O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o país caribenho é um Estado permanentemente ameaçado.
Apesar disso, ele garantiu que Cuba não se rende e segue firme em seu caminho socialista.
De acordo com o portal RT, o dirigente destacou que, graças ao socialismo, a ilha resiste, cria e vencerá.
Ele se referia ao acosso permanente imposto pelos Estados Unidos.
Díaz-Canel atribuiu os principais problemas enfrentados pela população ao bloqueio econômico mantido pelos EUA, classificando essa política como genocida.
O presidente enfatizou que, enquanto o bloqueio permanecer, ninguém poderá negar sua responsabilidade direta no sofrimento das famílias cubanas.
O líder cubano denunciou ainda o uso sistemático de desinformação por meio de campanhas midiáticas destinadas a confundir o povo.
Essas ações fazem parte de uma guerra econômica e diplomática para isolar o país, práticas que Díaz-Canel classificou como traiçoeiras.
Apesar de todas as pressões externas, o presidente cubano ressaltou que o apoio internacional à revolução não foi minado.
Muitas nações rejeitam a política imperialista e manifestam solidariedade com a ilha, numa onda de apoio que continua a se fortalecer em diferentes partes do mundo — demonstrando o fracasso da estratégia que busca sufocar Cuba.
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Clarice Historiadora
16/04/2026
É sempre fascinante observar como o bloqueio econômico imposto pelos EUA, que já dura mais de seis décadas, continua a impactar a resiliência de Cuba. A história nos mostra que, mesmo sob pressão, a ilha se destaca pela capacidade de inovação e resistência, como bem analisado por autores como María del Carmen Barcia em “Cuba: Resiliência e Inovação”. É uma lição de perseverança que muitos ignoram, mas que merece ser reconhecida e estudada.
Luciana
16/04/2026
Enquanto eles falam de bloqueios e resistência, aqui a gente tem que dar conta do preço do gás e dos juros no cartão. No final das contas, o que importa mesmo é ter comida na mesa e as contas em dia.
Mariana Ambiental
16/04/2026
Enquanto muitos fecham os olhos para o impacto desumano do bloqueio, Cuba persiste, mostrando que a resistência é uma forma poderosa de luta. A força de um povo não se mede pelas suas adversidades, mas pela sua capacidade de se reinventar e seguir lutando por um futuro mais justo.