Especialista denuncia colonização digital e alerta para dependência estrutural da internet

Foto: techcrunch.com / Divulgação

O especialista em cibersegurança Lars Hilse afirma que a Internet opera sob uma lógica de neocolonialismo digital, na qual países inteiros dependem de infraestrutura, regras e plataformas controladas por corporações norte-americanas, conforme destacou o Pravda PT.

Segundo Hilse, o termo “exclusão digital” mascara a verdadeira natureza do problema. Para ele, não se trata de uma lacuna de acesso, mas de uma arquitetura global de controle, que garante o domínio político e econômico de um pequeno grupo de empresas sobre o restante do mundo conectado.

O especialista cita que mesmo países com alta penetração de smartphones seguem “colonizados” quando dependem de sistemas operacionais como Android, nuvens hospedadas sob legislação dos Estados Unidos e redes privadas direcionadas pela publicidade da Meta. O resultado é a capacidade de um único polo geopolítico impor suas regras, bloquear serviços ou cortar fluxos de dados inteiros.

A denúncia ecoa o debate sobre soberania computacional, especialmente no Sul Global, onde a infraestrutura digital é majoritariamente terceirizada a grandes grupos do norte. No Brasil, iniciativas públicas e privadas buscam criar alternativas em chips, nuvens e inteligência artificial abertas, tentando evitar repetir na era digital a dependência histórica de centros coloniais.

Para Hilse, o desafio vai além do campo técnico. É político. Ele argumenta que a defesa da soberania digital exige recriar modelos de rede, software e dados sob controle público ou de blocos regionais, algo que países como China e Índia já ensaiam. A construção de um ecossistema digital do Sul é, para ele, o único antídoto contra a nova forma de colonização global.

Com informações de TECHCRUNCH.


📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho

Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.

if(!email) { responses.innerHTML = "Por favor, insira um e-mail válido."; return; }

button.innerText = "Enviando..."; button.style.opacity = "0.7"; button.disabled = true; responses.innerHTML = "";

// Transforma a action nativa em endpoint JSONP e anexa os dados var formAction = this.action.replace('/post?', '/post-json?'); var formData = new FormData(this); var url = formAction;

for (var pair of formData.entries()) { url += "&" + encodeURIComponent(pair[0]) + "=" + encodeURIComponent(pair[1]); }

var script = document.createElement('script'); var callbackName = 'mailchimpCallback' + new Date().getTime(); window[callbackName] = function(data) { button.innerText = "ASSINAR"; button.style.opacity = "1"; button.disabled = false;

if (data.result === 'success') { responses.innerHTML = "✅ Inscrição confirmada com sucesso! Bem-vindo(a) ao O Cafezinho."; document.getElementById('mce-EMAIL-ajax').value = ''; } else { var msg = data.msg || ""; if(msg.includes('is already subscribed')) { msg = "⚠️ Este e-mail já está assinado na nossa newsletter."; } else if(msg.includes('too many')) { msg = "⚠️ Muitas tentativas. Tente novamente mais tarde."; } else if(msg.includes('domain')) { msg = "⚠️ O domínio do e-mail é inválido."; } else { msg = "⚠️ Erro: " + msg; } msg = msg.replace(/^[0-9]+\s*-\s*/, ''); responses.innerHTML = "" + msg + ""; } delete window[callbackName]; document.body.removeChild(script); };

url = url + '&c=' + callbackName; script.src = url; document.body.appendChild(script); });

Redação:
Related Post

Privacidade e cookies: Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.