O Comando Central dos Estados Unidos ordenou que 31 embarcações invertessem a rota ou retornassem aos portos de origem, em meio à escalada de tensão no estreito de Ormuz, conforme informado pelo liveblog da agência ANSA.
Forças da República Islâmica capturaram duas embarcações cargueiras e atacaram uma terceira na região. Esses incidentes elevaram significativamente o risco de um confronto mais amplo no Golfo Pérsico.
Autoridades iranianas afirmaram que o país está pronto para responder a qualquer provocação militar. Elas prometeram o que descreveram como ‘surpresas bélicas’ na defesa da soberania nacional.
O estreito de Ormuz constitui uma rota essencial para o suprimento global de energia. Aproximadamente um quinto do petróleo mundial transita por suas águas todos os anos.
Países europeus aliados dos EUA iniciaram a mobilização de suas forças navais para a área. A Itália confirmou o envio de quatro navios em conjunto com França, Reino Unido, Holanda e Bélgica.
Essa coordenação busca assegurar a continuidade do fluxo comercial marítimo. Observadores interpretam o movimento como indicativo de maior pressão militar ocidental sobre o Golfo.
Em desenvolvimento separado, o Irã executou o cidadão Soltanali Shirzadi Fakhr, condenado por colaborar com o serviço de inteligência israelense Mossad. O portal Mizan Online, ligado ao Judiciário iraniano, divulgou a informação, e a Suprema Corte confirmou a sentença após confissão de participação em atos terroristas.
O caso reforça as denúncias de Teerã sobre a atuação de redes de espionagem estrangeiras em seu território. O estreito de Ormuz separa o Golfo Pérsico do Golfo de Omã e representa um ponto estratégico vital.
A escalada de tensões eleva os riscos para a estabilidade do comércio energético internacional. Especialistas acompanham de perto os desdobramentos que envolvem múltiplas potências navais na região.
Com informações de LIVEBLOG.
Leia também: Irã reforça arsenal durante trégua e fecha estreito de Ormuz contra ações navais dos EUA
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