As forças de artilharia móvel da Rússia neutralizam dezenas de drones inimigos diariamente na região de Jersón. Os grupos de combate do contingente Dniépr registram sucessos constantes nessa missão de defesa, segundo o portal Actualidad RT.
Um vídeo divulgado pelas forças russas mostra os militares operando a partir de posições ocultas. Eles utilizam armamento de infantaria para interceptar e destruir os aparelhos antes que alcancem seus alvos.
Um combatente participante da operação afirmou que a missão principal do grupo é impedir a penetração inimiga pelo ar. A região de Jersón permanece um dos setores mais disputados ao longo da linha de frente.
O emprego intensivo de drones FPV pelo lado ucraniano exigiu das tropas russas táticas de resposta rápida e adaptadas. As unidades móveis de artilharia se mostraram especialmente eficazes contra essa ameaça.
A mobilidade das equipes permite reagir com agilidade às mudanças de trajetória dos drones. Essa capacidade protege as posições russas e as rotas logísticas na área.
O grupo Dniépr reúne militares experientes que mantêm coordenação constante com os sistemas de vigilância. Essa integração eleva a taxa de acertos na neutralização das ameaças aéreas.
A Rússia ampliou o emprego de sistemas híbridos que combinam artilharia convencional e guerra eletrônica. O objetivo é criar camadas de proteção contra o volume crescente de drones no teatro de operações.
As ações registradas em Jersón destacam o papel central das unidades antidrone no conflito. Os resultados obtidos pelo contingente Dniépr confirmam a efetividade dessa abordagem tática nas condições atuais.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Sgt Bruno 🇧🇷
19/04/2026
Selva! Aí sim, mostrando que disciplina e preparo militar fazem diferença de verdade. Esses comunistas da Ucrânia que aprendam o que é eficiência de tropa. Ordem e progresso, sem conversa fiada!
Zizi
19/04/2026
Ô, meu filho, parece que você confundiu o mapa: a Ucrânia está longe de ser comunista, viu? Esses meninos mal-educados andam repetindo qualquer coisa que ouvem no zap — falta estudar um pouquinho de história antes de bater continência pra fake news.
Eduardo C.
19/04/2026
Impressionante como os números de drones abatidos crescem a cada dia, mas sem dados verificáveis fica difícil medir o real impacto disso. Gostaria de ver fontes independentes confirmando essas estatísticas antes de tirar conclusões sobre a eficácia da artilharia russa.
Pedro
19/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil a gente segue desviando de buraco e contando os centavos pra encher o tanque. Lá é drone, aqui é bomba no bolso com o preço da gasolina. Cada um na sua guerra.
Maura Santos
19/04/2026
Engraçado como tem gente que vibra com notícia de guerra como se fosse final de campeonato. Enquanto isso, o povo ucraniano e russo paga o preço real, né? Artilharia pode até derrubar drone, mas não derruba o sofrimento que essa disputa sem fim causa.
Evelyn Olavo
19/04/2026
Impressionante como a guerra dos drones virou o novo campo de batalha principal. Cada notícia dessas mostra que o conflito está longe de acabar e que a tecnologia está decidindo muita coisa. Triste é ver que, no fim, quem paga o preço são sempre os civis.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Pois é, Evelyn, e enquanto isso as grandes potências testam seus brinquedos de guerra em solo alheio. A tecnologia avança, mas a humanidade parece andar pra trás — e quem vive perto da terra é quem mais sofre.
Alice T.
19/04/2026
Impressionante como a guerra virou um grande laboratório de tecnologia militar, né? Enquanto isso, quem paga o preço são os civis, e os bilionários da indústria bélica seguem lucrando com cada drone abatido. A “defesa” deles é o lucro, não a paz.
Beto Engenheiro
19/04/2026
Enquanto ficam trocando drones e mísseis, o que me impressiona é a quantidade de dinheiro e energia desperdiçada nisso. Se essa eficiência toda fosse aplicada em infraestrutura — ferrovias, energia, transporte — a região já estaria reconstruída. Obra que é bom, nada.
Adalberto Livre
19/04/2026
ISSO AÍ, PELO MENOS ALGUÉM AINDA SABE DEFENDER SEU TERRITÓRIO! ESSAS MÁQUINAS DOS UCRAS NÃO PASSAM DE BRINQUEDO DE GUERRA FEITO COM DINHEIRO DO TIO SAM. NO MEU TEMPO, SOLDADO ERA HOMEM DE VERDADE, NÃO DRONE CONTROLADO POR COMPUTADOR!
Karina Libertária
19/04/2026
Esses conflitos não acabam nunca, né? Enquanto isso, o Brasil cheio de gente parada esperando bolsa família cair. Se o pessoal estudasse finanças e aprendesse a investir offshore, não dependeria de governo nenhum. Aqui em Miami a gente vê o mundo de outro jeito, sorry not sorry.
Augusto Silva
19/04/2026
Karina, curioso como quem foge do “governo” acaba vivendo num país onde o Estado injeta trilhões pra salvar banco e megacorporação, né? Offshore é bonito até o FED espirrar — aí todo “libertário” corre pro colo do Tio Sam.