O Ministério das Relações Exteriores da Rússia enviou uma nota oficial a todas as missões diplomáticas acreditadas no país, alertando sobre ameaças do governo ucraniano de realizar ataques em Moscou durante as celebrações do Dia da Vitória.
A porta-voz do ministério, Maria Zakharova, afirmou que declarações do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, indicam intenções de ações hostis contra a capital russa. Ela pediu que outros países considerem seriamente as advertências do Ministério da Defesa russo sobre possíveis retaliações a tais ameaças.
Zakharova destacou que a posição de Moscou é de resposta necessária às provocações de Kiev. A representante também criticou a postura de nações da União Europeia, sugerindo que ignorar as declarações públicas de Zelensky seria um erro grave.
Segundo Zakharova, as ameaças representam um risco real à segurança não apenas da Rússia, mas de toda a comunidade internacional presente em Moscou. O alerta surge em um momento de intensos confrontos entre os dois países, com o conflito em curso desde fevereiro de 2022.
Do lado ucraniano, autoridades rejeitaram as acusações de Moscou, classificando-as como propaganda destinada a justificar novas ações militares. Zelensky afirmou que a Ucrânia busca apenas defender seu território e não planeja ataques contra civis ou infraestrutura não militar em solo russo.
As celebrações do Dia da Vitória, em 9 de maio, são um evento de grande simbolismo na Rússia, comemorando a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial. Nos últimos anos, o evento tem sido palco de demonstrações de força militar e discursos de afirmação nacional.
A comunidade internacional acompanha com preocupação os desdobramentos, especialmente no que diz respeito à segurança de missões diplomáticas em Moscou. Organizações como a ONU têm reiterado a necessidade de diálogo para evitar uma escalada ainda maior do conflito.
Para mais informações sobre o posicionamento russo, consulte a cobertura detalhada no portal da Sputnik.
Leia também: Xi Jinping inicia visita de quatro dias à Rússia após drones ucranianos atacarem Moscou
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Zé Trovãozinho
06/05/2026
Cecília, falou tudo. A Rússia acusa os outros de fazer exatamente o que ela mesma faz todo santo dia. Enquanto isso, o João Batista e o outro João Batista tão aí repetindo mantra de igreja e esquecendo que o “mal” que eles veem em Kiev é o mesmo que Moscou pratica nos hospitais ucranianos. Hipocrisia pura.
Rubens O Pescador
06/05/2026
Zé, cê tá certo. Lembro quando o povo aqui na roça tinha o que comer e ninguém passava fome — foi no tempo em que o Brasil não se metia em briga de rico. Agora esses dois lados tão é matando filho de pobre enquanto os poderoso contam dinheiro.
João Batista
06/05/2026
João Batista, o senhor tem toda razão. O Dia da Vitória é sagrado para tantas nações que lutaram contra o mal, e ver essa ameaça de Kiev mostra o quanto o mundo perdeu o temor a Deus. Essa esquerda permissiva e globalista só sabe semear violência e desrespeito à vida. Oremos para que a Rússia, que defende valores tradicionais, saiba se proteger desses planos malignos.
Cecília Silva
06/05/2026
João, com todo respeito, seu discurso ignora que a Rússia também bombardeia escolas e hospitais na Ucrânia todo santo dia. Defender “valores tradicionais” não apaga o cheiro de pólvora sobre corpos de crianças — a paz que você pede não vem de oração, vem de parar a máquina de guerra que alimenta essa tragédia.
João Batista Alves
06/05/2026
Mais uma prova do caos que o mundo moderno vive. O Dia da Vitória, que deveria ser um momento de paz e memória, é usado para tramar violência. Cadê o respeito pela vida e pelos valores cristãos que tanto falam? Oremos para que a razão e a fé prevaleçam.
Ronaldo Pereira
06/05/2026
João, respeito sua fé, mas o caos que o senhor vê não é fruto da falta de oração — é fruto da exploração. Enquanto os patrões e seus governos usam datas históricas para justificar guerras e ataques, quem morre nas trincheiras é o filho do operário. O Dia da Vitória, para a classe trabalhadora, é lembrança de que a união dos povos derrotou o nazismo; hoje, querem transformar essa memória em moeda de troca pra mais conflitos que só servem aos monopólios.