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Jeffrey Sachs critica duramente apoio dos EUA ao projeto do Grande Israel

30 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Jeffrey Sachs critica duramente apoio dos EUA ao projeto do Grande Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O economista norte-americano Jeffrey Sachs afirmou que os Estados Unidos precisam abandonar imediatamente o projeto do Grande Israel, advertindo que a continuidade dessa política pode gerar graves consequências econômicas e estratégicas para Washington. […]

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Ilustração editorial sobre Jeffrey Sachs critica duramente apoio dos EUA ao projeto do Grande Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O economista norte-americano Jeffrey Sachs afirmou que os Estados Unidos precisam abandonar imediatamente o projeto do Grande Israel, advertindo que a continuidade dessa política pode gerar graves consequências econômicas e estratégicas para Washington.

Sachs fez as declarações em entrevista ao comentarista Tucker Carlson. O especialista estimou que o apoio a Israel custou valores da ordem de 10 trilhões de dólares aos contribuintes norte-americanos.

O conceito de Grande Israel prevê o controle territorial entre o rio Nilo e o rio Eufrates. Essa visão abrange áreas da Cisjordânia, da Faixa de Gaza, da Jordânia, do Líbano, da Síria e do Iraque.

Sachs, que já assessorou a ONU e diversos governos em políticas de desenvolvimento, sustentou que o projeto não atende aos interesses estratégicos dos Estados Unidos. Ele defendeu que os recursos poderiam ser redirecionados para infraestrutura e prioridades internas.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi descrito por Sachs como líder marcado por fracassos recorrentes e promessas não cumpridas. O economista avaliou que a trajetória política de Netanyahu comprometeu alianças e gerou instabilidade regional.

Sachs orientou o presidente Donald Trump a evitar o alinhamento automático com as demandas israelenses. Ele recomendou que o foco seja mantido nas políticas voltadas ao interesse nacional dos Estados Unidos.

A política externa norte-americana sofre influência de grupos de pressão que priorizam a agenda de Tel Aviv. Sachs identificou nessa captura um obstáculo para o atendimento das necessidades econômicas do povo americano.

Conforme reportagem do portal RT, Sachs defendeu o fim imediato do apoio irrestrito a essa causa. O economista propôs que os Estados Unidos reduzam intervenções no Oriente Médio para reconstruir sua economia doméstica.

Sachs classificou o Grande Israel como ideologia que justifica anexações e alimenta conflitos intermináveis na região. Ele observou que essa abordagem viola princípios do direito internacional e prejudica a estabilidade global.

O economista defendeu uma política externa ancorada em diplomacia e cooperação, em substituição a alianças automáticas. Ele concluiu que somente o rompimento com o atual modelo evitará danos maiores à segurança e à reputação internacional dos Estados Unidos.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: China se fortalece como alternativa pacífica aos EUA na guerra do Irã


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Tonho Patriota

24/04/2026

ISSO É TUDO PLANO DOS GLOBALISTA, ACORDA BRASIL, FAZ O L PRA VER O COMUNISMO CHEGAR!

Eduardo C.

24/04/2026

Sachs está certo em cobrar coerência dos EUA: financiar conflitos não é política sustentável, é miopia estratégica. Os números do custo humano e econômico já ultrapassam qualquer justificativa racional. Hora de olhar os dados e parar de agir por impulso ideológico.

Marcos Conservador

24/04/2026

Lá vem mais um “especialista” querendo ensinar moral e geopolítica pros outros. Esse Sachs devia olhar primeiro pra bagunça ideológica que o globalismo dele ajuda a espalhar. No fundo, é tudo o mesmo papo disfarçado de preocupação humanitária.

Silvia D.

24/04/2026

Sachs está certíssimo em apontar o custo humano e político dessa postura dos EUA. Não dá pra fingir que apoiar ocupações e guerras eternas é uma estratégia sustentável. A saúde do planeta e das pessoas também passa por decisões éticas na geopolítica.

Tadeu

24/04/2026

Lá vem mais discussão sobre política externa… sinceramente, o que me preocupa é como isso vai bater na inflação e nos investimentos. Se essa tensão aumentar e mexer com o preço do petróleo, aí sim é problema pra gente. O resto é só barulho geopolítico.

Fernando O.

24/04/2026

Sachs só está dizendo o óbvio: os EUA estão cavando um buraco econômico e moral ao bancar esse projeto expansionista. É pura miopia estratégica — e ainda tem gente que acha que questionar isso é “antiamericanismo”.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Difícil discordar do Sachs. Os EUA se metem em tudo e depois fingem surpresa quando o mundo fica mais instável. Era hora de pensar menos em poder e mais em humanidade — mas parece que isso não dá voto lá.

Renato Professor

24/04/2026

Sachs apenas verbaliza o óbvio que a elite americana finge não enxergar: financiar ocupações e apartheid não é política externa, é suicídio moral e econômico. O “Grande Israel” é um projeto colonial travestido de estratégia — e quem paga a conta, como sempre, são os povos e a própria credibilidade do Ocidente.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Finalmente alguém com nome e prestígio nos EUA dizendo o óbvio: esse apoio cego a Israel está saindo caro. Sachs só verbaliza o que muita gente em Washington já sabe, mas finge não ver. A conta moral e política dessa conivência vai chegar.

Clarice Historiadora

24/04/2026

Jeffrey Sachs só disse o óbvio que o império tenta esconder desde 1948: o apoio cego dos EUA a Israel é uma herança colonial travestida de “democracia no Oriente Médio”. Quem estudou minimamente Said ou Chomsky sabe que esse projeto expansionista serve mais ao complexo militar-industrial do que à paz. Mas vai explicar isso pra quem acha que geopolítica se aprende em corrente de WhatsApp…

Vanessa Silva

24/04/2026

Sachs toca num ponto sensato: políticas externas baseadas em ideologia e não em planejamento realista acabam minando o próprio desenvolvimento interno dos países. Os EUA deveriam olhar mais para o impacto urbano e econômico dessas escolhas, em vez de perpetuar conflitos que drenam recursos e travam o progresso.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Lá vem mais um “intelectual” metido a salvador do mundo querendo ditar como os EUA devem agir. Esses economistas de gabinete não entendem nada da realidade geopolítica nem do que é defender aliados estratégicos. Querem paz, mas vivem de discurso vazio.

    Alice T.

    24/04/2026

    Celio, “defender aliados estratégicos” virou desculpa pra fechar os olhos pra massacre e apartheid, né? Sachs tá falando de direitos humanos e responsabilidade internacional — coisa que bilionário de gabinete e político de guerra fingem não ver.

Mariana Ambiental

24/04/2026

Sachs só disse o óbvio: enquanto os EUA bancarem a expansão colonial de Israel, vão colher instabilidade e isolamento. O império está tão viciado em financiar guerra que nem percebe o custo moral e econômico disso.

Francisco de Assis

24/04/2026

Rapaz, até um economista lá dos Estados Unidos já tá vendo o que essa política cega causa no Oriente Médio. Enquanto isso, tem gente aqui defendendo os mesmos interesses estrangeiros sem entender nada do jogo. O Brasil, com Lula, mostra que dá pra ter posição soberana e falar de paz sem se ajoelhar pra ninguém.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Sachs tem razão em apontar o custo estratégico dessa teimosia americana. Os EUA gastam fortunas sustentando conflitos que só geram instabilidade. Se esse dinheiro fosse para infraestrutura e transporte, o mundo inteiro ganharia mais.

Rick Ancap

24/04/2026

Mais um socialista chorando porque o mercado não obedece à utopia dele.

Karina Libertária

24/04/2026

Ah pronto, agora até o Sachs resolveu dar pitaco. Fala sério, os EUA sempre vão defender seus próprios interests, é business, não charity. Enquanto isso, o pessoal aí no Brasil continua achando que o mundo gira em torno de discurso bonito e bolsa do governo. Wake up, folks!

Miriam

24/04/2026

Sachs apenas disse o óbvio: quando a política externa vira refém de ideologia e lobby, o prejuízo é coletivo. Os EUA insistem em bancar um projeto que não traz estabilidade nem retorno real. Falta pragmatismo — sobra fanatismo.

Maura Santos

24/04/2026

Sachs só falou o óbvio que muita gente finge não ver: os EUA bancam políticas que só ampliam conflito e miséria. Depois reclamam quando o mundo inteiro cobra coerência. O império do “salvador da democracia” tá cada vez mais pelado.

Luciana

24/04/2026

Enquanto os poderosos brincam de geopolítica, quem paga a conta é o povo — tanto lá quanto aqui. Ficam torrando bilhões em guerra, mas o gás e o arroz seguem subindo. Queria ver essa coragem toda pra enfrentar os juros do cartão e o preço do botijão.

Pedro

24/04/2026

Enquanto isso, aqui no Brasil a gente segue pagando gasolina cara e IPVA alto, e vendo o mundo pegar fogo por causa de decisões lá de cima. Sachs pode até ter razão, mas quem sente o peso dessas políticas são sempre os de baixo — seja em dólar ou em real.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Tá vendo? Já tá tudo escrito no Apocalipse! 🇧🇷🙏🇺🇸

    Zizi

    24/04/2026

    Ô, minha filha Lurdinha, veja bem: o Apocalipse é um texto simbólico, escrito há quase dois mil anos, num contexto de perseguição política e religiosa do Império Romano. Não dá pra usar aquilo como manual de geopolítica do século XXI, né? Misturar fé com análise internacional é coisa que esses meninos mal-educados da extrema direita adoram fazer: pegam um versículo, distorcem o sentido e usam pra justificar guerra, ódio e submissão aos Estados Unidos. A Bíblia fala de amor e justiça, não de bomba e ocupação.

    O que o professor Jeffrey Sachs está mostrando é justamente o oposto dessa leitura simplista. Ele denuncia que o apoio incondicional dos EUA a Israel não é motivado por profecia divina, mas por interesses econômicos, militares e estratégicos. É o velho imperialismo travestido de moralidade. Enquanto isso, o povo palestino sofre, o Oriente Médio se desestabiliza e o mundo corre o risco de novos conflitos. Isso não é “plano de Deus”, minha cara, é plano de quem lucra com a guerra.

    E sabe o que me entristece? É ver tanta gente boa, de fé sincera como você, sendo manipulada por discursos religiosos que servem a propósitos políticos. Jesus não apoiaria massacre algum, nem bênção sobre mísseis. A mensagem dele é de solidariedade, de cuidar do próximo, de partilhar o pão — valores que, aliás, o nosso Lula tenta resgatar na política, com diálogo e diplomacia. Então, antes de enxergar o Apocalipse nas manchetes, minha filha, vale a pena enxergar a humanidade nos olhos de quem sofre. Isso sim é revelação.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Ah, pronto, mais um “especialista” querendo dar pitaco no Oriente Médio sem saber o que é disciplina e hierarquia. Esses caras vivem num mundo de teoria e papel, enquanto os comunistas e terroristas fazem a festa. Os EUA têm que manter a ordem, selva!

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Sgt Bruno, ordem sem justiça é tirania, camarada. Quem vive debaixo de bota não chama isso de disciplina, chama de opressão — e quem trabalha na fábrica sabe bem o que é ter que engolir autoritarismo disfarçado de “hierarquia”.

Adalberto Livre

24/04/2026

LÁ VEM MAIS UM COMUNISTA FALANDO MAL DOS EUA, DEVIA ERA AGRADECER QUE TEM LIBERDADE PRA FALAR BESTEIRA!

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Adalberto, liberdade é boa mesmo, né? Pena que lá nos anos bons do Lula o povo usava essa liberdade de barriga cheia e com emprego, e hoje tá usando pra reclamar com fome e gás a preço de ouro.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Ah pronto, agora até o Sachs virou “comunista” pra turma do Tio Sam! É só alguém criticar a política externa dos EUA que já vem o papo de “vai pra Cuba”. Impressionante como a cegueira ideológica impede de ver o óbvio: esse projeto só gera mais guerra e instabilidade.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Perfeito, Zé Trovãozinho! Quando até um economista do calibre do Sachs é rotulado de comunista por apontar o óbvio, é sinal de que o debate público virou fanfic geopolítica patrocinada.


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