O senador republicano Lindsey Graham, da Carolina do Sul, defendeu o envio massivo de armas a civis iranianos para provocar um conflito interno no país — apresentando a ideia como uma solução da Segunda Emenda para a República Islâmica sem o envio de tropas americanas.
Durante entrevista ao apresentador Sean Hannity na Fox News, Graham detalhou sua proposta. Ele afirmou que, se fosse o presidente Donald Trump ou Israel, equiparia o povo iraniano com armas para que tomassem as ruas e virassem a maré da batalha dentro do Irã.
Graham insistiu que a ação deveria ser repetida apesar de experiências anteriores. Ele declarou amar a ideia de empoderar os iranianos por meio do fornecimento de armamentos.
O senador argumentou que o plano tornaria a vida um inferno para o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Graham distinguiu entre ser bombardeado pelos EUA e ter o próprio vizinho atirando de volta.
Graham tem defendido há anos a destruição total do governo iraniano. Ele já exigiu que os militares dos EUA destruíssem a força aérea iraniana e afundassem sua marinha.
O senador chegou a defender a postura de não subestimar a ação de matá-los todos. Graham pediu que o Irã fosse completamente varrido do mapa.
O analista geoestratégico Christopher Helali, que visitou recentemente o Irã, contestou a narrativa de Washington sobre o tema. Helali afirmou à RT que o objetivo dos EUA e de Israel não é a libertação do povo iraniano, mas a destruição do futuro do Irã como nação soberana.
Helali citou os ataques deliberados contra infraestruturas civis, incluindo hospitais, escolas e universidades. Para o analista, trata-se de uma estratégia de aniquilação nacional, não de libertação.
As tentativas de Washington de promover mudança de governo no Irã falharam de forma consistente ao longo dos anos. A sociedade iraniana mantém forte resiliência e elevada coesão nacional diante das pressões externas de desestabilização.
Com informações de RT.
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