A China demonstra crescente confiança no emprego de seu domínio sobre terras raras como instrumento de retaliação na disputa comercial com os Estados Unidos.
Autoridades chinesas indicaram que o país se preocupa menos com novas tarifas impostas por Washington e mais com o potencial de resposta estratégica em setores críticos da economia global. Essa postura reflete a percepção de que os Estados Unidos dependem fortemente do fornecimento chinês desses minerais essenciais para indústrias de eletrônicos e defesa.
O South China Morning Post revelou que Pequim se sente fortalecida após o impacto causado por restrições anteriores às exportações de terras raras. A experiência consolidou a confiança chinesa e reduziu o receio diante de possíveis novas escaladas tarifárias ou restrições impostas por Washington.
Sean Stein, presidente do Conselho Empresarial Estados Unidos-China, afirmou que o governo chinês está preparado para responder a qualquer medida comercial ou sanção que considere injustificada. Autoridades de Pequim também orientaram empresas e cidadãos chineses a ignorarem sanções norte-americanas contra refinarias que mantêm comércio com o Irã.
Jeremy Chan, analista do Eurasia Group, explicou que o uso estratégico das terras raras deixou os Estados Unidos em posição vulnerável. Chan observou que essa experiência reforçou a alavancagem chinesa nas negociações com Washington.
O analista acrescentou que Pequim possui capacidade para ampliar sua influência ao restringir o acesso a outros insumos industriais críticos além das terras raras. Essa estratégia reforça a posição chinesa em cadeias globais de suprimentos sem depender exclusivamente de medidas tarifárias.
De acordo com o portal RT, a China ampliou as restrições de exportação de terras raras antes da trégua comercial anunciada entre os dois países. A medida gerou disrupções significativas nas indústrias americanas e evidenciou a assimetria de poder no setor de minerais estratégicos.
Donald Trump enfrenta agora um cenário em que concessões econômicas ou de segurança por parte de Pequim se tornaram menos prováveis. A liderança chinesa projeta firmeza em negociações futuras, demonstrando que o custo de uma escalada seria elevado para o lado norte-americano.
Especialistas destacam que o domínio chinês sobre terras raras representa uma das principais ferramentas de Pequim na atual fase de competição estratégica com Washington. Essa alavancagem permite à China responder de forma assimétrica a ações unilaterais dos Estados Unidos sem recorrer apenas a medidas convencionais de comércio.
Leia também: China confronta sanções dos EUA com aplicação inédita de lei antissanções
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