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China critica duramente bloqueio dos EUA no estreito de Ormuz e exige moderação

0 Comentários🗣️🔥 A China reagiu com firmeza às ações dos Estados Unidos que buscam bloquear o tráfego marítimo nos portos do Irã via estreito de Ormuz. O governo chinês pediu que todas as partes mantenham calma e moderação, conforme reportou o portal Actualidad RT. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, apontou que […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 15/04/2026 14:41

A China reagiu com firmeza às ações dos Estados Unidos que buscam bloquear o tráfego marítimo nos portos do Irã via estreito de Ormuz.

O governo chinês pediu que todas as partes mantenham calma e moderação, conforme reportou o portal Actualidad RT.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, apontou que o cerne das interrupções na navegação reside no conflito que envolve o Irã.

Ele defendeu um cessar-fogo imediato como única saída viável para restaurar a normalidade na região.

Guo Jiakun ressaltou que o estreito de Ormuz constitui rota vital para o comércio internacional de bens e energia.

Manter a estabilidade, a segurança e a passagem livre atende aos interesses comuns da comunidade internacional.

O governo chinês classificou o bloqueio americano como perigoso e irresponsável.

Beijing rejeitou ainda as acusações de que forneceria armas ao Irã, chamando-as de falsas e infundadas.

A China reafirmou seu direito de manter relações comerciais e energéticas normais com a República Islâmica do Irã.

Nenhuma potência externa deve interferir nesses assuntos soberanos bilaterais.

Navios sancionados por Washington, como o Rich Starry, de origem chinesa, atravessaram o estreito de Ormuz com carga de metanol.

O episódio demonstra os limites práticos do controle imposto pelos EUA.

A China figura como principal cliente do petróleo iraniano. Estimativas indicam que entre 80 e 90 por cento das exportações de petróleo do Irã destinavam-se a países asiáticos, com forte volume para o mercado chinês.

Qualquer interrupção prolongada no estreito de Ormuz ameaça desequilíbrios na cadeia energética global.

Os efeitos podem se propagar para preços e suprimentos em diversas regiões.

Beijing se apresenta como defensora da soberania iraniana e do direito internacional marítimo.

A liderança chinesa adverte que medidas unilaterais como esse bloqueio contribuem para o enfraquecimento da ordem internacional.

Xi Jinping tem destacado o caráter instável do sistema atual diante das crescentes pressões imperialistas sobre nações soberanas.

Com informações de actualidad.rt.com.

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