O governo federal reconheceu a situação de emergência em 22 novos municípios de Pernambuco afetados por intensas chuvas, ampliando para 23 o total de cidades pernambucanas em estado de emergência, incluindo Timbaúba.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e também contemplou municípios da Paraíba e do Maranhão, igualmente atingidos pelas condições climáticas adversas.
Com o reconhecimento federal, as prefeituras ficam habilitadas a solicitar recursos da União para ações de defesa civil. Entre os itens que podem ser adquiridos estão cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza e higiene para as famílias desalojadas.
Segundo a Defesa Civil de Pernambuco, 28 municípios foram afetados no estado, resultando em 4.937 desalojados e 2.337 desabrigados. Seis óbitos foram registrados, causados por alagamentos, inundações e deslizamentos de terra na região metropolitana do Recife e na Zona da Mata.
Na Paraíba, o governador João Azevêdo e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, sobrevoaram as áreas mais atingidas para avaliar os estragos. O governo estadual já havia decretado emergência para um trecho da Rodovia PB-036, severamente danificado por erosões provocadas pelas chuvas.
Uma reunião com o Ministério da Integração buscou acelerar a liberação de recursos para os municípios paraibanos atingidos. Os números do estado são igualmente alarmantes: mais de 37 mil pessoas foram impactadas, com 2.774 desalojadas e 241 desabrigadas.
No Maranhão, municípios também tiveram a situação de emergência reconhecida pelo governo federal em razão das mesmas condições climáticas que assolam o Nordeste. O reconhecimento abre caminho para que as prefeituras maranhenses acessem o aparato federal de defesa civil e solicitem os recursos necessários ao atendimento das populações afetadas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja para chuvas intensas em Pernambuco, Paraíba e demais estados do Nordeste, além do norte e noroeste do Mato Grosso. As precipitações podem chegar a 50 mm por dia, com rajadas de vento de até 60 km/h, representando riscos concretos de alagamentos, quedas de galhos e descargas elétricas.
Conforme apurado pela Carta Capital, o cenário exige mobilização contínua das esferas municipal, estadual e federal. A combinação de chuvas persistentes e infraestrutura vulnerável nas regiões afetadas mantém o nível de alerta elevado.
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Maria Antonia
05/05/2026
Reconhecer emergência é o mínimo, mas cadê a prevenção? Enquanto o governo centraliza tudo e gasta com pauta identitária, o contribuinte que se vire pra reconstruir a própria vida. Responsabilidade fiscal e municipalismo de verdade evitariam esse sofrimento todo.
Luisa Teens
05/05/2026
Pauta identitária? Enquanto isso o planeta pega fogo e afoga e você preocupada com sigla de banheiro, Maria Antonia #ForaBolsonaro
Pedro Neto
05/05/2026
Faz o L aí na enchente, vai.
Francisco de Assis
05/05/2026
Pedro Neto, você acha graça de tragédia porque sua realidade é um ar-condicionado e um pix de 600 reais, mas o povo humilde que perdeu tudo sabe que foi o governo Lula que mandou ajuda enquanto o seu mito fingia que não era com ele.
Ahmed El-Sayed
05/05/2026
Ronaldo, você tocou num ponto que ninguém quer encarar: o problema não é só a chuva, é a ausência de ordem e de valores que sustentem uma sociedade. Enquanto o Estado laico trata tudo como burocracia e números, a família e a fé que poderiam dar coesão e solidariedade ao povo são deixadas de lado. O resultado são comunidades desamparadas e um governo que só aparece depois da tragédia para assinar papéis.
Ronaldo Pereira
05/05/2026
Enquanto o governo federal assina papel, o povo trabalhador de Timbaúba e desses outros municípios já perdeu casa, documento, panela de pressão. Conheço bem essa lógica: primeiro a chuva leva o barraco, depois a burocracia leva o direito. Cadê a reforma urbana que a classe trabalhadora cobra há décadas? Enquanto os patrões lucram com especulação imobiliária em área de risco, o pobre que se vire nos resgates.
Silvia Ramos
05/05/2026
Que tristeza ver tanta destruição, mas cadê o arrependimento e a oração nessa hora? O povo sofre e o governo só reconhece emergência depois que o estrago está feito. Enquanto isso, a família tradicional e a fé em Deus são deixadas de lado. Que o Senhor tenha misericórdia dessas almas.
Maria Aparecida
05/05/2026
Silvia, a oração é importante sim, mas Tiago 2:17 nos lembra que a fé sem obras é morta. Enquanto a gente ora, o governo precisa agir com políticas públicas que evitem essas tragédias, não só reconhecer depois que o pobre já perdeu tudo.
Paulo Rocha
05/05/2026
Mais um reconhecimento de emergência do governo federal. Enquanto isso, o povão paga a conta. Cadê a prevenção? Só sabem gastar com propaganda e aparelhamento ideológico. Brasil pra brasileiros, não pra essa máfia vermelha.
Cecília Silva
05/05/2026
Paulo, o problema não é “máfia vermelha”, é a falta de investimento em drenagem e moradia digna que a gente denuncia há décadas. Enquanto você culpa partido, eu perdi vizinho soterrado no morro.