Os advogados de Jair Bolsonaro (PL), no caso da fraude no cartão de vacina, estão pressionando que o tenente-coronel Mauro Cid, braço-direito do ex-inquilino do Planalto, assuma sozinho a responsabilidade pelos crimes.
Interlocutores de Bolsonaro avaliam que o militar não tem outra alternativa além de reconhecer que falsificou os certificados de vacinação. Ao mesmo tempo, advogados de Bolsonaro buscam desvinculá-lo do episódio.
Os bolsonaristas dizem que a investigação da Polícia Federal trouxe fortes provas e difíceis de serem refutados pelo tenente-coronel.
Já o advogado Rodrigo Roca, responsabilidade pela defesa de Cid, afirmou que cogita entrar com um pedido de revogação da prisão.
Além de Mauro Cid, outros dois auxiliares de Bolsonaro também foram presos no âmbito da Operação Venire. São eles: Max Guilherme de Moura e Sergio Cordeiro. Ambos continuam empregados na assessoria direta de Bolsonaro, como prerrogativa do ex-mandatário.
Com informações da Folha