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Míssil iraniano de baixo custo destrói drones dos EUA avaliados em milhões de dólares

10 Comentários🗣️🔥 Um míssil iraniano é lançado de um veículo militar em um deserto. (Foto: actualidad.rt.com) Um míssil iraniano de baixo custo conhecido como 358 tem provocado perdas significativas para as forças dos Estados Unidos ao destruir drones e outros ativos militares no Oriente Médio. Com peso aproximado de 50 quilos, o sistema integra um […]

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Um míssil iraniano é lançado de um veículo militar em um deserto. (Foto: actualidad.rt.com)

Um míssil iraniano de baixo custo conhecido como 358 tem provocado perdas significativas para as forças dos Estados Unidos ao destruir drones e outros ativos militares no Oriente Médio.

Com peso aproximado de 50 quilos, o sistema integra um microturborreator e um propulsor de combustível sólido. Ele atinge velocidade subsônica na casa de Mach 0,6 com alcance operacional entre 100 e 150 quilômetros.

O míssil conta com buscador infravermelho para identificar e perseguir alvos. Lançado de plataformas móveis, ele oferece flexibilidade tática considerável em ambientes de conflito.

O analista militar Zhang Xuefeng destaca que o grande mérito do 358 é combinar preço acessível com a habilidade de abater drones de voo lento e médio porte. Modelos como o MQ-9 Reaper, amplamente usado pelos EUA, custam dezenas de milhões de dólares por unidade.

Cada míssil iraniano tem preço estimado em menos de 90 mil dólares. Essa discrepância torna o sistema uma opção extremamente atrativa do ponto de vista econômico para operações prolongadas.

A arma é classificada como híbrida, mesclando características de míssil e de munição kamikaze. Uma vez lançada, ela permanece em modo de patrulha aérea buscando alvos de maneira autônoma.

Quando detecta o objetivo, o 358 mergulha para o impacto final. Essa capacidade de loitering o torna ideal para engajar drones que mantêm presença prolongada sobre áreas específicas.

Sistemas como o Reaper dependem de rotas previsíveis durante missões de vigilância e ataque. O míssil iraniano explora exatamente essa vulnerabilidade para conseguir interceptações bem-sucedidas.

O desenvolvimento do 358 resulta de anos de pesquisa voltados à autossuficiência bélica. O Irã responde assim às sanções impostas por potências ocidentais ao longo de décadas.

A estratégia de Teerã prioriza soluções assimétricas que neutralizam equipamentos adversários muito mais caros e sofisticados. Essa abordagem permite sustentar a defesa nacional mesmo sob forte pressão econômica externa.

O emprego bem-sucedido de mísseis de baixo custo altera o equilíbrio militar no Oriente Médio. Ele desafia diretamente a supremacia aérea que os Estados Unidos e seus aliados buscavam manter na região.

A indústria de defesa iraniana demonstra capacidade de inovação apesar de embargos tecnológicos rigorosos. O míssil 358 exemplifica como engenharia criativa pode compensar desvantagens em orçamento e acesso a componentes estrangeiros.

Especialistas consideram que tal paradigma força Washington a reavaliar suas doutrinas de emprego de ativos aéreos não tripulados. O alto custo de reposição dos drones derrubados representa um fardo crescente para o Pentágono.

O 358 simboliza a transição para formas de combate onde a quantidade e o baixo custo superam a complexidade tecnológica isolada. Ele expõe as fragilidades inerentes a sistemas de guerra excessivamente dispendiosos.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


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Alice T.

19/04/2026

Engraçado como o império bilionário que gasta trilhões em “defesa” tá tomando baile de um míssil de preço popular. Mostra bem que o problema deles nunca foi “falta de recursos”, e sim a arrogância de achar que tecnologia cara vence tudo.

Zé Trovãozinho

19/04/2026

Olha aí, mais uma prova de que não é o preço que vence guerra. Enquanto os EUA torram milhões em brinquedos high-tech, o Irã aparece com um míssil baratinho que faz o mesmo serviço. Mas claro, vão dizer que é culpa de Cuba do Norte ou do STF, né?

    Francisco de Assis

    19/04/2026

    Perfeito, Zé! É o retrato do império gastando bilhões pra descobrir que soberania não se compra em loja de armas. O Brasil que o diga — quando investe no que é nosso, ninguém bota coleira.

Luciana

19/04/2026

Enquanto os grandes gastam bilhões em tecnologia de guerra, vem um míssil baratinho e faz o mesmo estrago. No fim das contas, quem paga essa conta somos nós, com o preço do combustível e do gás subindo por causa dessas brigas lá longe. Eu só queria ver essa eficiência toda aplicada pra baixar o custo da vida do povo.

Beto Engenheiro

19/04/2026

É impressionante como um equipamento simples e barato pode causar tanto prejuízo em tecnologia caríssima. Mostra que eficiência não depende só de dinheiro, e sim de projeto bem pensado. Se fosse no Brasil, eu queria ver um investimento desses em defesa e infraestrutura, não só em discurso.

Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Selva! Tá vendo aí o que dá quando a turma frouxa acha que tecnologia cara resolve tudo? Esses comunistas disfarçados de aliados tão rindo enquanto os EUA tomam prejuízo. É por isso que a gente precisa investir em defesa de verdade e não em discurso bonito!

    Maura Santos

    19/04/2026

    Sgt Bruno, engraçado falar em “defesa de verdade” quando o pessoal que você defende deixou até o apagão energético acontecer e sucateou a indústria nacional. Se depender deles, nem internet pra pilotar drone sobra.

Pedro

19/04/2026

Enquanto isso aqui no Brasil a gente mal consegue pagar o IPVA e a gasolina tá nas alturas. Lá fora um míssil baratinho faz estrago em equipamento milionário… mostra que às vezes o simples é o que funciona.

Celio Fazendeiro

19/04/2026

Esses iranianos sabem fazer barulho com troco de pinga. Enquanto o Ocidente gasta bilhões em brinquedos voadores, os caras montam um cano com motorzinho e derrubam tudo. É o que dá depender de tecnologia cara em vez de estratégia de verdade.

    Mariana Ambiental

    19/04/2026

    Pois é, Celio, quando a lógica é gastar sem pensar, o resultado é esse: um tubo com motorzinho desmontando o fetiche tecnológico dos bilionários. Estratégia e simplicidade ainda valem mais que o glamour do armamento caro.


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