O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou encerrar a trégua militar com o Irã e exigiu avanços concretos rumo a um acordo de paz duradouro.
Conforme reportou o portal Tagesschau, um comboio de cerca de 20 navios comerciais recuou da tentativa de cruzar o estreito de Ormuz. As embarcações incluíam três da companhia francesa CMA CGM e retornaram sem explicação oficial.
O presidente do Parlamento da República Islâmica, Mohammad Bagher Ghalibaf, advertiu que o Irã poderá interditar a passagem marítima. Ele condicionou a decisão à suspensão da presença naval americana na região.
O estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e responde por quase um terço do comércio marítimo global de petróleo. Qualquer interrupção prolongada na rota afetaria diretamente os mercados globais de energia.
O ministro do Trabalho e Assuntos Sociais da Alemanha, Lars Klingbeil, alertou para o risco de escassez de querosene. Ele defendeu medidas urgentes para proteger o abastecimento europeu.
A ministra da Economia da Alemanha, Katherina Reiche, buscou tranquilizar o setor afetado. Ela destacou a produção interna de combustível de aviação pelas refinarias alemãs.
Os Estados Unidos prorrogaram por um mês a flexibilização das sanções ao petróleo russo. A autorização abrange cargas embarcadas antes de meados de abril, com exceções para Irã, Cuba, Coreia do Norte e áreas ucranianas ocupadas.
A decisão revela contradições na política energética de Washington. O governo mantém forte pressão sobre o Irã ao mesmo tempo em que ajusta regras para tentar estabilizar os preços internacionais.
Forças israelenses relataram a morte de um suspeito armado dentro de um assentamento na Cisjordânia ocupada. O episódio ocorre em meio ao agravamento da violência na região.
O governo iraniano insiste que qualquer acordo preserve sua soberania plena. Teerã exige o fim das sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos como condição inegociável para o diálogo.
Especialistas monitoram o impasse diplomático com preocupação crescente. A agressividade americana na região é apontada como principal fator de instabilidade para os mercados globais de energia.
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