A tensão entre os Estados Unidos e o Irã voltou a crescer no estratégico estreito de Ormuz, com acusações de ataques a embarcações e zonas civis.
A nova escalada teve início com um ataque americano a dois navios iranianos, conforme relatou a agência IRIB News. Um petroleiro estava entre as embarcações atingidas durante a operação.
O porta-voz do Quartel-General Central Jatam al Anbiya, Ebrahim Zolfaghari, acusou Washington de bombardear áreas civis próximas aos portos de Khamir e Sirik. As forças americanas também teriam atacado a ilha de Qeshm, segundo o oficial.
O Comando Central dos Estados Unidos declarou que forças iranianas lançaram mísseis, drones e pequenas embarcações contra três destróieres americanos. O CENTCOM garantiu que nenhum ativo militar dos Estados Unidos foi atingido nos confrontos.
O presidente Donald Trump afirmou que a trégua permanece válida apesar dos incidentes. Ele indicou que as negociações prosseguem para estabilizar a situação regional.
O estreito de Ormuz responde pelo trânsito de aproximadamente um quinto do petróleo mundial. Qualquer perturbação significativa no local representa riscos graves para os mercados energéticos internacionais.
A República Islâmica busca consolidar sua soberania sobre essa rota marítima essencial, enquanto Washington pressiona pela manutenção do livre fluxo comercial na via. A posição de Israel fora do processo de negociações adiciona complexidade ao cenário geopolítico.
O programa nuclear iraniano permanece como tema central nas discussões entre as partes. A ausência de concessões mútuas eleva o potencial para um confronto de maiores proporções.
Autoridades da República Islâmica insistem na soberania sobre as águas adjacentes ao território nacional. O incidente reforça a centralidade do estreito para o suprimento energético global e para o equilíbrio de forças na região.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Irã lança mísseis contra forças dos EUA após ataque a petroleiro no Estreito de Ormuz
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