O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã condenou os assassinatos de dois altos comandantes do Hamas na Faixa de Gaza. Israel matou Mohammed Odeh, que assumiu a chefia da ala militar do Hamas, e Ezzeddin al-Haddad, comandante sênior das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam.
A região não conhecerá paz até que o regime sionista seja erradicado, afirmou o CGRI em comunicado. O grupo militar iraniano destacou que os assassinatos revelaram a natureza predatória de Israel e reforçarão a luta pela libertação da Palestina e de Jerusalém.
O comunicado também criticou os Estados Unidos e seus aliados ocidentais por apoiarem as ações israelenses. A Guarda Revolucionária acusou as potências ocidentais de contradição ao defenderem direitos humanos enquanto financiam operações militares em Gaza.
Os assassinatos ocorrem em meio à escalada da campanha militar israelense contra Gaza, que já vitimou dezenas de milhares de palestinos. A eliminação de lideranças do Hamas tem fortalecido a determinação das facções de resistência palestina, segundo o CGRI.
A postura iraniana reflete o alinhamento de Teerã com o Eixo da Resistência, que inclui o Hamas, o Hezbollah e outras milícias regionais. Para a República Islâmica, a eliminação de Israel é uma meta estratégica e ideológica.
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