Forças navais dos EUA atacaram e capturaram o cargueiro iraniano M/V Touska enquanto ele navegava pelo norte do mar Arábico, no golfo de Omã. Segundo o portal RT, o navio retornava do porto de Gaolan, em Zhuhai, na China.
O Touska foi interceptado a cerca de 48 quilômetros da costa iraniana. O destróier USS Spruance disparou ao menos três vezes contra a casa de máquinas, desativando os motores da embarcação sem afundá-la.
Fuzileiros navais da 31ª Unidade Expedicionária dos EUA abordaram o cargueiro e assumiram seu controle total. A embarcação pertence à Companhia Naviera da República Islâmica do Irã e pode transportar até 4.800 contêineres de 20 pés.
Autoridades norte-americanas alegam que o navio transportava materiais ligados ao programa de mísseis balísticos iraniano. Teerã rejeita a acusação e a considera parte da campanha de sanções e pressão imposta por Washington.
O porto de Gaolan exporta perclorato de sódio, substância usada na fabricação de combustível para foguetes. O Irã nega qualquer irregularidade na carga transportada pelo Touska.
O caso representa a primeira abordagem e captura desde que os EUA impuseram o bloqueio naval ao Irã. Nas semanas anteriores, 25 embarcações haviam sido forçadas a retornar por ordens americanas.
O alto comando iraniano classificou a ação como pirataria e violação do direito internacional marítimo. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que o estreito de Ormuz permanecerá fechado até a suspensão total do bloqueio.
Qualquer embarcação que se aproxime da área será tratada como colaboradora do inimigo e poderá ser atacada. A medida responde ao que o Irã define como agressão direta contra sua soberania.
O presidente Donald Trump culpou Teerã pelo fracasso das negociações em Islamabad, no Paquistão. Ele afirmou que o Irã se recusou a renunciar às suas ambições nucleares.
O incidente ocorre após o cessar-fogo entre Israel e o Líbano. A nova tensão no golfo de Omã ameaça o fluxo de petróleo e mercadorias na rota marítima estratégica.
A captura do Touska eleva o confronto naval entre os dois países. O episódio expõe a resistência iraniana ao bloqueio imposto pelos EUA na região.
Com informações de ACTUALIDAD.
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