O economista norte-americano Jeffrey Sachs afirmou que os Estados Unidos precisam abandonar imediatamente o projeto do Grande Israel, advertindo que a continuidade dessa política pode gerar graves consequências econômicas e estratégicas para Washington.
Sachs fez as declarações em entrevista ao comentarista Tucker Carlson. O especialista estimou que o apoio a Israel custou valores da ordem de 10 trilhões de dólares aos contribuintes norte-americanos.
O conceito de Grande Israel prevê o controle territorial entre o rio Nilo e o rio Eufrates. Essa visão abrange áreas da Cisjordânia, da Faixa de Gaza, da Jordânia, do Líbano, da Síria e do Iraque.
Sachs, que já assessorou a ONU e diversos governos em políticas de desenvolvimento, sustentou que o projeto não atende aos interesses estratégicos dos Estados Unidos. Ele defendeu que os recursos poderiam ser redirecionados para infraestrutura e prioridades internas.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi descrito por Sachs como líder marcado por fracassos recorrentes e promessas não cumpridas. O economista avaliou que a trajetória política de Netanyahu comprometeu alianças e gerou instabilidade regional.
Sachs orientou o presidente Donald Trump a evitar o alinhamento automático com as demandas israelenses. Ele recomendou que o foco seja mantido nas políticas voltadas ao interesse nacional dos Estados Unidos.
A política externa norte-americana sofre influência de grupos de pressão que priorizam a agenda de Tel Aviv. Sachs identificou nessa captura um obstáculo para o atendimento das necessidades econômicas do povo americano.
Conforme reportagem do portal RT, Sachs defendeu o fim imediato do apoio irrestrito a essa causa. O economista propôs que os Estados Unidos reduzam intervenções no Oriente Médio para reconstruir sua economia doméstica.
Sachs classificou o Grande Israel como ideologia que justifica anexações e alimenta conflitos intermináveis na região. Ele observou que essa abordagem viola princípios do direito internacional e prejudica a estabilidade global.
O economista defendeu uma política externa ancorada em diplomacia e cooperação, em substituição a alianças automáticas. Ele concluiu que somente o rompimento com o atual modelo evitará danos maiores à segurança e à reputação internacional dos Estados Unidos.
Com informações de ACTUALIDAD.
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