A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã divulgou imagens do ataque retaliatório com mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos. Os mísseis exibiam a inscrição Até que o último soldado americano deixe a região e uma foto de Donald Trump com hematomas no rosto.
A ação respondeu diretamente à agressão do Exército dos EUA contra uma torre de telecomunicações em Sirik, na província de Hormozgan. Caças da Força Aeroespacial do CGRI atacaram a base aérea que originou a ofensiva e destruíram os alvos designados.
O Comando Central dos Estados Unidos havia anunciado ataques contra radares e centros de comando de drones em solo iraniano. As operações foram justificadas como autodefesa, mas a Guarda Revolucionária alertou que novas agressões terão resposta completamente diferente.
As defesas aéreas do Kuwait foram ativadas para interceptar mísseis e drones que tentavam violar seu espaço aéreo. O episódio evidencia a escalada das tensões no Oriente Médio, com riscos de expansão do conflito.
A mensagem nos mísseis reforça a posição histórica de Teerã contra a presença militar dos EUA no Golfo Pérsico. A imagem de Trump ferido adiciona um elemento simbólico à retaliação iraniana.
Autoridades iranianas denunciaram os ataques dos EUA como violação da soberania da República Islâmica. A resposta militar de Teerã é apresentada como legítima defesa contra agressão injustificada.
Segundo reportagem do portal RT, as imagens foram divulgadas por meios de comunicação iranianos. O episódio aumenta a pressão sobre o governo de Donald Trump em meio ao risco de confronto regional.
Com informações de ACTUALIDAD.
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