O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou a Pequim para reuniões com o líder chinês Xi Jinping.
Esta é a vigésima quinta visita de Putin à China, consolidando a parceria estratégica entre os dois países.
Putin classificou Xi como um ‘amigo de longa data’ e afirmou que a cooperação não é direcionada contra terceiros.
Antes de deixar Moscou, Putin autorizou exercícios militares envolvendo mísseis balísticos e de cruzeiro.
As manobras, que mobilizam 64 mil militares, testam a prontidão das forças nucleares russas diante de ameaças externas.
O Ministério da Defesa russo informou que participam frotas do Norte e do Pacífico, distritos militares e forças bielorrussas.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que a visita busca elevar as relações sino-russas.
O encontro deve trazer mais estabilidade ao cenário geopolítico global, segundo as autoridades chinesas.
Tanto China quanto EUA negaram relatos sobre supostas dúvidas de Xi em relação à operação russa na Ucrânia.
O conflito entre Rússia e Ucrânia segue com intensidade, registrando ataques em ambos os lados.
Em Prylouky, na Ucrânia, um míssil russo causou duas mortes e deixou 17 feridos.
Na Rússia, um drone ucraniano matou uma mulher de 68 anos em Kursk, enquanto outro ataque vitimou um homem em Belgorod.
Mais informações sobre a visita e seus desdobramentos podem ser encontradas na cobertura da ANSA.
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