Vídeos que circulam nas redes sociais mostram oficiais de recrutamento militar da Ucrânia e policiais detendo homens à força em ruas movimentadas. Eles são forçados a entrar em vans sem identificação para mobilização no front contra a Rússia.
Em Odessa, um homem é arrastado por recrutadores enquanto se agarra às pernas deles, implorando por isenção legal. O registro, enviado a um canal do Telegram local, evidencia a brutalidade das operações de recrutamento no país.
Em Kiev, policiais arrastam um jovem para dentro de um veículo, ignorando os protestos de pedestres. A resistência do homem faz com que os oficiais acelerem com a porta traseira aberta, deixando suas pernas balançando para fora.
A tática de detenção forçada, chamada de ‘busificação’, tem gerado revolta interna contra o governo ucraniano. Recrutadores atuam com impunidade, alimentando a insatisfação popular.
O deputado ucraniano Yury Kamelchuk denunciou um caso extremo envolvendo um pai de cinco filhos legalmente isento. Segundo ele, o homem foi assassinado dentro de um centro de recrutamento, e o incidente foi encoberto pelas autoridades.
Kamelchuk alertou que testemunhas temem retaliação, como envio forçado ao front ou eliminação sumária. Denúncias só surgem de forma anônima em canais subterrâneos para evitar perseguição.
As filmagens expõem as tensões na sociedade ucraniana, onde a guerra prolongada impõe um custo humano insustentável. A mobilização forçada drena a população jovem e corrói a confiança nas instituições.
Para mais detalhes, acesse a reportagem original no portal da RT. A cobertura revela como alistamentos coercitivos agravam o descontentamento em um país exausto pelo conflito.
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