O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou o bloqueio econômico dos Estados Unidos como o principal responsável pela crise energética na ilha.
O chanceler afirmou que as sanções impostas por Washington provocam graves dificuldades no abastecimento de combustíveis e no funcionamento do sistema elétrico nacional. Ele criticou as tentativas de culpar apenas a administração cubana pela escassez de energia.
Rodríguez Parrilla argumentou que essa narrativa ignora deliberadamente os impactos das medidas coercitivas americanas sobre a economia da nação caribenha. O Ministério de Energia e Minas registrou a ausência de fornecimentos regulares de combustíveis entre dezembro de 2025 e março de 2026.
A situação começou a se normalizar parcialmente após a chegada de um navio russo com petróleo. O chanceler destacou que a melhora no Sistema Eletroenergético Nacional demonstra a solidariedade internacional com Cuba.
Segundo o teleSUR, o ministro de Energia e Minas, Vicente de la O Levy, classificou de brutal o efeito do cerco energético na população e na rede elétrica. O titular relatou a paralisação completa de centrais termoelétricas dependentes de combustível importado em Mariel, Moa e na patana de Havana.
Vicente de la O Levy denunciou ainda que empresas estrangeiras negaram o uso de softwares de calibração e retiraram técnicos das usinas sob pressão externa. As autoridades cubanas passaram a priorizar a inovação nacional e a soberania tecnológica para manter as plantas energéticas em operação.
Engenheiros e técnicos locais adaptaram componentes e criaram alternativas para reduzir o déficit energético apesar das sanções. As autoridades cubanas superaram as metas do plano de recuperação de capacidade geradora no primeiro trimestre de 2026.
Rodríguez Parrilla reiterou que o bloqueio norte-americano, vigente há mais de seis décadas, representa o principal obstáculo ao desenvolvimento do país. O chanceler defendeu a importância da solidariedade internacional e das alianças com outras nações para enfrentar as consequências das medidas de Washington.
O governo cubano busca ampliar a cooperação energética com aliados como Rússia e China. Essa iniciativa visa mitigar os efeitos das sanções e fortalecer a autonomia tecnológica da ilha.
Leia mais sobre o assunto na telesurtv.net.
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