Esther Dweck defende inteligência artificial com foco em regulação e inclusão social

Ilustração editorial sobre Esther Dweck defende inteligência artificial com foco em regulação e inclusão social. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Brasil, Esther Dweck, destacou a importância de um desenvolvimento equilibrado da inteligência artificial durante o 2º Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas, em Belo Horizonte. Dweck afirmou que a IA deve ser orientada por inovação, regulação e ética, com ênfase na inclusão social, soberania digital e fortalecimento democrático.

Durante sua palestra, a ministra ressaltou a necessidade de diálogo entre estados e municípios para modernizar a gestão pública de forma integrada. Ela argumentou que a modernização deve ocorrer em todas as esferas, considerando que grande parte dos serviços públicos é executada nos municípios. Para Dweck, é essencial uma nova pactuação entre inovação, gestão e controle, especialmente com o avanço da IA.

A ministra também enfatizou a necessidade de uma governança global da inteligência artificial que seja multilateral e inclusiva, evitando a concentração de poder em grandes corporações. Dweck defendeu que essa governança deve dar voz aos países e populações do Sul Global, promovendo um equilíbrio entre proteção e inovação.

No Brasil, as ações do governo federal visam garantir que a inteligência artificial seja inclusiva e conectada às necessidades do país. Dweck apresentou as diretrizes do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, que busca ampliar a capacidade estatal de formular e implementar políticas públicas. O plano combina mitigação de riscos, proteção de direitos, promoção da inovação e construção de capacidades nacionais.

Para mais detalhes, consulte o site do Governo Digital.

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