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Ghalibaf afirma que Irã resistirá até o fim à pressão dos EUA sobre Ormuz

14 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Ghalibaf afirma que Irã resistirá até o fim à pressão dos EUA sobre Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O presidente do Parlamento iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf declarou que o Irã resistirá até o fim à pressão imposta pelos Estados Unidos. A afirmação ocorreu em pronunciamento televisionado durante as negociações […]

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Ilustração editorial sobre Ghalibaf afirma que Irã resistirá até o fim à pressão dos EUA sobre Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente do Parlamento iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf declarou que o Irã resistirá até o fim à pressão imposta pelos Estados Unidos.

A afirmação ocorreu em pronunciamento televisionado durante as negociações bilaterais realizadas em Islamabad. A delegação iraniana participou das conversas com boa vontade, embora imersa em profunda desconfiança em relação às intenções de Washington.

Ghalibaf enfatizou que Teerã se mantém preparada para qualquer cenário, inclusive um eventual confronto militar. O parlamentar acusou os EUA de tentarem desestabilizar o Irã por meio de movimentos de agitação em suas fronteiras ocidental e oriental.

Ele afirmou ainda que os planos americanos de promover uma venezuelização do país para controlar suas exportações de petróleo fracassaram completamente. Conforme noticiou o portal RT, Ghalibaf ressaltou que o inimigo foi derrotado em suas intenções principais, embora a disputa continue em curso.

O dirigente iraniano reforçou a postura de soberania nacional diante das sanções e ameaças externas. Em resposta, o presidente Donald Trump disse à imprensa que as conversas com Teerã têm sido muito boas.

Trump rejeitou, entretanto, o que classificou como chantagem iraniana sobre o Estreito de Ormuz. O Estreito representa uma das passagens marítimas mais estratégicas do planeta, e qualquer interrupção prolongada na rota afeta diretamente o comércio global de petróleo.

As declarações de Ghalibaf consolidam a linha de resistência da República Islâmica. O Irã tem ampliado suas alianças com parceiros estratégicos e com o bloco BRICS para reduzir a dependência do sistema dominado por Washington.

Essa estratégia se insere no contexto da transição para uma ordem multipolar. Potências emergentes desafiam cada vez mais a hegemonia americana em diversas frentes geopolíticas e econômicas.

O impasse persiste após as rodadas de diálogo em Islamabad. Teerã sinaliza que não recuará de sua posição de autodefesa e soberania enquanto os EUA mantiverem a política de coerção e sanções.

A tensão no Golfo Pérsico continua a gerar repercussões em escala global. O Irã reafirma sua determinação de preservar o controle sobre suas decisões estratégicas, independentemente da pressão externa.

Com informações de RT.


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Evelyn Olavo

19/04/2026

Mais uma vez o Irã reforça o discurso de resistência, mas a cada rodada de tensão em Ormuz o mundo segura a respiração. Os EUA parecem não entender que pressão só alimenta o nacionalismo iraniano. No fim, quem paga essa disputa é o comércio global e a população comum.

    Augusto Silva

    19/04/2026

    Perfeito, Evelyn — e o mais curioso é que Washington finge surpresa com o próprio fracasso: décadas de sanções e ameaças só fortaleceram o discurso interno iraniano. É a velha escola da política externa americana, que só entende o mundo em termos de obediência ou punição.

Lurdinha Deus Acima de Todos

19/04/2026

Meu Deus do céu, gente! 🙏🇧🇷 Esses americanos não cansam de arrumar confusão, né? 😡 Vai vendo, daqui a pouco isso vira a terceira guerra mundial e ninguém tá vendo o que tá por trás disso tudo! 🇺🇸🔥

    Rubens O Pescador

    19/04/2026

    Ô Lurdinha, confusão eles arrumam mesmo, mas o povo daqui é que acaba pagando o pato. Quando o Brasil tinha governo que pensava no prato do trabalhador, a gente não dependia tanto desses gringos metidos a donos do mundo.

Clarice Historiadora

19/04/2026

Interessante ver como o Irã mantém a retórica de resistência, mesmo depois de décadas de sanções e bloqueios. A história mostra que a pressão externa costuma reforçar o nacionalismo interno, vide o caso de Cuba. Os EUA parecem não aprender que cerco econômico raramente produz o resultado político desejado.

Karina Libertária

19/04/2026

Esses países vivem num eterno drama contra os EUA e depois reclamam das sanções. Se o Irã investisse melhor, abrisse o mercado e aprendesse a jogar o game global, não dependeria tanto de conflito. Mas claro, é mais fácil posar de vítima do imperialismo do que fazer reformas de verdade.

Francisco de Assis

19/04/2026

Esses americanos acham que mandam no mundo, mas o tempo dessa arrogância já passou. O Irã tem todo o direito de defender sua soberania. O mundo multipolar está aí, firme, e o Brasil de Lula mostra que é possível conversar com todos sem se ajoelhar pra ninguém.

Beto Engenheiro

19/04/2026

Mais um capítulo da mesma novela. Enquanto o mundo gasta energia com ameaças e discursos, falta investimento sério em infraestrutura global — portos, rotas comerciais, ferrovias ligando continentes. Se colocassem metade desse esforço em obras, todos sairiam ganhando.

Eduardo C.

19/04/2026

Resistir “até o fim” soa bonito no discurso, mas o custo econômico disso é brutal. O Estreito de Ormuz concentra cerca de 20% do petróleo mundial — qualquer tensão ali mexe com todos os mercados. Gostaria de ver números concretos sobre o impacto real dessas sanções no PIB iraniano antes de aplaudir bravatas.

Miriam

19/04/2026

Enquanto isso, o mundo inteiro continua pagando o preço por esses jogos de força. Era hora de cada país cuidar da sua própria burocracia e parar de transformar o estreito de Ormuz em palco de bravatas.

Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Selva! Esses ai acham que vão dobrar o Irã na marra, mas esquecem que o povo de lá é casca grossa. Comunista ou não, ninguém gosta de ser mandado por gringo. Lugar de metido a dono do mundo é no lixo da história!

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Concordo contigo, sargento — ninguém gosta de ajoelhar pra gringo. Pena que aqui no Brasil teve muito patriota de WhatsApp que bateu continência pros EUA achando que era independência.

Tonho Patriota

19/04/2026

ISSO AÍ É MAIS UMA PROVA QUE O MUNDO TÁ DE CABEÇA PRA BAIXO! OS EUA QUEREM MANDAR EM TUDO, MAS O IRÃ NÃO VAI DEIXAR NÃO! SE TIVESSEM UM BOLSONARO LÁ, JÁ TINHAM RESOLVIDO ISSO COM NIOBIO E DEUS NO COMANDO! FAZ O L PRA VER SE O PETRÓLEO NÃO SOME!

    Alice T.

    19/04/2026

    Tonho, se niobio e “Deus no comando” resolvessem geopolítica, o Brasil já seria potência mundial faz tempo. Mas o que move esses conflitos é dinheiro e poder, não oração e bravata.


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