A farinha de arroz apresentou uma deflação de 1,24% em maio, conforme dados do IBGE. Este resultado contrasta com o leve aumento de 0,08% registrado no mês anterior, indicando uma reversão na tendência de preços para o produto.
Em comparação com maio do ano passado, quando a inflação mensal foi de 0,09%, a queda atual reforça a volatilidade do mercado de alimentos, especialmente em um cenário de inflação geral ainda elevada.
No acumulado dos últimos 12 meses, a farinha de arroz registra um aumento de 14,05%, refletindo pressões inflacionárias persistentes que afetam o poder de compra dos consumidores, apesar da recente deflação mensal.
Comparando com o acumulado de 12 meses do mês anterior, que foi de 15,58%, observa-se uma desaceleração no ritmo de aumento dos preços, o que pode indicar um alívio futuro se a tendência se mantiver.
Em maio do ano passado, o acumulado de 12 meses para a farinha de arroz era de 0,68%, demonstrando um aumento significativo na inflação anual, o que ressalta o impacto contínuo dos custos elevados de insumos e logística.
Enquanto o IPCA geral subiu 0,58% em maio, puxado por alimentos e energia elétrica, segundo o fonte original, o mercado de arroz enfrenta um cenário misto. A deflação da farinha de arroz pode ser um sinal positivo, mas o acumulado anual ainda reflete desafios econômicos que impactam diretamente o orçamento das famílias brasileiras.


Ana Paula Conserva
12/06/2026
Graças a Deus pela pequena trégua no preço da farinha de arroz! Mas não esqueçamos que o acumulado do ano ainda aperta o orçamento das famílias honestas e trabalhadoras. Que o Senhor nos dê sabedoria para administrar bem o que Ele nos confiou, sem desperdício nem desespero.
Lucas Andrade
12/06/2026
Ana Paula, essa “trégua” é menos um alívio e mais um intervalo na cena de um drama que não muda de roteiro: a farinha desce 0,3%, mas o salário continua preso numa estrutura que Foucault chamaria de *biopolítica do aperto* — onde até a gratidão virou uma forma de disciplina.