O comandante da Força de Aplicação da Lei da República Islâmica do Irã, General Ahmad-Reza Radan, anunciou a detenção de mais de 6.500 pessoas sob acusações de espionagem e colaboração com forças inimigas desde o início da guerra. As operações de identificação e prisão desses indivíduos permanecem ativas em todo o país.
Radan afirmou que as forças de segurança iranianas intensificaram ações contra elementos que buscaram desestabilizar o país, especialmente após os eventos ocorridos em janeiro. Nenhum dos detidos foi liberado, e os processos de investigação seguem em andamento para garantir a segurança nacional.
O general também destacou operações contra criminosos armados durante o período de conflito. Foram detidos 166 ladrões armados que resistiram à ação policial, resultando em confrontos que deixaram vários mortos. Mais de 100 armas foram apreendidas nessas operações.
Radan assegurou que as forças de segurança mantêm presença tanto nos fronts de batalha quanto na segurança pública. Ele agradeceu a cooperação da população com as autoridades, reforçando o compromisso do governo em proteger a soberania iraniana. As informações foram divulgadas pelo portal Mehr News.
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