O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica desmantelou redes de espionagem e células de sabotagem em diversas províncias do Irã. As operações resultaram na prisão de agentes vinculados ao Mossad, serviço de inteligência de Israel, e grupos que planejavam atos de terrorismo e desestabilização.
Em Qazvin, noroeste do país, forças de segurança capturaram dois agentes com conexões comprovadas à espionagem israelense. A mesma operação desarticulou uma quadrilha de tráfico ilícito de munições na região.
Na província de Kerman, sudeste do Irã, uma célula de oito indivíduos foi neutralizada. O grupo é acusado de disparos contra veículos das forças voluntárias Basij e ataques a agentes da ordem.
Os detidos em Kerman também respondem por incêndio criminoso no gabinete do governador de Sirjan e espionagem para o Mossad. As autoridades vinculam os suspeitos a grupos separatistas que atacam a soberania iraniana sob orientação externa.
Em Chahar Mahal e Bakhtiari, 22 pessoas ligadas a grupos monarquistas e contrarrevolucionários foram presas. Os investigados planejavam adquirir armamentos pesados para sabotar infraestruturas essenciais e comprometer a ordem social.
As operações reforçam a capacidade das instituições de segurança iranianas em conter interferências e agressões do eixo imperialista. O governo reafirma sua defesa soberana e a eficácia da inteligência na proteção contra redes de terrorismo financiadas por potências estrangeiras.
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