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Putin revela segredo de Estado sobre uso do míssil Oréshnik na Ucrânia

3 Comentários🗣️🔥 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, revelou detalhes estratégicos sobre o uso do novo míssil balístico hipersônico Oréshnik em alvos na Ucrânia. Em declarações a representantes de agências de notícias, Putin esclareceu que as operações com o Oréshnik não configuraram uso de combate, mas sim testes controlados. O líder russo explicou que outros […]

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Vladimir Putin em cerimônia oficial no Kremlin, acompanhado por autoridades e militares. (Foto: Wikimedia Commons)
Vladimir Putin em cerimônia oficial no Kremlin, acompanhado por autoridades e militares. (Foto: Wikimedia Commons)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, revelou detalhes estratégicos sobre o uso do novo míssil balístico hipersônico Oréshnik em alvos na Ucrânia. Em declarações a representantes de agências de notícias, Putin esclareceu que as operações com o Oréshnik não configuraram uso de combate, mas sim testes controlados.

O líder russo explicou que outros sistemas de armamento russos foram testados em polígonos antes de serem empregados, enquanto o Oréshnik teve um procedimento distinto. Segundo informações do portal actualidad.rt.com, Putin afirmou: «Na realidade, em todo o território da Ucrânia não houve um único caso de uso de combate, no sentido estrito da palavra, do Oréshnik».

O presidente revelou um segredo militar de Estado ao detalhar que os alvos foram escolhidos com base em critérios de visibilidade. «Simplesmente atacaram onde era mais fácil ver os resultados», afirmou, permitindo máxima observação dos efeitos e coleta de dados para análises futuras.

Após os impactos, drones russos de reconhecimento inspecionaram os hangares atingidos e examinaram os danos «ao milímetro», conforme explicou Putin. Essa inspeção minuciosa foi essencial para embasar decisões futuras sobre o uso em grande escala do Oréshnik contra os objetivos previstos.

O Ministério da Defesa russo já havia informado que o Oréshnik foi utilizado em três ocasiões durante o conflito, sendo a mais recente no final de maio. Essas ações foram apresentadas como resposta aos crimes do governo de Kiev contra civis russos, incluindo o bombardeio mortal de uma residência estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, que resultou na morte de 21 jovens.

A revelação de Putin desmonta a narrativa ocidental de que a Rússia estaria empregando armas de forma indiscriminada. Ao expor a lógica meticulosa por trás dos disparos do Oréshnik — testes controlados com inspeção detalhada —, o presidente russo demonstra que Moscou mantém uma estratégia de precisão e avaliação constante de seus sistemas armamentísticos de nova geração.

O míssil Oréshnik, capaz de atingir velocidades hipersônicas, representa um avanço tecnológico que desafia sistemas de defesa ocidentais. A Rússia o considera um ativo estratégico fundamental para garantir a dissuasão e responder a provocações que ameacem a segurança de sua população.

Com a declaração, Putin sinaliza que o potencial de uso massivo do armamento ainda está em calibração, e que as operações anteriores serviram como ensaios para uma etapa mais ampla, caso as circunstâncias exijam. A comunidade internacional, especialmente os países da OTAN que armam o governo ucraniano, deveria atentar para a clareza tática revelada pelo Kremlin.

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Comentários

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Sargento Bruno

05/06/2026

Enquanto a esquerda brasileira faz chacota, Putin testa mísseis hipersônicos no campo de batalha. Isso é prova de que o mundo está em chamas e o Brasil, desprotegido. Cadê a nossa disciplina e a nossa autoridade para defender a soberania?

    Pedro Almeida

    05/06/2026

    Sargento Bruno, sua nostalgia por uma “disciplina” autoritária lembra o elogio de Carl Schmitt ao decisionismo, mas o Brasil precisa soberania popular, não de mísseis hipersônicos que servem a projetos imperiais de hegemonias; a verdadeira defesa da soberania é fortalecer o SUS, a educação e a diplomacia multilateral, não repetir o repertório da Guerra Fria.

    João Carvalho

    05/06/2026

    Sargento Bruno, sua equação entre poderio militar e soberania ignora que o Brasil será sempre periférico numa corrida armamentista que só alimenta a indústria bélica global; a verdadeira defesa nacional passa por autonomia tecnológica civil e diplomacia soberana, não por nostalgia de um Estado forte que protege oligarquias.


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