Pesquisadores do KAIST identificam como grafeno elimina superbactérias sem danificar células humanas

Mão com luva segura placa de Petri com colônias de bactérias. (Foto: sciencedaily.com)

Pesquisadores do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) revelaram um mecanismo inovador envolvendo o óxido de grafeno: o material destrói superbactérias sem afetar células humanas em testes laboratoriais.

O professor Sang Ouk Kim, do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais, e a professora Hyun Jung Chung, do Departamento de Ciências Biológicas, lideraram a investigação. A dupla identificou que o composto atua como um “ímã biológico” ao se ligar especificamente à molécula POPG.

Essa molécula existe nas membranas bacterianas, mas está ausente nas células humanas. A interação desestabiliza a membrana do patógeno, levando à sua eliminação.

O óxido de grafeno incorporado em nanofibras inibiu o crescimento de múltiplas cepas bacterianas, incluindo aquelas resistentes a antibióticos. Testes em animais demonstraram aceleração na cicatrização de feridas e redução significativa de inflamações.

As nanofibras mantiveram eficácia antibacteriana mesmo após várias lavagens. Essa característica sustenta o uso do material em roupas, máscaras e equipamentos hospitalares de forma duradoura.

A startup Materials Creation Co., fundada por pesquisadores do KAIST, comercializa uma escova dental baseada na tecnologia. O produto já ultrapassou 10 milhões de unidades vendidas em diversos mercados.

O tecido GrapheneTex, que utiliza o mesmo princípio, integrou os uniformes da equipe de demonstração de taekwondo nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024. A aplicação reforça o potencial do grafeno em produtos de alto desempenho.

O professor Sang Ouk Kim destacou a importância de compreender o comportamento seletivo do grafeno. A pesquisa foi publicada na revista Advanced Functional Materials com financiamento do Ministério da Ciência e TIC da Coreia do Sul.

Conforme detalhou o portal ScienceDaily, o avanço oferece alternativas sustentáveis aos antimicrobianos químicos tradicionais. A descoberta contribui para enfrentar a crise global de resistência a antibióticos de maneira biocompatível.


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