Uma pesquisa da Universidade de Lund revela que uma variante verde altamente agressiva de lagartos de parede está eliminando um polimorfismo de cor ancestral. O estudo publicado na revista Science demonstra que esses animais, apelidados de Hulk, dominam populações inteiras no Mediterrâneo e colapsam um sistema de coloração estável por milhões de anos.
Os lagartos de parede mantinham três morfos principais de coloração: branca, amarela e laranja. Cada forma associava-se a estratégias distintas de reprodução e sobrevivência, garantindo equilíbrio genético na espécie.
O professor de biologia evolutiva da Universidade de Lund, Tobias Uller, explica que a agressividade dos indivíduos verdes rompe a rede social que sustentava a coexistência. Uller liderou a análise de cerca de 10 mil indivíduos distribuídos em 240 populações diferentes na região.
Os dados mostram que a expansão dos Hulk provoca o desaparecimento quase completo das variantes amarela e laranja. Apenas a forma branca resiste em algumas áreas restritas, enquanto a homogeneização genética avança em ritmo acelerado.
Conforme o portal ScienceDaily, o artigo intitulado Adaptive spread of a sexually selected syndrome eliminates an ancient color polymorphism in wall lizards detalha o mecanismo. A pesquisa, conduzida por um consórcio de cientistas europeus, reforça o peso da seleção sexual sobre fatores ambientais na redefinição populacional.
Tobias Uller observa que traços comportamentais dominantes podem apagar variações acumuladas ao longo de eras geológicas em poucas gerações. O fenômeno serve como alerta sobre a velocidade com que a evolução pode desfazer padrões estáveis de biodiversidade.
Os resultados ampliam a compreensão de como síndromes comportamentais se espalham e reestruturam ecossistemas. Cientistas enfatizam a importância de monitorar variações marcantes em espécies para antecipar colapsos semelhantes de polimorfismos.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.
if(!email) { responses.innerHTML = "Por favor, insira um e-mail válido."; return; }
button.innerText = "Enviando..."; button.style.opacity = "0.7"; button.disabled = true; responses.innerHTML = "";
// Transforma a action nativa em endpoint JSONP e anexa os dados var formAction = this.action.replace('/post?', '/post-json?'); var formData = new FormData(this); var url = formAction;
for (var pair of formData.entries()) { url += "&" + encodeURIComponent(pair[0]) + "=" + encodeURIComponent(pair[1]); }
var script = document.createElement('script'); var callbackName = 'mailchimpCallback' + new Date().getTime(); window[callbackName] = function(data) { button.innerText = "ASSINAR"; button.style.opacity = "1"; button.disabled = false;
if (data.result === 'success') { responses.innerHTML = "✅ Inscrição confirmada com sucesso! Bem-vindo(a) ao O Cafezinho."; document.getElementById('mce-EMAIL-ajax').value = ''; } else { var msg = data.msg || ""; if(msg.includes('is already subscribed')) { msg = "⚠️ Este e-mail já está assinado na nossa newsletter."; } else if(msg.includes('too many')) { msg = "⚠️ Muitas tentativas. Tente novamente mais tarde."; } else if(msg.includes('domain')) { msg = "⚠️ O domínio do e-mail é inválido."; } else { msg = "⚠️ Erro: " + msg; } msg = msg.replace(/^[0-9]+\s-\s/, ''); responses.innerHTML = "" + msg + ""; } delete window[callbackName]; document.body.removeChild(script); };
url = url + '&c=' + callbackName; script.src = url; document.body.appendChild(script); });