O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu adotar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos após a expulsão do delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo do território norte-americano.
Lula fez a declaração em conversa com jornalistas na cidade alemã de Hannover. O chefe de Estado disse que o governo brasileiro não aceitará abusos contra um agente nacional.
“Se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil.” Lula reforçou que o Itamaraty e o Ministério da Justiça estão acompanhando o episódio.
O delegado Marcelo Ivo foi expulso dos Estados Unidos um dia após a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem. O policial atuava em cooperação com autoridades norte-americanas em investigações ligadas à captura de foragidos.
O Departamento de Estado alegou que o delegado tentou manipular o sistema de imigração. Os norte-americanos acusaram o brasileiro de contornar pedidos formais de extradição para estender perseguições políticas em seu território.
A nota foi recebida com surpresa em Brasília. O governo brasileiro considera a cooperação policial um instrumento legítimo de combate a crimes transnacionais.
A Polícia Federal informou que a prisão de Ramagem decorreu de cooperação internacional entre os dois países. A corporação destacou que Alexandre Ramagem é considerado foragido da Justiça brasileira.
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem tornou-se réu no Supremo Tribunal Federal. Ele responde a acusações de organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito.
O caso levanta questões sobre os limites da cooperação internacional em segurança e justiça. As versões do Brasil e dos Estados Unidos divergem sobre a conduta do delegado da Polícia Federal.
Conforme o portal UOL, o policial brasileiro participava de investigações conjuntas no âmbito da parceria policial mantida entre Brasília e Washington.
A reação de Lula sinaliza posição firme do governo brasileiro no caso. O presidente afirmou que não pretende aceitar ações que considere abusivas contra agentes nacionais.
O Itamaraty acompanha o desenrolar do incidente diplomático. Autoridades dos dois países tratam o tema por meio de canais bilaterais.
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Mariana Ambiental
21/04/2026
Tá certíssimo o Lula em responder à altura. Os EUA vivem se achando donos do mundo, mas quando o Brasil reage, já chamam de “radicalismo”. Reciprocidade é o mínimo pra quem quer relações de respeito e soberania, não subserviência.
Francisco de Assis
21/04/2026
É isso aí, presidente! Chega de abaixar a cabeça pros gringos acharem que mandam no Brasil. Se os EUA quiserem respeito, que respeitem também. O tempo da submissão acabou — agora é soberania na prática!
Tadeu
21/04/2026
Sinceramente, isso de reciprocidade com os EUA não muda nada na minha vida. Enquanto o governo estiver mais preocupado com briga diplomática do que com inflação e juros, o bolso da gente continua apertado. Quero ver ação concreta pra segurar preço e melhorar investimento, não discurso.
Adalberto Livre
21/04/2026
AH PRONTO, LÁ VEM ESSE GOVERNO QUERER BATER DE FRENTE COM OS EUA, COMO SE FOSSE POTÊNCIA! ISSO É O QUE DÁ BOTAR COMUNISTA PRA MANDAR NO PAÍS, FICA PAGANDO DE MACHÃO LÁ FORA ENQUANTO AQUI TÁ TUDO UM CAOS! VAI TRABALHAR, LULA, E PARA DE PASSAR VERGONHA INTERNACIONAL!
Zizi
21/04/2026
Adalberto, meu filho, estudar um pouquinho de história não faz mal a ninguém. O Brasil sempre foi soberano e não precisa pedir bênção pra Tio Sam — reciprocidade é o mínimo que se espera de quem se respeita.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Acho justo o Brasil responder à altura, mas espero que isso não vire só briga diplomática pra plateia. O ideal seria resolver com diálogo e transparência, sem deixar barato, claro. Os EUA sempre se acham no direito de tudo, e tá na hora de lembrar que respeito é via de mão dupla.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Diplomacia é via de mão dupla. Se os EUA chutaram o delegado, o Brasil tem mais é que responder à altura. Mas tomara que isso não vire só discurso — quero ver ação concreta, não conversa fiada.
Tonho Patriota
21/04/2026
FAZ O L AÍ AGORA, BRASIL! O HOMEM QUER ENFRENTAR OS EUA, COMO SE FOSSE O SUPER-HERÓI DO COMUNISMO! ISSO VAI SOBRAR PRA GENTE, PODE ANOTAR. ENQUANTO ISSO, TÃO ESCONDENDO O VERDADEIRO TESOURO DO NIÓBIO!
Jeferson da Silva
21/04/2026
Tonho, herói do comunismo é quem enfrenta de cabeça erguida quem sempre tratou o Brasil como quintal. E sobre o nióbio, meu amigo, tenta achar um trabalhador que viu um centavo disso no bolso — só serviu pra encher discurso de político picareta.
Karina Libertária
21/04/2026
Ai, sinceramente, esse Lula não cansa de passar vergonha internacional. Quer bancar o tough guy com os EUA, mas vive bajulando ditaduras. Se achasse tão ruim assim, investia o dinheiro dele lá fora, como todo mundo smart faz, em vez de ficar jogando pra plateia.
Clarice Historiadora
21/04/2026
Karina, impressionante como vocês confundem soberania com “vergonha internacional”. Lula não está jogando pra plateia — está lembrando que o Brasil não é quintal de ninguém, coisa que a turma do “smart money” parece ter esquecido desde a República Velha.
Rubens O Pescador
21/04/2026
É isso aí, Lula tem que mostrar que o Brasil não é quintal de americano nenhum. No tempo em que o povo comia churrasco no domingo e o botijão não era luxo, o respeito vinha junto. Agora é hora de lembrar pros gringos que aqui tem governo de verdade, não capacho.
Lurdinha Deus Acima de Todos
21/04/2026
Vixe Maria, cada vez mais esse mundo tá de ponta-cabeça! 🇧🇷🙏 Se até os americanos tão expulsando delegado, é porque tem coisa grande por trás… cuidado, minha gente, daqui a pouco fecham as igrejas e ninguém vai poder nem rezar em paz! 🇺🇸😱
Alice T.
21/04/2026
Calma, Lurdinha, o delegado não foi expulso por rezar, e sim por meter o bedelho onde não devia. Misturar diplomacia com paranoia religiosa é o jeitinho perfeito de desviar o foco dos fatos.