O rendimento do trabalho atingiu um recorde histórico no Brasil em 2025, segundo o IBGE.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua indicando que 47,8% da população obtém renda laboral. Este índice representa 101,6 milhões de pessoas dentro de uma população estimada em 212,7 milhões de habitantes.
O percentual configura o maior da série histórica. No geral, 67,2% da população — aproximadamente 143 milhões de brasileiros — contam com algum rendimento mensal.
As aposentadorias e pensões constituem a segunda principal fonte, englobando 13,8% da população, o que corresponde a 29,3 milhões de pessoas. Este patamar apresenta crescimento contínuo desde 2012, quando alcançava 11,7%.
Os programas sociais ocupam a terceira posição, atendendo 9,1% da população ou 19,4 milhões de brasileiros. A renda média mensal de todas as fontes atingiu R$ 3.367, registrando alta de 5,4% ante o ano anterior.
O rendimento médio do trabalho ficou em R$ 3.560, com elevação de 5,7% em relação a 2024. A massa de rendimento mensal do trabalho totalizou R$ 361,7 bilhões, refletindo expansão de 7,5% frente ao ano anterior.
O IBGE vincula este desempenho ao maior rendimento médio e ao acréscimo de 1,8% na população ocupada com renda. Os detalhes podem ser conferidos no portal do IBGE.
A Região Centro-Oeste lidera o ranking de renda média mensal de todas as fontes, com R$ 4.052, seguida pelo Sul e pelo Sudeste. As regiões Norte e Nordeste aparecem com as menores médias, ao passo que o Distrito Federal registra o maior rendimento médio mensal domiciliar per capita, de R$ 4.401.
A média nacional per capita alcançou R$ 2.264, enquanto o Maranhão apresentou o menor valor, de R$ 1.231. Estes resultados consolidam o fortalecimento do mercado de trabalho observado recentemente no país.
Com informações de Metrópoles.
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