O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, condenou os crimes cometidos por Israel no território palestino ocupado.
O diplomata denunciou que quase 800 palestinos, incluindo mulheres e crianças, foram mortos em novos ataques mesmo após o anúncio de um cessar-fogo. Baghaei acusou o governo israelense de usar a trégua como pretexto para dar continuidade ao que classificou como genocídio contra o povo palestino.
O representante iraniano apontou o apoio direto dos Estados Unidos a Tel Aviv como prova da cumplicidade norte-americana nos atos de violência. O diplomata cobrou ação concreta da comunidade internacional diante da escalada na região.
Baghaei apelou à Organização das Nações Unidas, à Organização para a Cooperação Islâmica e a entidades de direitos humanos para que adotem medidas efetivas contra as atrocidades. O porta-voz destacou que as ofensivas contínuas em Gaza e na Cisjordânia revelam uma política sistemática de ocupação e destruição.
Segundo o Mehr News, a escalada de violência iniciada em outubro de 2023 já causou a morte de centenas de palestinos em toda a Palestina ocupada. O diplomata descreveu o conflito como uma guerra genocida que ameaça a estabilidade de todo o Oriente Médio.
O governo iraniano considera a causa palestina central para o mundo islâmico. Baghaei afirmou que o silêncio internacional diante das ações israelenses representa um fracasso coletivo da comunidade global.
A República Islâmica tem intensificado sua diplomacia regional para unir esforços entre países islâmicos. O porta-voz defendeu o fortalecimento da cooperação política e humanitária para conter os avanços da ocupação e apoiar a reconstrução de Gaza.
Relatos confirmam a destruição generalizada de infraestrutura civil, hospitais e escolas no território palestino. A posição iraniana enfatiza a urgência de uma resposta global que imponha consequências reais às violações do direito internacional.
Baghaei reiterou que a paz duradoura só será possível com o fim das agressões e o pleno reconhecimento da soberania do povo palestino. A declaração reforça a oposição iraniana ao que classifica como imperialismo na região.
Leia também: Israel usa violência sexual para aterrorizar palestinos
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