam coincidir, mas seria pura coincidéncia; régua não pode servir para medir subjetividades, mas medir fatos, dados, história, evidências.

Do mesmo modo eu poderia pegar Stalin, Chaves/Maduro Fidel ou qualquer outro ator político de ultra-esquerda de estilo fascista e chamar de pequeno, e aí de novo haveria uma coincidência entre minha subjetividade e os dados , fatos e evidências.

Régua política é ferramenta da razão, não da percepção ou do desejo, ou então não é regua ou está quebrada.

Tabaré Vasques é um político de esquerda. E é grande! Progressista!

Angela Merkel é uma política de direita, conservadora. E é grande! Progressista!

Lula e bolsonaro são só esses populistas autoritários. Um dissimulado; outro, nem isto. São carismáticos, os dois. Para um eleitorado agarrado a crenças e necessidades, carisma é um prato cheio! São atrasados, os dois. E, populistas e carísmáticos, ‘eles’ são a ideias que defendem, com eles estamos condenados ao atraso.

O que me surpreende é que os dois, um mais em frações grandes da elite industrial e financeira, embora o outro também, e um mais em setores culturais, encontrem apoio para as suas políticas de atraso, aparelhamento do Estado e dos movimentos sociais, apoio a ditadores, corrupção e mandonismo.

Populismo A; populismo B. O Brasil tem um pacto com o atraso!

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