Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

O comercial do PT e alguns pitacos críticos da blogosfera

Por Miguel do Rosário

14 de maio de 2014 : 23h39

Reproduzo abaixo uma análise do jornalista e blogueiro Luiz Carlos Azenha. Jornalista de formação clássica, talvez um dos últimos no país, Azenha se mantém crítico e desconfiado, e não apenas analisa o último comercial do PT, que tanto impacto causou na oposição, como pondera sobre a própria dinâmica que obriga o governo a lançar mão de estratégias midiáticas de grande impacto.

Eu não gostei do anúncio. Achei terrivelmente depressivo. O Brasil está precisando lutar contra o baixo astral, não aumentá-lo. Mas também não suporto ufanismo. Gostaria de ver um partido tendo a coragem de mostrar seus próprios erros, e usar a interação com o público para corrigi-los. A importância da propaganda eleitoral na TV é que ela pode potencializar conceitos na rede. Vídeos veiculados originalmente na TV podem ser mais vistos na internet do que na própria TV. O sucesso do canal Porta dos Fundos, que já teve mais de 900 milhões de visitas (sic), prova isso.

O comercial, além disso, não usa a internet, não convoca os espectadores a entrarem nas redes sociais da campanha para se informarem mais e interagirem, o que eu acho um desperdício. Não traz nenhum conceito novo. Apenas trabalha com o medo de um retrocesso, que é real, mas que não pode ser o sentimento predominante de um partido que ainda se acredita transformador. Se a oposição vier agora com um comercial cheio de otimismo e esperança, teremos uma situação irônica. Os partidos que trabalham, diuturnamente, junto com a mídia, com o pessimismo, a depressão, o mal estar, poderão mostrar a si mesmos como paladinos de novas esperanças e novas alegrias.

Mas, enfim, não sou marketeiro. Só um blogueiro atrevido.

Abaixo, a análise de Azenha:

*

Anúncio do PT: Comercial eficaz num meio em decadência

publicado em 14 de maio de 2014 às 21:53

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Quantos jovens vão se impressionar com isso?

por Luiz Carlos Azenha, no Viomundo.

No Brasil, é assim: a eficácia do comercial do PT que explora o temor de uma volta ao passado, nas eleições de 2014, deve ser medida pela reação não só de líderes oposicionistas, mas também de colunistas e editores da mídia corporativa. Chiaram muito? É, então, o caminho.

Desde a improvável reeleição de Lula, em 2006, precedida por uma poderosa campanha midiática ligada ao escândalo do mensalão, o PT depositou todas as suas fichas na tabelinha Lula/João Santana. Concentrou-se no que Plinio de Arruda Sampaio batizou de “melhorismo”. Politizar as pessoas que ascenderam socialmente desde 2003 exigiria incluí-las nas decisões governamentais, em todos os níveis, o que possivelmente as colocaria em choque com os interesses das alianças ditas necessárias à governabilidade.

As decisões de gabinete, entre quatro paredes, sem transparência, permitem o toma-lá-dá-cá que sustenta tais alianças — desde que o povo fique longe delas. Por isso, o PT adotou um pêndulo: se aproxima dos movimentos sociais e, portanto, das ruas, em período eleitoral, para se afastar logo depois de conquistar um novo mandato.

Em 2013, o partido, tanto quanto todos os outros, foi surpreendido por um fato político que ajudou a criar: a ascensão social destapou uma série de demandas daqueles que subiram de vida. Querem, essencialmente, serviços públicos de melhor qualidade. Algumas pessoas, notadamente o cientista social André Singer, tentaram entender o fenômeno. Alguns petistas ou simpatizantes, inclusive na blogosfera, preferiram enfiar a cabeça na areia, feito avestruz, e decretar: os manifestantes são criminosos! Arruaceiros!

Sem entender o fenômeno, é óbvio que é impossível planejar o atendimento de demandas, ainda mais quando são difusas e não partem de lideranças definidas. “Coxinha” é o nome desqualificador adotado para os que vão às ruas. Muito melhor teria sido o PT demonstrar interesse em abrir novos canais de participação popular para a definição de políticas públicas, em todas as esferas. Avançar no governo digital, por exemplo. No orçamento participativo. Seriam as respostas de um partido antenado com as possibilidades abertas pelas novas tecnologias de comunicação.

É a revolução do celular, estúpido! Das mensagens instantâneas, dos memes, das redes sociais.

Contrariamente ao que pensam alguns poucos petistas, as pessoas — especialmente os jovens — não estão indo às ruas apenas reivindicar: querem ser ouvidas, querem participar, o que é importante num país que sempre foi governado através de acertos de bastidores.

Os manifestantes não são necessariamente antipetistas, nem direitistas. Revelam desprezo por instituições que não lhes dizem respeito.

Muito já se falou sobre o esgotamento do lulismo, por conta da falta de sintonia entre o partido e as ruas.

Porém, também é importante refletir sobre as políticas de comunicação desastrosas. Não foi por falta de alerta, especialmente dos blogueiros. Em 2010, no primeiro encontro nacional, minha fala centrou-se na necessidade de produção de conteúdo próprio pela blogosfera, ou seja, de escapar da pauta única, que basicamente reflete a visão de mundo dos homens brancos, ricos e conservadores que são os donos da mídia corporativa. É, grosseiramente, a pauta do antipetismo.

Nunca, jamais, fizemos qualquer reivindicação de caráter pessoal: queríamos uma política pública para financiamento de novas vozes na mídia. De mulheres, negros, indígenas. Na internet, na rádio e TV comunitárias.

O governo federal, porém — especialmente no mandato de Dilma — optou pela “mídia técnica” e pelo “controle remoto”.

Por conta disso, ficou sem opções.

Hoje precisa apostar no poder de João Santana, num momento em que a TV perde vertiginosamente a importância na formação de opinião, especialmente de jovens. Estes, aliás, cada vez menos ficam diante de uma tela esperando o início de um programa. Fazem sua própria programação, no You Tube.

A TV, tanto quanto a internet, é um “meio quente”, ou seja, que engaja emocionalmente as pessoas.

Portanto, o anúncio de João Santana está formalmente correto. A questão é: terá o mesmo impacto de 2010, agora que o conteúdo televisivo pode ser dissecado e detonado nas próprias redes sociais?

Não há dúvida que a propaganda eleitoral — que não tem nada de gratuita — ainda terá papel fundamental este ano.

Porém, as redes sociais estão se tornando tão ou mais poderosas que a TV, uma vez que nelas os compartilhamentos vêm acompanhados pela chancela pessoal de quem dissemina conteúdo.

É amigo recomendando para amigo, parente recomendando para parente. É alguém em quem confiamos dizendo: leia isso, veja isso, ouça isso!

Barack Obama percebeu este salto qualitivativo nas comunicações em 2008, em sua primeira campanha nos Estados Unidos. Pegou os adversários de surpresa. Desenvolveu seus próprios meios para falar a uma nova geração e venceu com um comparecimento muito acima da média dos eleitores mais jovens.

Como já escrevi anteriormente, dada a concentração da mídia no Brasil, os barões do setor ganharam ainda mais poder com o advento das redes sociais.

A onda de pessimismo que tomou conta do país é uma demonstração disso.

Pode ter parentesco com as manifestações do ano passado, mas certamente foi aprofundada pelas manchetes da mídia corporativa compartilhadas aos milhões! É um filho dizendo para a mãe, ao impulsionar uma manchete de O Globo no Facebook: olha como as coisas andam ruins! Ou vice-versa. É o conteúdo raso do historiador do futuro, o notório antipetista Marco Antonio Villa, chancelado por alguém que conhecemos pessoalmente.

Além disso, tente uma experiência comigo: vá até seu aparelho de TV e tenta conversar com ele. Ouviu uma resposta? Pois é, incrivelmente, nas redes sociais há respostas! Há debates! É um meio muito mais vivo que a TV. Porém, o debate se dá em torno de conteúdos disponíveis. E é razoavelmente óbvio que a Globo tem mais poder de produzir e disseminar conteúdo que o Tijolaço, embora de qualidade incomparavelmente inferior.

O PT dormiu no ponto. Priorizou os interesses políticos e econômicos necessários à manutenção da coalizão governista. Sentou-se sobre a pauta da comunicação.

O resultado de 2014 vai demonstrar se o binômio Lula/João Santana ainda é suficiente, eleitoralmente, para sustentar a agenda do partido.

Seria ironia demais vê-la derrotada por aqueles que ajudou a ascender socialmente, influenciados em massa pela mídia corporativa que governos petistas bajularam e financiaram.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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27 comentários

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cass

15 de maio de 2014 às 22h50

O filme e’ otimo.

Todo mundo sabe o que aconteceria se o PSDB vencesse a eleicao. Arrocho, desmprego, concentracao de renda, enfraquecimento das universidades publicas, fim do PROUNI, lucro do Pre’Sal indo para as multinacionais do petroleo, etc.
Sem falar da reforma trabalhista tao demandada pelo empresariado que reduziria os direitos trabalhistas da CLT.

Entao nao me venham com essa moral de cueca falando em medo!

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Barbara Ferreiro

15 de maio de 2014 às 22h39

Achei ótimo e surtiu efeito ,pois todos comentaram desde a oposição , a sociedade em si , para o primeiro de muitos outros que virão a estratégia foi correta , chamou o público a refletir , agora depois virão as transformações que o PT imprimiu no país , o Azenha podia ficar calmo , ultimamente ele anda meio indeciso , as vezes o comentário dele é assustador , mas é assim , balançou a rede o PT é gollllll !!

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Gito

15 de maio de 2014 às 17h41

Como profissional de marketing digo que gostei. Você não pode observar uma campanha pelo primeiro comercial feito pelo partido. Lógico que a campanha se dará de forma positiva e a do oposição de forma negativa. Esse comercial institucional do PT foi feito para se quebrar o gelo em relação a imagem do partido, foi feito para que essa parcela da população pare e olhe para o passado. Sim, a dinâmica é triste, já que o passado também foi. O que a campanha mostra é que votar no outro partido é triste, é voltar ao passado. A positividade está no presente – pessoas empregadas, pessoas felizes, famílias unidas, etc. Não seria possível falar das propostas em relação aos anseios da sociedade – Até porque a sociedade não sabe bem o que quer, não sabe pelo que luta, estão simplesmente absrovendo a agenda (aí sim) negativa dos meios de comunicação.

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UM GRITO

15 de maio de 2014 às 17h27

Penso que um comercial de um minuto no universo de n outros, pode sim ser um grito no ar, algo impactante no campo do inimigo, afinal esse grito inclusive encontra obstáculos que o fazem eco por uma eternidade. Concordo que não deva ser a linha central – têm-se com muita ênfase subsídios para sustentar uma pauta positiva nos outros ns minutos que virão, penso ainda que pautado na realidade de que em essência somos relativos e que a relatividade factual permite: algum outro grito talvez seja bem vindo.

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Vitor

15 de maio de 2014 às 16h21

O PT tem tanta coisa pra mostrar que fez de melhor que o PSDB. A propaganda, apesar de bem feita, não é boa! Começar a jogar com o medo? Em maio ainda? O PT não precisa jogar o jogo do PSDB pra ganhar as eleições, já mostrou isso. Tá pedindo pra ouvir um “a esperança vai vencer o medo”.
Pra mim a única pessoa que sai ganhando com essa propaganda chama-se Eduardo Campos, pois não é atingido, seu principal adversário (no primeiro turno) é, e ele ainda não fica com a fama de jogar sujo… Deve estar gargalhando…

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Isabel Cristina Candido

15 de maio de 2014 às 16h38

Como a verdade incomoda !

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Jorge

15 de maio de 2014 às 12h37

Entendo as posições dos jornalistas e, em certa medida, até compartilho. Entretanto, acho que a propaganda foi um tiro certo. Deu uma sacudida profunda não apenas na oposição, mas nos esquecidos. E isso é necessário nestes tempos que correm. Além disso, precisamos ter em mente que é uma peça de 1 minuto, onde não dá pra fazer muita coisa. Fiquemos de olho na propaganda do partido, hoje, que durara 10 minutos. De qualquer forma, postas as armas (sujas) na mesa por oposição e mídia, não devemos tentar ganhar com flores e bons modos. O que está posto na peça será a realidade que o PT tentará colocar no debate, presente ou retrocesso, trabalhismo ou neoliberalismo, ou seja, o de sempre. Não se pode tirar o debate do caráter plebiscitário, pois sabemos todos que a terceira via é uma piada de péssimo gosto.

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Marcelo Lopes

15 de maio de 2014 às 15h08

Achei uma merda. Porque devo amedrontar a população? O PT sujando sua história. Tá de sacanagem!

Deveria informar suas realizações. Onde chegou suas políticas, mas jamais fazer joguinho de medo.

Votei no partido, acredito em suas políticas sociais, mas essa propaganda foi horrível.

Acho que existe outra forma inteligente de expor pontos do governo.

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    Leonardo

    15 de maio de 2014 às 14h56

    Marcelo, concordo com você. O melhor é mostrar os projetos até para que nós possamos falar deles. E acredito que isso vai ser dito no horário eleitoral, assim como deveria estar sendo dito em rede nacional de rádio e tv pela Dilma.

    Entretanto, conforme opinei anteriormente, o programa foi muito bem feito e mostrou a mesma pessoa em duas situações distintas e no presente. Ou seja, ele “presentificou” o passado do país encarnado na pele da pessoa.

    Isso doeu e muito na direita que – como já havia opinado – criou um “carnaval eufórico” do quanto pior, melhor”. Eles não passam depressão, mas sim a confiança (ou otimismo) de que tudo VAI PIORAR! E este programa do PT foi uma “tempestade” no “carnaval do caos” que o pig quer nos fazer engolir.

    Estragamos a festa deles, tiramos seu doce, mudamos a pauta, mexemos no seu “queijo”. Isso é imperdoável! Por isso no globo de hoje (vi na banca, é claro, não compro) continuam a bater num simples programa de alguns segundos!

    Que venham outros, quem sabe, falando sobre ley de medios e sobre a sonegação da globo?

    Responder

sillumats

15 de maio de 2014 às 11h28

Paulo,
Desculpe-me.
Mas vejo as críticas de Miguel um tanto construtivas. (apesar de também discordar desta matéria também). Visando sempre nossa melhoria seja como militantes, simpatizantes ou apenas um eleitor em busca de verdades, de boas opiniões.

E este blog está muito além do PIG que possui uma crítica perversa e fascista.

Abs

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sillumats

15 de maio de 2014 às 11h22

Perfeita visão Leonardo!

Muito bom!

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Leonardo

15 de maio de 2014 às 11h07

Sabe, Miguel, o que o pig está disseminando é uma mistura insana de histeria com euforia. É uma espécie de ufanismo às avessas, meu caro. Todos os dias em todos os jornais e revistas golpistas joga-se o “otimismo” de que tudo vai piorar! É exatamente isso que vem acontecendo: As pessoas vão reproduzindo isso ainda que elas sintam o contrário quando perguntam se sua vida melhorou ou irá melhorar. Pesquisas do pig ficam mostrando aquilo que a direita, a mídia fizeram com todos: “Esqueça de você, o Brasil está mal e VAI piorar! E aí, tal qual antenas repetidoras da “Matrix”, vão reproduzindo isso, disseminando – de maneira “eufórica” – que tudo COM CERTEZA (olha o otimismo aí.) vai piorar e que nada presta.

O comercial veio para detonar com essa “euforia carnavalhesca” de que tudo está ruim e vai piorar. Veio tirar as “purpurinas”, “confetes & serpentinas” e trazer densidade, peso, “depressão” à discussão. E isso incomoda a elite mesquinha.

Claro que o PT e o governo têm que dialogar mais, é verdade, têm que sair dos bastidores… sim, mas com essa configuração sem reforma política e com o “carnaval do quanto pior melhor” nas “passarelas” das nossas mentes, creio que essa “tempestade” faz com que possamos nos recolher e ver que o que temos e o que conseguimos é ainda aquém do que queremos, mas muito, muito além do que tínhamos. E aí está implícita uma mensagem de otimismo e de esperança, que é de continuarmos nossa caminhada pois se algo já melhorou, vai melhorar ainda mais. O comercial não manda você ficar parado, mas continuar a mudar, não retroceder, ao contrário do que foi feito pelos tucanos que colocavam medo em mudar, quando o presente era ruím.

Portanto – e falo como psicólogo – não sou contra o comportamento “deprê”, até porque, cria-se muito mais na dor, na reflexão e até em alguns casos, na tristeza e depressão, do que na euforia. Ninguém vai ao “divã” quando tudo está bem, ninguém muda o time quando se vence, logo, porque achar que o legal é viver na mania, na euforia, tal qual propaganda consumista do sistema capitalista (compre, compre, você pode!)? Porque a tristeza, a reflexão, a dor, a maturação (tão abominados pela lógica consumista) são “chatos”, são “prá baixo” e o que vale é o ufanismo de que tudo está bem quando todos sabem que ainda não está? Percebem a armadilha que nos criam? O medo, Miguel – em pequenas doses – é essencial para a sobrevivência e eu tenho medo sim de ver meu país e minha vida andarem para trás. Isso seria desvalorizar minha luta e minhas vitórias. Não tenho que alimentar medos irracionais, mas devo temer o que for racional até porque não sou herói.

Para finalizar, acho que esse choque de realidade (a qual muitos pacientes vivenciam na clínica), foi importante principalmente para aqueles que evoluíram e acham que irão um dia frequentar o coração da elite criticando Dilma, Lula e o PT. Não vão! E esse comercial veio mostrar que terror e baixo astral era o que tinha antes e que neste “carnaval do quanto pior melhor” o que se quer de verdade é “atravessar nosso samba”, “mudar nosso enredo”, dar nota zero no quesito evolução e jogar o Brasil e nosso povo para o segundo grupo.

Espero ter contribuído para o debate.

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Learce Glória

15 de maio de 2014 às 13h56

O Aecim ta fazendo Biquinho…..com os olhos avermelhados por culpa dos Perrellas…..

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henrique de oliveira

15 de maio de 2014 às 10h29

Discordo em genero numero e grau , o PT mostrou a realidade de uma classe que de miserável passou a média , e faz refeltir o que queremos e o que tivemos , sera que a oposição teria coragem de fazer um video mostrando o que fez com a economia , com a educação , com investimentos em infraestruturas? acho que não , depressivo foram os anos de fhc e sua trupe , é isso que o video mostra e quer passar a mensagem de otimismo no futuro onde a nação tem que continuar avançando , se houve erros foram poucos perto dos ganhos.

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rildoferreiradossantos@gmail.com

15 de maio de 2014 às 09h48

Concordo com você. Muito baixo astral.

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Patricia da Rocha

15 de maio de 2014 às 12h31

Me vi nessa propaganda…Obrigada PROUNI…

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paulo

15 de maio de 2014 às 09h18

Miguel do Rosário agora resolveu dar uma força para o pig…parece que anda amargurado em excesso…o PT errou, Diolma errou, todo mundo erra, mas vamos ao que interessa? reeleger Dilma. Miguel do Rosário vive procurando os defeitos de tudo no governo para exaltá-los, tal qual o pig. os acertos ele tb fala, mas pouco e sem tanta ênfase. O pig contaminou mesmo ele com a agenda negativa e ele tem reproduzido essa depressão e desgosto em seus textos.

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    Miguel do Rosário

    15 de maio de 2014 às 09h39

    Não seja injusto, amigo. Criticar e polemizar é a nossa força. Não é assim que se cresce e se aprimora, sondando nossos defeitos para que possamos aperfeiçoá-los?

    Responder

Marco Aurelio Moniz Tavares

15 de maio de 2014 às 08h39

Concordo com os amigos navegantes. É um vídeo que traz uma reflexão, de maneira emocionada. Faz com que pensemos o que o Brasil era a 12 anos e o que ele é hoje e o que poderíamos ter sido se não houvesse o governo do PT, e com a propaganda que a oposição vem fazendo, os acessos tendem a aumentar…

Responder

Manelito Magalhaes

15 de maio de 2014 às 07h51

Achei o vídeo fantástico. O objetivo é fazer o eleitor refletir sobre os avanços conquistados pelos governos do PT.
É óbvio, que em seguida, virao comerciais mostrando as grandes obras realizadas pelo Partido dos Trabalhadores, assim como os avanços dos programas sociais, isso foi apenas um aperitivo
Esse vídeo dá uma sacudida muito boa naqueles que possuem memória curta!!!!

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MA Mauricio

15 de maio de 2014 às 06h22

Bom, o simples fato de atordoar a oposição e balançar os blogueiros progressistas (que volta e meia regridem) já mostra que a peça publicitária teve efeito. Esteticamente perfeita, simples na argumentação (simplesmente mostrou o antes e o depois) mas fantástica quanto à ideia. Precisa tb quanto aos problemas abordados e melhor, disse a VERDADE (dizer a verdade é semre uma boa ideia).

Quem achou depressiva, me desculpe… deve procurar um médico.

Na verdade ela é emocionante e, na minha opinião, o PT visa um publico específico do seu eleitorado (não fala para todos). Algo importante nesse momento em que as investidas midiáticas visam assustar e deprimir justamente esse público (arrancá-lo do PT é seu objetivo). O PT visou contra atacar, conter essa ofensiva da imprensa (amiga da oposição)… daí, talvez, a frase do filme “não caia em falsas promessas”.

PT nesse momento não quer alcançar votos, quer conter os votos desse público especifico. Por consequência, por ser muito bem elaborada, a peça pode ter efeito secundário e trazer mais pessoas a votarem no PT, menos os reaças de sempre. Esses, nem eu quero…………………………………………. PS: Eu só leio blogueiros proguessistas, por isso estou aqui, rsrs

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Bruno Golfeto

15 de maio de 2014 às 05h23

Joel Santana é você?

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Sonia Bastos

15 de maio de 2014 às 03h32

verdade, troquei a informação, O Cafezinho. Desculpe-me.

Responder

O Cafezinho

15 de maio de 2014 às 03h31

não, sonia. saiu do ar a da dilma. vai ficar agora só essa aí, do medo.

Responder

vinícius

15 de maio de 2014 às 00h29

Em breve o comportamento dúbio da mídia virá a tona. Sugiro uma leitura deste post:

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/radios/view/gt_gt_a_mensagem_insidiosa_do_catastrofismo_lt_br_gt_gt_gt_o_rock_errou

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Sonia Bastos

15 de maio de 2014 às 02h55

já saiu do ar, O Cafezinho. PSDB entrou com liminar [propaganda eleitoral antecipada]. incomodou a oposição, viu?

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