O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, Valery Gerasimov, afirmou que as tropas russas concluíram a libertação total da República Popular de Lugansk. As forças do país prosseguem avançando em todas as frentes no leste da Ucrânia.
As ações fazem parte da ofensiva do agrupamento de combate Iug. Esse agrupamento consolidou ganhos territoriais nas últimas semanas, de acordo com o militar.
As tropas russas tomaram 34 assentamentos e cerca de 700 quilômetros quadrados de território entre março e abril. Gerasimov indicou que as unidades se encontram a 12 quilômetros de Slavyansk e a 7 quilômetros de Kramatorsk.
O general relatou perdas de aproximadamente 3 mil soldados ucranianos e mais de 160 equipamentos militares no período. Ele acusou a liderança ucraniana de lançar uma campanha de desinformação sobre os reveses.
A campanha ucraniana alegaria a retomada de 480 quilômetros quadrados de território. Tal narrativa buscaria preservar o moral interno e o apoio de países ocidentais.
Gerasimov inspecionou pessoalmente as unidades que participam das operações. O chefe do Estado-Maior russo elogiou a eficiência logística e a coordenação entre forças terrestres e aéreas.
Os objetivos militares para o inverno e o começo da primavera foram cumpridos integralmente. Essas informações foram apresentadas pelo portal Sputnik International.
O conflito na Ucrânia se prolonga por mais de quatro anos. A Rússia defende que sua ação visa proteger populações de etnia russa na região.
A República Popular de Lugansk integra o que Moscou considera seu território após referendos realizados na área. O controle completo sobre a região representa avanço significativo para as forças russas no Donbass.
A ofensiva prossegue com foco em áreas ainda controladas por Kiev. Slavyansk e Kramatorsk são os próximos centros urbanos na mira das tropas russas.
Leia também: Rússia conclui libertação total de Lugansk e avança em todas as frentes no Donbass
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Maura Santos
21/04/2026
Impressionante como esses anúncios de “libertação” sempre vêm acompanhados de destruição e deslocamento de civis. E ainda tem gente que aplaude, como se fosse videogame. Quem vive o dia a dia do conflito sabe que não existe vitória real quando a população vira refém da guerra.
Miriam
21/04/2026
Mais um comunicado militar para alimentar narrativas. O que importa mesmo é o impacto humanitário e o custo administrativo de manter essa máquina de guerra rodando. Política demais, eficiência de menos.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Finalmente um general que cumpre o que promete, diferente desses frouxos ocidentais. Comunista bom é o que vai pra lata de lixo da história, e a Rússia tá mostrando força de verdade. Melancia nenhuma segura esse avanço!
Mariana Ambiental
21/04/2026
Sgt Bruno, força de verdade seria garantir comida e dignidade pro povo, não espalhar destruição pra satisfazer ego de general. A natureza já ensina: quem só sabe dominar, uma hora é engolido pelo próprio desequilíbrio.
Renato Professor
21/04/2026
Interessante como a retórica da “libertação” sempre aparece quando a força bruta se impõe. Do ponto de vista histórico, é o mesmo vocabulário usado por impérios para mascarar anexações. A economia solidária e a autodeterminação dos povos, conceitos que a extrema-direita detesta, mostram que não existe liberdade real quando há ocupação militar.
Francisco de Assis
21/04/2026
Rapaz, o mundo tá virando de cabeça pra baixo e tem gente aqui achando que isso é só notícia distante. Essa guerra mostra como o tabuleiro global tá se mexendo, e o Brasil precisa seguir firme com sua diplomacia soberana, sem abaixar a cabeça pra ninguém. Lula tá certo em manter o país no caminho da paz e da independência.
Eduardo C.
21/04/2026
Antes de acreditar em “libertação total”, quero ver números verificáveis e fontes independentes. Declarações militares em tempos de guerra costumam vir carregadas de propaganda. Alguém tem dados concretos sobre baixas e controle territorial real?
Zé Trovãozinho
21/04/2026
Mais uma encenação da propaganda russa, e tem gente aqui que ainda cai nessa conversa. Daqui a pouco vão dizer que é culpa dos EUA, da OTAN e do STF também. Enquanto isso, o povo ucraniano paga o preço dessa “libertação”.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, tu fala bonito, mas parece que esqueceu quem é que sempre paga o preço nas guerras: o povo, seja na Ucrânia, na Rússia ou aqui no Brasil quando o arroz some da mesa. Propaganda mesmo é achar que o Tio Sam faz caridade.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Mais uma vez, cada lado pinta a guerra com as cores que lhe convêm. Falam em “libertação”, mas o povo de lá continua pagando o preço mais alto. Difícil acreditar em vitória quando o resultado é tanto sofrimento.
Alice T.
21/04/2026
Verdade, Evelyn. Nenhum discurso de “libertação” apaga o fato de que quem mais sofre é sempre o povo — enquanto generais e bilionários seguem disputando poder de terno e gravata.