O Advogado-Geral da União, Dario Durigan, tem se destacado no governo Lula com sua atuação na condução do Novo Desenrola, programa federal voltado para a renegociação de dívidas de milhões de brasileiros.
Durigan demonstrou capacidade de articulação ao alinhar os objetivos do programa com as diretrizes do presidente. Ele manteve diálogo constante com Lula e com outros setores do governo, incluindo a Secretaria de Comunicação Social, comandada por Sidônio Palmeira.
A comunicação do Novo Desenrola tem sido tratada como prioridade para evitar mal-entendidos que marcaram outras políticas econômicas no passado. Segundo o portal Metrópoles, o governo planeja uma campanha robusta para detalhar os benefícios e o funcionamento do programa.
Nos corredores do Palácio do Planalto, a percepção é de que Durigan consolidou sua posição como um nome de peso no círculo próximo a Lula. Sua habilidade em navegar pelas complexidades políticas e administrativas do projeto reforça a confiança do presidente em sua gestão à frente da AGU.
O Novo Desenrola surge como uma das principais estratégias do governo para enfrentar os desafios econômicos que afetam as famílias. A liderança de Durigan nesse processo é vista como um indicativo de seu potencial para assumir papéis ainda mais centrais nas decisões do Executivo.
Além do programa de renegociação de dívidas, Durigan tem se envolvido em outras frentes de interesse do governo, ampliando sua relevância no cenário político nacional. Sua proximidade com Lula, construída por meio de resultados concretos, posiciona-o como peça estratégica na condução de políticas públicas prioritárias.
O impacto do Novo Desenrola na vida dos cidadãos ainda será avaliado nos próximos meses, mas o papel de Durigan já é reconhecido como um diferencial na implementação da iniciativa. O governo aposta que a medida, sob sua coordenação, trará alívio econômico e fortalecerá a base de apoio popular à gestão Lula.
A trajetória de Durigan no governo reflete um equilíbrio entre competência técnica e sensibilidade política. Enquanto o Novo Desenrola avança, sua influência no Planalto tende a crescer, marcando-o como um dos nomes a serem observados no futuro do governo.
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Zé do Povo
06/05/2026
MAIS UM ESQUERDISTA ENFIANDO O DINHEIRO DO POVO EM PROGRAMA VAGABUNDO! 😡 QUEREM RENEGOCIAR DÍVIDA PRA QUÊ? PRA BANQUEIRO FICAR RICO NAS COSTAS DO CONTRIBUINTE? VOLTA, BOLSONARO!
Mateus Silva
06/05/2026
Zé do Povo, sua indignação é legítima, mas o alvo está errado: renegociar dívida não é dar dinheiro a banqueiro, é impedir que 70 milhões de inadimplentes virem mão de obra superexplorada ou massa de manobra eleitoral. O programa mexe na engrenagem do endividamento que o capital financeiro usa para extrair renda do salário — se você quer bater em banqueiro, tem que entender que o Desenrola é uma disputa de classe, não um favor.
Adriana Silva
06/05/2026
Faz o L e vai pra Cuba, seu comunista!
Mariana Oliveira
06/05/2026
Adriana, sua frase “Faz o L e vai pra Cuba, seu comunista!” é um exemplo clássico de como o debate público no Brasil é encerrado com um atalho ideológico que evita qualquer enfrentamento real com os dados. Você reduz uma discussão complexa sobre política econômica, endividamento familiar e desigualdade estrutural a um xingamento raso. Não é assim que se constrói análise. Se a gente for olhar o que Kimberlé Crenshaw chama de interseccionalidade, percebe que o problema do endividamento não atinge todo mundo igual: mulheres negras chefes de família são as que mais sofrem com juros altos e falta de crédito justo, porque o sistema financeiro opera sobre camadas de exclusão que vão da raça ao gênero. Mandar alguém “pra Cuba” não apaga o fato de que, enquanto o agronegócio desmata e os bancos lucram, quem sustenta a casa com trabalho informal é tratado como inadimplente e culpado pela própria miséria.
Você fala como se “comunista” fosse um xingamento que invalida qualquer argumento, mas a verdade é que o debate sobre renegociação de dívidas proposto pelo Novo Desenrola não tem nada a ver com regime político — tem a ver com distribuir o custo de uma crise que foi causada por décadas de política fiscal que privilegiou rentista em detrimento de quem produz. bell hooks, em “Ensinando a Transgredir”, lembra que a educação para a liberdade exige que a gente rompa com esses rótulos prontos e olhe para as condições materiais. Enquanto você repete “Faz o L” como mantra, famílias inteiras estão sendo empurradas para a informalidade porque o Estado se recusa a regular um sistema de crédito que cobra 400% de juros ao ano. Isso não é comunismo, é o mínimo de civilidade econômica.
Seu comentário também ignora que a responsabilidade fiscal que você defende nunca foi aplicada para bancos e grandes corporações. O Estado brasileiro perdoa bilhões em dívidas do agronegócio e da indústria automobilística, mas quando se fala em renegociar dívidas de quem ganha até dois salários mínimos, aí aparece o discurso da “ordem e trabalho honesto”. A honestidade que você exige dos outros parece não valer para quem lucra com juros abusivos. Em vez de repetir bordão, que tal perguntar por que o Brasil tem uma das maiores taxas de juros reais do mundo e por que o pobre paga mais caro pelo crédito do que o rico? Isso sim é debate.
Lucas Pinto
06/05/2026
Adriana, sua intervenção é um atalho retórico tão previsível quanto vazio. Você reduz uma discussão sobre política econômica a um bordão de WhatsApp, como se “Cuba” fosse um xingamento automático que dispensa qualquer reflexão. O problema é que, ao fazer isso, você revela mais sobre sua própria recusa em pensar do que sobre qualquer suposto “comunismo” alheio. Cuba tem seus problemas gravíssimos — autoritarismo, escassez, bloqueio econômico —, mas reduzir o debate brasileiro a “vai pra Cuba” é o equivalente intelectual a tampar os ouvidos e gritar “lá-lá-lá” enquanto o país afunda em juros extorsivos e concentração de renda. Você não está defendendo liberdade; está defendendo o direito de não ter que justificar por que acha natural que o Brasil tenha uma das maiores taxas de juros reais do mundo enquanto 30 milhões de pessoas passam fome.
O curioso é que seu comentário ecoa perfeitamente o que Gramsci chamava de “senso comum” — aquela camada de ideias desconexas que a classe dominante inocula para que as pessoas repitam slogans no lugar de analisar a realidade concreta. “Faz o L” não é um argumento, é um marcador tribal. Você não está debatendo o Novo Desenrola, a renegociação de dívidas ou a atuação do Durigan; você está apenas sinalizando pertencimento a um time que se orgulha de não pensar. Enquanto isso, o agronegócio desmata, os bancos lucram com spread bancário de 40% ao ano, e a “responsabilidade fiscal” que você provavelmente defende é a mesma que congela gastos com saúde e educação enquanto paga juros da dívida pública a 13,75% ao ano. Isso não é responsabilidade, é transferência de renda do trabalhador para o rentista.
Se você lesse um pouco de Foucault, entenderia que seu discurso não é “liberdade de expressão” — é um dispositivo de poder que opera pelo silenciamento. Você não precisa provar nada, não precisa citar dados, não precisa explicar por que acha que renegociar dívidas de famílias endividadas é “empurrar o país para o endividamento”. Basta soltar o bordão e pronto: o debate morre. Mas o debate não morre, Adriana. A dívida das famílias brasileiras bateu em 80% da renda anual, e enquanto você joga “vai pra Cuba” como se fosse um feitiço, tem gente perdendo o emprego, o carro, a casa. O problema não é “comunismo” — o problema é que o capitalismo financeiro brasileiro transformou o Estado num cassino onde quem trabalha paga a conta e quem especula embolsa o prêmio. Se isso te incomoda, sugiro largar o bordão e pegar um livro de economia. Mas duvido que queira.
Ana Paula Conserva
06/05/2026
Mais um articulador do PT ganhando espaço para empurrar o país ainda mais no endividamento. Enquanto isso, as famílias que se esforçam para manter a ordem e o trabalho honesto são sufocadas por juros e falta de emprego. Cadê a responsabilidade fiscal e o respeito ao dinheiro do contribuinte?
Luizinho 16
06/05/2026
Ordem e trabalho honesto” é piada, né? Enquanto banqueiro lucra com juros alto, a senhora defende “responsabilidade fiscal” que só corta direito de pobre.
Lucas Gomes
06/05/2026
Ana Paula, “responsabilidade fiscal” virou mantra de quem nunca pisou num chão de fábrica ou numa terra indígena. Enquanto o agronegócio desmata e os bancos lucram com juros que sufocam quem trabalha, você pede respeito ao dinheiro do contribuinte — mas que contribuinte? O pobre que paga imposto regressivo ou o rentista que vive de títulos públicos?