Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Concurso para nome do jatinho fantasma

Por Miguel do Rosário

02 de setembro de 2014 : 12h40

marinaxale


 

Nisso terminou a “nova política”.

Com um jatinho fantasma enrolado em documentos falsificados, empresas laranja, contrabando de pneu usado e toneladas de mentira.

Eu não queria que Marina terminasse assim. Nem Campos, que Deus o tenha.

Queria derrotar Marina Silva na política, como acho que ela será derrotada, sobretudo após deixar claro que está ao lado do Pastor Malafaia e defende a autonomia do Banco Central.

Autonomia do Banco Central é entregar o comando do país a George Soros, à especulação internacional, à mídia.

O presidente é eleito pelo povo. É dele a prerrogativa de comandar a política macroeconômica do país.

Enfim, voltando ao jatinho fantasma, eu abri um concurso, na fanpage do Cafezinho, para achar um nome que resuma o que ele significa.

No caso do aeroporto que Aécio construiu na fazenda do titio, achamos o nome perfeito: aecioporto.

Falta encontrar um nome para o jatinho fantasma usado por Marina Silva e Eduardo Campos.

Vou pedir para vocês entrarem no link abaixo, e deixarem lá seu comentário. Se quiserem podem deixar também na seção de comentários do post.

O prêmio é uma assinatura anual do Cafezinho, no valor de R$ 190.

https://www.facebook.com/OCafezinho/posts/784727648217037

Outro concurso importante é para encontramos a melhor meme para o jatinho fantasma de Marina. O prêmio também é uma assinatura anual do Cafezinho.

https://www.facebook.com/OCafezinho/posts/784740611549074

 

 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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199 comentários

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joao.uirapuru

13 de setembro de 2014 às 19h27

Nome do Avião Fantasma da Dupla Clandestina Eduardo e Marina:
É o “AVIÃO FANTASMARINA”.

Responder

Rina de Alencaar Laboissiere

07 de setembro de 2014 às 17h23

O SALVADOR ou Sem lenço nem documento Itaupower INGEITADO ENVIADO Politicamentecorreto

Responder

Gustavo

05 de setembro de 2014 às 22h57

Malafinéca Airlines

Responder

Jurgen

05 de setembro de 2014 às 19h22

Tem de ser em inglês:
GhostJet
Os apoiadores gostam da língua.

Responder

    Jurgen

    05 de setembro de 2014 às 19h25

    ownerlessJET

    Responder

Aero-traíra

04 de setembro de 2014 às 21h26

TraíraJet

Trairina-Jet

Responder

Enola Gay

04 de setembro de 2014 às 21h23

Em homenagem ao Enola Gay que realizou o maior ataque terrorista de toda a História da Humanidade: MarinaGay.

Responder

Bebarina

04 de setembro de 2014 às 21h21

… de bêbado não tem dono. Que nem o avião que caiu.

Responder

Flavia Mujica

04 de setembro de 2014 às 20h12

Marinonete da Divina Providência

Responder

Joel Miranda

04 de setembro de 2014 às 14h05

O nome é “Ghost”

Responder

Vitor

04 de setembro de 2014 às 11h15

Miguel? Tá vivo?

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Soares

04 de setembro de 2014 às 11h08

EU acho que o nome ideal é Fantasmarina

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Mauricio

04 de setembro de 2014 às 10h19

Maracutaia voadora.

Responder

Flavio

04 de setembro de 2014 às 08h51

Aeroespiritosanto

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Giovani Avila - Blumenau

04 de setembro de 2014 às 08h45

Aí Miguel olha só: Procede?
http://blogdomello.blogspot.com.br/2014/09/importado-pela-equipe-de-marina-responsavel-pelo-confisco-de-collor.html
Importado pela equipe de Marina, desembarca no Brasil o responsável pela ideia do confisco do Plano Collor
Chegou ao Brasil o economista André Lara Resende, que, segundo o ex-presidente Fernando Collor, foi quem primeiro lhe apresentou a ideia de um confisco para “enxugar” o mercado. A informação é de Luis Nassif, que a obteve do ex-presidente, numa entrevista pelos 15 anos do Plano Collor, publicada na Folha [grifo meu]:
A decisão do bloqueio de cruzados foi tomada em uma reunião na casa do ex-ministro Mário Henrique Simonsen, presentes Collor, Simonsen e os economistas Daniel Dantas e André Lara Resende, recorda-se ele.
A conversa sempre esbarrava na questão da liquidez. André era mais falante, Dantas, mais quieto, Simonsen observava. Lá pelas tantas, Lara Resende foi ao ponto:
“Presidente, sem conter drasticamente a liquidez, não haverá como resolver esse problema!”.
(…) No primeiro dia de governo, o presidente Fernando Collor decretava o bloqueio de todos os depósitos que excedessem NCz$ 50 mil (cruzados novos), da conta corrente à poupança. Foi além: impôs um IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) de 15% sobre todos os ativos não-financeiros, como ouro e ações.
Os prejuízos aos brasileiros não ficaram restritos àquela época. Hoje, quase 25 anos após o confisco, o país tem 900 mil ações na Justiça para resgatar R$ 50 bilhões dos bancos. Se a Justiça reconhecer esse direito, os R$ 50 bi que os bancos terão que desembolsar podem desestabilizar o sistema financeiro nacional, segundo avaliação do governo.
Economistas do perfil de Lara Resende (em geral, ligados ao tucanato e à equipe de FHC, de que Lara Resende foi um dos membros) têm reclamado da liquidez, do que consideram salário mínimo elevado e desemprego baixo. Isso favoreceria a inflação. Tanto do lado de Marina quanto do de Aécio, querem arrochar, segurar salários e aumentar o desemprego para “desaquecer” a economia.
A pergunta que muitos já se fazem é: Será que, junto ao Banco Central independente (defendido pelo programa de governo de Marina), virá mais um confisco por aí, caso Marina se eleja?

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mane

04 de setembro de 2014 às 07h51

Coxinhagreen-fly

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Celso

04 de setembro de 2014 às 01h46

AERO APÓCRIFO.
APÓCRIFO JET.

Responder

Celso

04 de setembro de 2014 às 01h43

JET WHO?
AERO WHO?

AMNÉSIA JET.
AERO AMNÉSIA.

Responder

Celso

04 de setembro de 2014 às 01h37

TRAPAÇAJET

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Celso

04 de setembro de 2014 às 01h35

BOOMJET

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Marco Prates da Cunha

04 de setembro de 2014 às 04h04

NewPoliticAirLines

Responder

Prof. Iso

04 de setembro de 2014 às 00h45

Uma boa musica de Tim Maia para a campanha de Marina:
Vale o que vier
Vale o que tiver
Só não vale dançar homem com homem
Nem, mulher com mulher

Responder

Luciano

03 de setembro de 2014 às 21h50

Avião invisível da mulher maravilha.

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Marcelo Teixeira

03 de setembro de 2014 às 21h11

Aerobagre

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Guatimozim

03 de setembro de 2014 às 21h06

LARANJATO

Responder

Paulo Almeida Rego

03 de setembro de 2014 às 23h54

COISA DE GRINGO

Responder

Paulo Almeida Rego

03 de setembro de 2014 às 23h54

CAIXÃO ENCOMENDADO

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Ana Maria da Silva

03 de setembro de 2014 às 19h44

VOTO 13 Dilma Rousseffff, em pelo menos por 60 razões:?1 – Sim pelo Prouni.?2 – Sim pelo Pronatec.?3 – Sim pelo Pronaf.?4 – Sim pelo Minha Casa Minha Vida.?5 – Sim pelo Luz Para Todos.?6 – Sim pelo Água Para Todos.?7 – Sim pelo Ciências sem Fronteiras.?8 – Sim pela redução do desemprego a menos de 5%.?9 – Sim pelo pagamento da dívida com o FMI e ainda virar credor do mesmo.?10 – Sim pela inflação cortada pela metade.?11 – Sim pelo Fome Zero que matou a fome de 30 milhões de brasileiros.?12 – Sim pelos 50 milhões que agora tem consulta médica.?13 – Sim pela redução de 20% nas internações em hospitais como efeito do Mais Médicos.?14 – Sim pelo fim do uso privado do dinheiro público em aeroportos e afins.?15 – Sim pelo Brasil entre as 7 maiores economias do mundo.?16 – Sim pelas 18 Universidades Federais construídas.?17 – Sim pelas 370 escolas técnicas construídas.?18 – Sim pela destinação de 10% do PIB para a educação.?19 – Sim pelo governo que pune doa a quem doer os responsáveis por atos de corrupção.?20 – Sim pelo não racionamento de água em energia.?21 – Sim pela triplicação da destinação da verba pra saúde e educação.?22 – Sim pela quantidade de emprego farto.?23 – Sim pela facilidade de se fazer curso superior.?24 – Sim pela primeira vez em que cidades do interior se beneficiam de fato com investimentos federais.?25 – Sim pelo PAC Infraestrutura.?26 – Sim pelo PAC Mobilidade Urbana.?27 – Sim pelo PAC Saneamento Ambiental.?28 – Sim pela redução do desmatamento na Amazônia.?29 – Sim pelo Pre-Sal.?30 – Sim pelo Proinfa de estímulo à energia alternativa, limpa e renovável.?31 – Sim pelo fortalecimento do MPF, CGU e TCU no combate à corrupção.?32 – Sim pela política econômica de controle da inflação com inclusão social.?33 – Sim pela liderança na criação dos BRICS.?34- Sim pela instituição de uma política de relação internacional que abre mercados nos países emergentes sem fechar as portas dos países industrializados.?35 – Sim pelo fortalecimento do Mercosul.?36 – Sim pela valorização das relações culturais com os povos latino-americanos.?37 – Sim pela construção de uma nova imagem do Brasil perante o mundo.?38 – Sim pela aprovação da Lei Maria da Penha que aumentou em 390% a rede de atendimento à mulher.?39 – Sim pelo Mais Cultura, fortalecendo as artes, a tradição e o folclore brasileiras.?40 – Sim pela estruturação da Defensoria Pública da União – DPU.?41 – Sim pela realização das metas dos Objetivos do Milênio da ONU de redução da pobreza e da mortalidade infantil e aumento do abastecimento público de água potável.?42 – Sim pelo compromisso de novas metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.?43 – Sim pela destinação de 75% para educação e 25% para saúde dos royalties do petróleo.?44 – Sim pela realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil.?45 – Sim para que o Brasil do neoliberalismo de 12 anos atrás não volte NUNCA MAIS!?46 – Sim pelo aumento das reservas de 360 bilhões de dólares negativos no governo FHC para meio bilhão positivo no governo trabalhista; ?47 – Sim pela redução da inflação de 1,5% ao mês no governo neoliberal para 0,01% em julho 2014; ?48 – Sim pela abertura de 17 mil leitos hospitalares na rede preventiva de saúde pública; 49 – Sim pela estruturação da órgão competente, formado por Procuradores da República, Delegados da PF e Auditores da Receita Federal para a recuperação de U$ 20 bilhões de ativos desviados pela prática de crimes de corrupção, exportação e lavagem de capital; ?49 – Sim pelas 2.300 operações da Polícia Federal – FHC de Lula e Dilma de combate à corrupção, comparadas às 40 realizadas durante 8 anos durante o governo FHC; ?50 – Sim pelo combate sistemático, organizado e institucionalizado de combate à corrupção (Paulo Octávio, do PSDB/DEM – DF, por ex., foi obrigado a devolver R$ 600 milhões aos cofres públicos); ?51 – Sim pela aprovação da Emenda Constitucional que enquadrou a corrupção como crime hediondo;?52 – Sim pela aprovação e regulamentação das leis penais de tipificação dos crimes de quadrilha, organização e associação criminosa, tornando possível acusar, julgar, condenar, prender os criminosos de colarinho branco, além de recuperar o produto do crime (dinheiro e bens) para o patrimônio público e o erário; ?53 – Sim por liderarem um partido que, embora há 12 anos no Poder Central, é o menos corrupto do Brasil, segundo dados do TSE; ?54 – Sim pelo fortalecimento do esporte olímpico brasileiro, que passou a conquistar medalhas em setores nobres como ginástica;?55 – Sim pelo PRONAF de estímulo à agricultura familiar;?56 – Sim pelo Brasil Sorridente que incluiu o tratamento de dentes na rede pública de saúde;?57 – Sim pelo Viver Limites de atenção à pessoa portadora de deficiência física;?58 – Sim pelo apoio à luta do Movimento dos Sem Teto e do Movimento dos Sem Terra;?59 – Sim pelo Brasil Sem Miséria, o maior programa de ascensão social do Mundo;?60 – Sim por um punhado de outras conquistas, como a criação da TV Brasil/EBC, a concessão de canais às emissoras de rádio e televisão comunitárias, lançando a semente para o sistema democrático de comunicação social etc.

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    FC MOREIRA

    07 de setembro de 2014 às 09h21

    SE VOTAR PELO SIM, VOCE ESTA VOTANDO NO PSDB , QUE FOI ELE QUE INICIOU OU FAVORECEU ESTAS CONQUISTAS. AGORA VOLTANDO E NADA PELOS MENSALEIROS , NADA PELOS POBRES MORRENDO NAS PORTAS DOS HOSPITAIS E A SAÚDE PÚBLICA SUCATEADA PARA FORTALECER OS PLANOS DE SAÚDE, NADA PELO ESCÂNDALO DA PETROBRAS. NADA PELA MORTE DE CELSO DANIEL, NADA PELO DINHEIRO PUBLICO JOGADA NAS DITADURAS DE FIDEL CASTRO, VENEZUELA DE NICOLAS MADURO BOLÍVIA DE EVO MORALES , DITADURAS DA AFRICA. COMO VOCÊ É INOCENTE.

    Responder

Kary Gomes

03 de setembro de 2014 às 22h09

Gasparina! GaspaRina

Responder

Marcio Pessoa

03 de setembro de 2014 às 19h04

Fantasminha “Legal”.

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Araujo

03 de setembro de 2014 às 18h19

Proponho:

“Cachorro sem Dono” air line.

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Centelha

03 de setembro de 2014 às 18h16

LARANJATO. CAIU, FOI DEUS

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Tiago Morais

03 de setembro de 2014 às 21h02

evangelicidius totalitarius

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Virgilio

03 de setembro de 2014 às 17h55

Bateu o desespero nos petralhas.
Alguém ainda paga pra assinar esse blog com essa falta de assunto, moral, ética e perspectiva?

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    Miguel do Rosário

    04 de setembro de 2014 às 11h33

    Sim, muita gente paga, e acha o blog muito bom.

    Responder

Maria

03 de setembro de 2014 às 17h25

Poderia ser : Aerorede

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Fabio Martins

03 de setembro de 2014 às 16h27

Já escrevi mas não vi publicado.

Nome: Eco Wonder Woman da Floresta

foto comprovando que marinha viajou no jato invisível

http://www.tvsinopse.kinghost.net/m/mulher4_arquivos/tvsinopse51032.jpg

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rodrigo

03 de setembro de 2014 às 16h21

FANTASMARINA

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Paulo Brasileiro

03 de setembro de 2014 às 15h26

Fantasmajet da Marina

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elisa

03 de setembro de 2014 às 15h20

Aerovaza: ih, sujou!

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Marco Vitis

03 de setembro de 2014 às 13h59

Marina pretende ser a nossa Margareth Tatcher. É a velhíssima política monetarista responsável pela atual crise financeira nos EUA e Europa.

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Altevir Depetris

03 de setembro de 2014 às 13h44

Em homenagem aos coxinhas e como não tem dono: Anonymus

Responder

Cláudio

03 de setembro de 2014 às 13h32

ENOLA GAY – Pois tal qual o bombardeiro americano vai detonar uma bomba sobre os petistas, varrendo-os para sempre do Palácio do Planalto, dos Ministérios, das Estatais,enfim, das mamatas e das tetas sugadas durantes os últimos doze anos!

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Edson Luis Stinghen

03 de setembro de 2014 às 12h06

Aérofé.

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Voou na maionese

03 de setembro de 2014 às 12h03

Voou na maionese

Responder

LARANJATO

03 de setembro de 2014 às 11h36

LARANJATO

LARANJATINA

MARACUTINA

CESSARINA

Responder

Emerson

03 de setembro de 2014 às 10h38

http://renace.net/?p=3809
Desmontado Stephan Schmidheiny, magnata do amianto e fundador de AVINA

BY ADMIN, ON SEPTIEMBRE 2ND, 2013
“Há três anos, escrevíamos um texto intitulado “Desmontando Schmidheiny”, no qual utilizávamos o gerúndio em seu sentido de “ação em processo”, não concluída. Agora podemos dizer com toda certeza que o processo está concluído; que a imagem e a verdade sobre Stephan Schmidheiny, o magnata do amianto e fundador de AVINA, foram definitivamente estabelecidas: e não têm nada a ver com aquela outra imagem que ele se havia financiado com grandes meios para se fazer passar por um filantropo exemplar.”
Por Paco Puche
“As vítimas do amianto na Suíça nunca vão obter justiça? Disso ninguém sabe; mas a última página deste capítulo escandaloso da história industrial ainda não foi escrita”
Maria Roselli[i]
Posssivelmente continuará sendo escrita num país em que se espera, no ano 2020, o pico da hecatombe das vítimas do amianto
Ruers y otros[ii]
Em Casale Monferrato, os resultados mostram que as mortes não cessarão até 2031
Furlan y Mortarino[iii]
A verdade avança e ninguém poderá contê-la.
Émile Zola
Há três anos, escrevíamos um texto intitulado “Desmontando Schmidheiny”, no qual utilizávamos o gerúndio em seu sentido de “ação em processo”, não concluída. Agora podemos dizer com toda certeza que o processo está concluído; que a imagem e a verdade sobre Stephan Schmidheiny, o magnata do amianto e fundador de AVINA, foram definitivamente estabelecidas: e não têm nada a ver com aquela outra imagem que ele se havia financiado com grandes meios para se fazer passar por um filantropo exemplar, por um pioneiro do capitalismo compassivo, compartido e verde.

De Turim a Turim e “atiro porque chegou minha vez”
O mais concludente, para demonstrar a afirmação de que o magnata Stephan Schmidheiny (S.S) foi definitivamente desmontado são os julgamentos de Turim relativos ao amianto e ao asbesto.
Rememorando o primeiro dos julgamentos, temos de ressaltar que este começou em dezembro de 2009 e que em 13 de fevereiro de 2012 foi publicamente emitido o veredito final, condenando Stephan Schmidheiny e o barão de Cartier a 16 anos de prisão cada um e ao pagamento de indenizações milionárias.
Mas a tragedia começou em 1906, quando se instala a fábrica de amianto em Casale Monferrato, um povoado cerca de Turim. Desde então, foram contaminados trabalhadores e habitantes do povoado até 1986, data em que Stephan Schmidheiny fecha a fábrica, abandona as instalações e ´sai fugindo´. Se alguém pensar que esse abandono resolveu os problemas se enganará de maneira tão fatal quanto os efeitos do amianto. Até hoje ainda morre um pessoa por semana em Casale em consequência de exposição àquela substância: na fábrica, em casa ou no povoado. E essa desgraça não se acabará até 2031. Todas estas mortes serão igualmente imputáveis àqueles sentenciados. Contra os dois responsáveis, se apresentaram pessoalmente mais de 6.400 partes civis em nome dos 2.191 mortos e 605 enfermos.
O procurador Guariniello, que havia conduzido o caso, considerou diante disso que devia aumentar as penas solicitadas no primeiro julgamento e pediu 20 anos de cárcere para os imputados porque, disse ele: “Pude voltar a ler as sentenças do Tribunal Superior nos casos mais graves de desastre e mortes e percebi que aquilo não era nada em comparação com o que se voltava a viver durante este julgamento.” A procuradoria acrescentou que está investigando a morte de 117 italianos que trabalhavam nas instalações de Eternit Suíça e Alemanha e também mortes por amianto de italianos no Brasil e na França, que estiveram expostos àquela substância na Eternit, nome da empresa de propriedade de Stephan Schmidheiny.
Um ano depois, em 3 de junho de 2013, no tribunal de apelação, foi ditada nova sentença em Turim. A sentença do magnata do amianto (Stephan Schmidheiny -S.S.) passava de 16 a 18 anos nessa instância de apelação. A morte do barão de Cartier, outro julgado, implicou sua absolvição. S.S, além disso, terá de pagar imediatamente o valor de 88 milhões de euros em indenizações.
No transcurso dessa segunda instância, demonstrou-se como Stephan Schmidheiny se havia infiltrado nas fileiras das associações de vitimas. Com efeito, e como conta o jornalista Giampero Rossi [v], através da documentação sequestrada no processo, na empresa de relações públicas de Milão Guido Bellodi, pôde-se comprovar que Stephan Schmidheiny havia contratado esta empresa, de 1984 a 2005, para cuidar da contrainformação, e como havia infiltrado no movimento das vítimas a jornalista María Cristina Bruno, encarregada de enviar um relatório mensal a Bellodi em troca de 2.500 euros.
Mas o mais importante foi a descoberta de que Stephan Schmidheiny tinha pleno conhecimento da letalidade do trabalho com o amianto e que apesar disso continuou com seu negócio. Com efeito, o tribunal demonstrou como na Conferência de Neuss, celebrada na Alemanha em 1976, Stephan Schmidheiny, diante de cerca de 30 pessoas, todas elas gerentes de suas empresas Eternit na Europa, disse que sabia que o asbesto era nocivo e perigoso para a saúde, que eles deviam estar conscientes disso, mas que se outras pessoas também ficassem cientes, eles teriam de fechar as fábricas ou tomar medidas econômicas pertinentes. Assim sendo, advertiu seus diretores que era preciso medir com precisão o tipo de informação que se dava, dizer que o asbesto não era prejudicial e que, em qualquer caso, não causa a morte, já que o risco podia ser controlado. Por isso, obviamente, a sentença o acusa de desastre doloso.
Pior ainda foram as manifestações do presidente do tribunal. Com efeito, durante a terceira audiência celebrada em 19 de fevereiro de 2013, o juiz Ogge comparou a estratégia de Eternit com a estratégia nazista de deportar judeus para Madagascar (de 1939 a 1941), um plano que mais tarde foi substituído pelas deportações para campos de extermínio. A imprensa era muito contundente e dizia: “paralelo entre Stephan Schmidheiny e Hitler”, como se pode ver a seguir.
Segundo o juiz, o plano de Madagascar, que Hitler havia elogiado naquela época, serviu para cumprir um propósito: ocultar as verdadeiras intenções de exterminar os judeus, o que foi discutido na conferência de Wansee, em 1942. Ogge argumentou que o veredito em primeira instância dever ser lido desde esta perspectiva.
Como poderemos acertar as coisas com a justiça? Ficou claro: condenaram um assassino, que dava ordens a suas empresas, que conhecia perfeitamente o quão brutal era fazer com que as pessoas trabalhassem com o amianto, que tem muitos milhares de mortos nas costas e tantas outras pessoas enfermas para o resto de suas vidas. Esse assassino dedicava parte de seu dinheiro a lavar sua imagem e a espionar movimentos de vítimas de suas empresas.
Stephan Schmidheiny: uma falsa biografia apoiada por seus beneficiados e colaboradores.
Sabendo melhor do que ninguém o que significava a indústria do amianto, sendo responsável do império familiar, em 1976, preocupou-se em proclamar que se havia erigido como pioneiro no abandono deste mineral. Era seu principal problema (e sua mais importante herança) e tentou convertê-lo em uma ocasião para se apresentar como um benfeitor da humanidade.
Disse de si mesmo: “Quando olho atrás e levo em conta o conhecimento que hoje temos das muitas vítimas trágicas do asbesto, sinto-me orgulhoso pelas medidas tomadas pelas empresas do Grupo (Eternit) para proteger os trabalhadores dos riscos do asbesto” [vi]. E acrescenta, em tom de denúncia: “esta situação é profundamente deplorável, considerando que nem os governos nem outros membros da indústria reconheceram as implicações do problema nem tomaram, durante muito tempo, as medidas de proteção necessárias” (p.9).
Levando em conta que, segundo sua autobiografia (p 8), em 1981, anunciou publicamente que o Grupo deixaria de fabricar produtos com asbesto, chama a atenção o fato de que antes, em 1978, havia sido criada na Suíça uma associação de industriais do amianto chamada Arbeiskreis Asbest (Grupo de Trabalho Amianto), presidido por Eternit (o grupo de Stephan Schmidheiny) com a tarefa principal de impedir a classificação do amianto no grau 1 de toxicidade. Porque se o amianto fosse classificado neste grupo, os produtos com este mineral não poderiam ser destinados ao uso privado, mas unicamente ao uso industrial e, além disso, teriam de ser marcados com uma caveira, advertindo quanto a suas propriedades cancerígenas. Conseguiram atrasar esta classificação até 1987, nove anos mais tarde [vii]. Em 1989, proibia-se o amianto na Suíça para os materiais de construção. Eternit não tinha pressa, nem Stephan Schmidheiny estava tão preocupado.
Ainda assim, Stephan Schmidheiny só abandonou, por quebra, a fábrica de Casale, na Itália, em 1986, e deixou os restos das instalações espalhados e sujos os depósitos históricos; ainda assim, em 1989, vendeu a maior parte das empresas de amianto, mas só se desfez das fábricas e minas da África do Sul em 1992, quando do fim do apartheid, ao vendê-las, 16 anos depois de assumir a direção do negócio. E até 1994, não se deixou de importar amianto na Suíça, onde 90% do negócio era de Eternit e, segundo a SUVA (Caixa Suíça de Seguros de Acidentes), até 1998, Eternit não deixou de ser considerada uma empresa utilizadora de amianto [viii].
Mas isso não é tudo, na transcrição oficial das audiências do Comitê Especial da Câmara Federal de Deputados, em que se debatia o projeto de lei N º 2186/96 relativo à “substituição gradual da produção e da venda de produtos que contêm amianto”, no Brasil, em 8 de maio de 2001, o presidente Élio Martins, de Eternit S/A, explica a estrutura da propriedade da empresa nos seguintes termos: “Eternit é uma empresa de propriedade pública brasileira, cujas ações são negociadas no mercado de valores de São Paulo (…) Os principais acionistas são os seguintes, (e entre eles figura): 5. Amindus Holding AG: 6,81%.
Mas se vemos a sentença do tribunal de apelações de Turim, de 3 de junho, constatamos que se “condena o imputado S. Schmidheiny e os responsáveis civis Anova Holding AG, Becon AG e Amindus Holding AG, in solidum entre si, ao ressarcimento de danos patrimoniais e não patrimoniais derivados do delito…”
Ou seja, que em 2001, o arrependido S. Schmidheiny se mantém ainda no negócio do amianto. Foi em 1981 que decidiu deixá-lo…; é só fazer as contas, são 20 anos depois.
Apesar de suas boas intenções de abandonar o amianto, manifestadas em 1981, o negócio não deixou de acompanhá-lo, daí que não dá para saber em que sentido tomar o “sentir-se orgulhoso pelas medidas tomadas pelo Grupo para proteger os trabalhadores”, se literalmente ou simplesmente porque era um bom negócio. Também se presta à confusão o que ele relata em sua autobiografia de que “além de estar preocupado com os riscos para a saúde dos empregados das empresas do Grupo, cheguei à conclusão de que esse negócio em que estava não era muito promissor” (sic) (p.7).
Em outubro de 2003, ao apresentar ao mundo sua doação de 1 bilhão de dólares para filantropia na Costa Rica, junto ao então presidente do Banco Mundial James Wolfensohn [iX], Stephan Schmidheiny cria um fideicomisso, o Viva Trust, que se nutre dos lucros de três empresas que operam na América Latina: Masisa, Amanco e Plycem. Com esses lucros são financiados os empreendimentos da Fundação AVINA. Mas em 2007 ele vende duas dessas empresas: Amanco a Mexichem (uma grande empresa
Em que pé estamos hoje m dia? Eis o que mostram essas fotos:

Mais de 800 toneladas de asbesto que permanecem ao ar livre desde há 8 meses (setembro de 2012) na central de abastecimento do porto de Veracruz e que representam um risco sanitário para a população. Como se vê, o mineral é muito friável e cada polegada libera um milhão e meio de fibras invisíveis. Quem fez essa importação? A empresa Mexalit (que pertence a Mexichem). No México, o asbesto não está proibido.
O que Schmidheiny tem a ver com tudo isso? Muito. Ele criou a Fundação AVINA, como ele mesmo afirma, para fomentar o desenvolvimento sustentável e o que chama o “triple bottom line” (o triple resultado): ou seja, favorecer as empresas latino-americanas que além de rentáveis são ecológicas e socialmente sustentáveis, com a ajuda dos líderes dos movimentos sociais.
Em 2003, cria a fonte permanente de financiamento de AVINA, com base nas três empresas mencionadas: em 2007, vende duas delas ao mesmo grupo mexicano, Mexichem; em 2012, há 800 toneladas de amianto, de Mexcalit-Mechichem, abandonadas em Veracruz.
Quer dizer então que vendeu suas empresas a outras que residem num país que permite o uso do amianto e a empresas que trabalham com amianto! O apóstolo da sustentabilidade ambiental e social nada mais é que um sinistro negociante.
Aquilo que deixou dito em sua biografia, que “levando em conta o conhecimento que hoje temos das muitas vítimas trágicas do asbesto me sinto orgulhoso” eram lágrimas de crocodilo.
Em suma, continou com o pó de amianto bem depois de 1989, data oficial do abandono do mineral.
Com que mais nos deparamos? Já indicamos antes: muitas vítimas mais e pelo menos ainda durante 20 anos. E também muito amianto instalado em lares, colégios, hospitais, indústrias, lugares públicos, etc. Que são perigosos com o tempo e cuja desamiantização segura e posterior depósito controlado têm altíssimo custo.
Por exemplo, depois de vender amianto na África do Sul, em 1992, deixou este legado: “Duas terceiras partes dos tetos ondulados que há em Soweto provêm de Everite (fábrica dos Schmidheiny). Muitas delas têm mais de 40 anos e se encontram em péssimo estado, mas seus habitantes não sabem que a manipulação destes telhados supõe um risco para eles (…y) foram detectados índices de amianto dez vezes superior ao que permite a lei” [Xi] . Não é só isso. Aproveitando-se das leis racistas do apartheid, empregaram crianças “em tarefas manuais perigosas de classificação do asbesto, sem proteção das mãos, pisando o material com pés descalços[Xii], lidando com amianto azul, o mais perigoso.
Mas o filantropo fugido está mais preocupado com outras coisas. Ele declarava: “Mas há cosas muito preocupantes, como a pergunta sobre o que vai se passar com o chavismo e até que ponto ele será contagioso para outros países. O que pretende fazer Chávez, muito além da Venezuela, é uma grande questão” [Xiii].
Numa carta aberta ao magnata suíço datada de 15 de dezembro de 2011, Ban Asbestos França e a Associação Henri Pezerat o interpretava dessa maneira:
“Quando a proibição do amianto na Europa se tornou inevitável, o senhor retirou seu dinheiro desta mui lucrativa indústria (entre 1984 e 1999, o valor de seus ativos foi duplicado de 2 a 4 bilhões de dólares americanos). Parte dessa riqueza, o senhor reinvestiu no setor florestal da América Latina. Segundo dados suíços, o senhor havia começado a comprar terrenos florestais chilenos em 1982 e atualmente possui mais de 120 mil hectares no sul do Chile, cerca de Concepção, terras que os Mapuches reivindicam como deles desde tempos imemoriais. Os Mapuches o acusam de ter comprado muitas terras que haviam sido expropriadas com práticas de intimidação, tortura e assassinato usuais durante a ditadura de Pinochet. Esse império florestal já se estende a 4 países da América latina (Chile, Brasil, Argentina e Uruguay).” Mais vítimas na conta do magnata ( ou larápio –mangante, em espanhol-, palavras não apenas muito parecidas mas sinônimas).
Responsabilidade moral de devolver os fundos recebidos de AVINA às vítimas de Schmidheiny
Sua fortuna, tanto aquela herdada da família quando aquela acumulada por ele mesmo procede em grande parte do negócio criminoso do amianto no mundo. Por isso, os fundos com que AVINA/Ashoka[Xiv] financia movimentos sociais estão cheios de sangue, são fundos criminosos, e por isso não paramos de pedir aos beneficiados que devolvam esse dinheiro recebido –eles e suas associações- às milhares de vítimas que pululam pelo mundo. Seria um sinal inequívoco de que ignoravam o que aconteceu. Devem ainda desligar-se definitivamente destas fundações e somar-se a todas as condenações que já foram publicadas e às que estão em espera. Senão, será preciso continuar escrachando-os até que cumpram o seu dever moral de devolver estes fundos, ainda que se trate de movimentos sociais aos quais pertencemos.
A título meramente representativo, não exaustivo, assim o fazemos com a Fundación Nueva Cultura Del Agua, com CIFAES de Amayuelas, com a Universidad Rural Paulo Freire, com a SEO, com Fé e Alegría, dos jesuítas, com Pedro Arrojo, com Jerónimo Aguardo, com Xavier Pastor, com Víctor Viñuales y com Ecodes, todos eles contaram com a estreita colaboração de AVINA e com fundos da citada fundação.
Legitimidade e últimas lavagens de imagem
Willis Harman tece umas considerações da maior importância para o tema que nos ocupa – e para muitas outras situações-; diz ele: “a gente confere legitimidade ou a retira, e o questionamento da legitimidade talvez seja a força mais poderosa da história [Xv].
É por isso que AVINA e Ashoka buscam continuamente legitimidade. Para consegui-la é preciso ir muito além da propaganda e das mentiras com que se fabricam, que caem por seu próprio peso facilmente (Schmidheiny desmontado, por exemplo). Tem a ver com a imagem que as pessoas associam a estas fundações. Se as emparenta com colegas mui respeitáveis dos movimentos sociais e, melhor ainda, com alguns de seus líderes mais destacados, têm um enorme caminho percorrido, às vezes dificilmente desmontável. (Como você pode me dizer isso desse personagem, um dos melhores oradores do país? Por exemplo).
Avina voa alto. Na Espanha, já nomeamos alguns de seus legitimadores, quase todos de muito renome e, obviamente, isso nos causou problemas. Na América Latina, o prestígio dos legitimadores é, se quisermos, ainda maior. Nos referimos a Leonardo Boff e a Marina Silva, entre os mais destacados. Não é preciso apresentá-los: o primeiro é um teólogo da libertação muito reputado e muito sancionado pelo Vaticano; a segunda é uma ex-ministra do ambiente de Lula e a terceira força mais votada no Brasil para a presidência com seu Partido Verde (NT- o presente texto foi publicado em 2 de setembro de 2013).
Na seguinte imagen vemos Boff em Cancún, em 2010, na COP sobre o câmbio climático. Depois dessa conferencia, foi quando o Grupo de Reflexão Rural argentino disse a frase lapidar: “entidades como AVINA e Ashoka são o inimigo da Mãe Terra e das populações oprimidas[Xvi]
Em 2012, voltamos a vê-lo abrindo a Conferência organizada por AVINA por ocasião da Rio+20. O que aconteceu foi que a legitimidade prosperou e, nesta ocasião, AVINA conseguiu levar à citada conferência gente de muito prestígio entre a esquerda e o movimento ecologista, como Boaventura de Souza Santos, Tim Jackson e Marina Silva.
Marina Silva é apresentada desta forma no website da fundação: “ex-candidata presidencial e aliada da Fundação AVINA, (…)[XVII]
O recente livro de Abramovay (Más allá de la economía verde, 2013 – Para além da economía verde), patrocinado por AVINA, com logo na capa, tem prólogo de Marina Silva e de Biondi-Morra, o número 2 de AVINA.
As últimas lavagens de imagens correspondem a duas iniciativas que já comentamos em outras ocasiões: numa, depois da primeira sentença condenatória, os próximos de Schmidheiny lançam um manifesto apoiando o personagem. Dizem: “Assinamos em apoio a sua pessoa… e com a intenção de outorgar-lhe toda a honra que merece”.
E a última invenção para melhorar sua deteriorada imagem, que avança à marcha forçada, é a instauração de um prêmio com o nome do magnata do amianto: “prêmio Stephan Schmidheiny de inovação em sustentabilidade”. Anunciado em abril de 2013, pretende conceder a primeira série antes do fim do ano. Ele tem pressa.
Finalmente
AVINA e Schimidheiny estão concentrados na América Latina, onde estão muito mais infiltrados. Na Espanha, que só serve de ponte, graças às contínuas denúncias, manifestos, artigos e conferência revelando a verdadeira cara de Schmidheiny-AVINA, foi possível deter o esburacamento de muitos movimentos sociais e, em alguns casos, reverter o entreguismo à AVINA.
Agora temos de estabelecer pontes com a América Latina para tentar impedir que AVINA continue semeando a confusão e a divisão por onde passa. Como foi o caso do manifesto promovido por Ecologistas em Ação, advertindo quanto à verdadeira natureza de AVINA/Ashoka, e que já foi assinado e apoiado por 217 organizações de 23 países, principalmente latino-americanos.
Nessa luta continuamos.
Referências
1. Roselli, M. (2010): Las mentiras del amianto. Fortunas y delitos, Ediciones del Genal, Málaga, p.236
2. Ruers, R.F y Schouten, N. Iselin, F (2006), Eternit le blanchiment de l’amiante sale,
CAOVA, Lausanne. P. 70
3. Furlan,C. y Mortarino, C.(2012):”Pleural mesothelioma: forecast of the death toll in the area of Casale Monferrato, Italy”, Statitiscal Medical (Stata Med.) 25 de julio
4. Ecoportal (2010). Visitado en 25.07.13 aquí
5. Giampero Rossi (2012): Amianto Processo alle fabriche della mort.Editore Melampo, Milano, pp 35
6. Schmidheiny, S. (2006) : Autobiografía “Mi visión mi trayectoria”: Aquí , visitada el 27.7.13, p. 8
7. Roselli, M. (2010), o.c., p 197 y ss.
8. Ibídem, p.147
9. Catrina, W, (2003): “ Hermoso legado”: Aquí
10. Página del Banco de Santander, marzo del 2008. Ver aquí
11. Roselli,M. (2010), o.c. p 121
12. Andrew Bibby (2004): “Asbesto en el lugar de trabajo: un dificil legado”, Revista de Trabajo, nº 50, marzo 2004, Visitado el 2.8.13. En OIT: Ver aquí
13. En: Ver aquí
14. Ashoka se financia en parte de AVINA y también de la Fundación Gates, accionista importante de Monsanto, todos embarcados en llevar las semillas transgénicas a África
15. En:Naranjo, C. (2013): La revolución que esperábamos, Barcelona, Ediciones La Llave, p. 244
16. Ver aquí
17. Ver aquí

Responder

Waldemir Direito

03 de setembro de 2014 às 10h04

Aérea Maricampos.

Responder

MALAFARINA

03 de setembro de 2014 às 09h54

Leva você com sua mala para o Inferno

Responder

henrique de oliveira

03 de setembro de 2014 às 09h53

Marineca Air prefixo 171

Responder

AERO PLUFT

03 de setembro de 2014 às 09h52

Gasparina, o fanstasmarina avoador

Responder

AERO PLUFT

03 de setembro de 2014 às 09h51

AERO PLUFT, o fantasma a jato

Responder

Vanda Lucia Viana

03 de setembro de 2014 às 12h45

fantasMarina!

Responder

Antonio Dias Corretor

03 de setembro de 2014 às 12h41

MARIfantasma .

Responder

Lucio Araujo

03 de setembro de 2014 às 11h24

“Jato ino NECA”

Responder

ejedelmal

03 de setembro de 2014 às 07h47

Venho aqui que o PT plagiou mais uma autoria.

O Aécio é o verdeadeiro inventor do PAC: “Pista do Aeroporto de Cláudio/MG”.

Responder

Mauricio

03 de setembro de 2014 às 07h04

Ali Blabla e os 40 laranjas.

Responder

sergio

03 de setembro de 2014 às 03h33

Jatotróia (a barriga de aluguel da direita raivosa)

Responder

Luiz Hespanha

03 de setembro de 2014 às 02h59

Divina Providência

Responder

Helio paiva m. França

02 de setembro de 2014 às 23h58

Caixa2airlines Brasil

Responder

Messias Franca de Macedo

02 de setembro de 2014 às 23h54

[Sobre a Teoria do ‘ver o mar pegar fogo, para comer peixe assado’! Ah essa DIREITONA ‘nacioná’!…]

“Terão Marina, mas e daí? Quando vier o pior e tiverem que administrar o caos – como vão reagir ao desconsolo, o desamparo que sentirão? Verão o país em ruínas e protestarão nas ruas – de que adiantará?”

Prezada e consciente *Luiza,

não se ‘avexe’, não! Aí, entra em cena, novamente, o rábula psicopata! Doravante a exercer o protagonismo de o interventor geral da nação [em frangalhos!]! ‘Capiche’?!…

*comentário proferido em
http://tijolaco.com.br/blog/?p=20744&cpage=1#comment-100182
Luiza disse:
02/09/2014 às 11:09 pm

É a tal da coisa: “salve-se quem puder”! E quem (sobre)viver [à ‘tragédia anunciada’], verá!…

EM TEMPOS FASCIGOLPISTAS: por ora, ‘o fumaça do golpe’ está no ostracismo: proferindo palestras [pagas, óbvio!] pelos rincões deste meu ‘Brasilzão’ do Meu Deus! Uma banana para a tal da quarentena! E outra para o decoro!…

Valei-me Deus! O meu Deus que não é o da [candidata] Marina [Silva?!]!…

Boa sorte para nós todos! Todos! ‘Capiche’?!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

02 de setembro de 2014 às 23h48

… O consumismo alucinante e aloprado do capitalismo nos impõe uma geração de eleitores que imaginam o seguinte: “ora bolas, tenho que, urgentemente, providenciar a troca do meu celular ‘top de linha’! Na internet, já foi lançado um outro de última geração!…”
Triste mentalidade impingida sob a égide da fase financeira do [tosco] capitalismo! Para além do imediato, está sendo construída uma futura geração de, digamos, ‘amebas ambulantes’! No plano imediato, cabe uma exortação: não deveria ser replicável está fórmula ao se votar em um(a) presidente(a) da República de um país [supostamente!] democrático – e de um povo pretensamente minimamente civilizado!…

De olhos e dedos nos ‘WhatsApp’ da vida, não se enxerga o abismo [colossal] ao lado!… *Ensaio sobre a Cegueira, o filme?!
* (Blindness, em inglês)

Coitadas da sinapses!…

**’[E] Não chores por mim Brasil!’

E viva o servilismo dos colonizados!…

Uma lástima!

https://www.youtube.com/watch?v=BndURa0NYpo

Responder

Reginaldo Paiva

02 de setembro de 2014 às 23h46

Morcego Verde

Responder

sergio m pinto

02 de setembro de 2014 às 23h24

Miguel, como não tenho facebook, deixo aqui minha sugestão para o nome do avião: braíra (mistura de bagre com traíra).
Abraço

Responder

Messias Franca de Macedo

02 de setembro de 2014 às 23h17

A DIREITONA, ENCRUZILHADAS &$ PERCALÇOS!…

… A eleição da Marina [Silva?!] representaria a consignação do destrambelhado ‘golpe jurídico-midiático ora ainda em curso’: o joaquim barbosa “entregou o pacote incompleto”, como todos nós sabemos, sobretudo o ínclito ministro doutor *Ricardo Lewandovski!… “O fenômeno eleitoral Blábláblárina” pode ser compreendido como um produto da reverberação do ódio instilado na população brasileira através do PIGolpista: “MENTIRÃO”, “quadrilheiros petistas”, “corrupção na Petrobras”…

[*Lewandowski participa de homenagem a autor do Domínio do Fato e alfineta Barbosa
Sem citar antecessor, presidente do STF homenageia Claus Roxin, mas diz que teoria foi usada de forma indevida na Corte brasileira; ‘juízes não devem se deixem influenciar pela imprensa’, afirmou

por João Peres, da RBA publicado 01/09/2014 13:48

(…)

FONTE: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/09/lewandowski-vai-a-homenagem-a-autor-do-dominio-do-fato-e-alfineta-joaquim-barbosa-2849.html%5D

Reitero: “na hora de a onça beber água” [“na cova da urna”!], grande parte da DIREITONA fasgolpista não terá coragem de votar na Marina [Silva?!]! O DEMoTucano Aécio ‘Never’ terá mais votos que ‘a candidata da Rede momentaneamente no PSB [“Socialista”?!]‘…

EM TEMPO: os analistas do **Citi alertam para ‘a letra fria dos números’, pragmatismo na veia! Quando se fala em lucros, o etéreo da Marina [Silva?!] não resiste a um ‘spread’ bancário!…

**Citi diz que programa de Marina é favorável a bancos e pode ser ruim para parte da indústria

Postado em 2 de setembro de 2014 às 9:11 pm

FONTE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/citi-diz-que-programa-de-marina-e-favoravel-a-bancos-e-pode-ser-ruim-para-parte-da-industria/

ou aqui:
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0GX1XE20140902?feedType=RSS&feedName=businessNews&utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter&dlvrit=1375018

RESCALDO: a presidente Dilma Rousseff, A Magnífica, será reeleita em primeiríssimo turno – 61% dos votos válidos!…

(Não, eu não tenho bola de cristal!… Os analistas do Citi também não!…)

Messias Franca de Macedo
Feira de Santana
Brasil

Responder

Carlos Dias

02 de setembro de 2014 às 22h56

Trairanca

Responder

Maria Celia Ferrarez Bouzada

03 de setembro de 2014 às 01h50

Marinaonete jet

Responder

ZéTavares

02 de setembro de 2014 às 22h44

Pra mim é LAVA-JATO

Responder

Orlando Pereira C Filho

03 de setembro de 2014 às 01h32

jatinhos fantasmas? Espiritualidade nao falta na candidata

Responder

renato

02 de setembro de 2014 às 22h27

BATE E VOLTA..

Responder

elisa

02 de setembro de 2014 às 22h23

Aeropuff eos laranjas camaradas

Responder

Eliane

02 de setembro de 2014 às 22h18

GreenGhostJet! Com esse nome é para ganhar concurso!

Responder

Antonio

02 de setembro de 2014 às 22h14

Minha sugestão : Nave do ET ou casinha do ET.

Responder

    Antonio

    02 de setembro de 2014 às 22h15

    Ok.um forte abraço ,Miguel.

    Responder

vlamir

02 de setembro de 2014 às 22h06

171 divina providencia

Responder

vlamir

02 de setembro de 2014 às 22h04

Providencia divina 171

Responder

    Liz Vasconcellos

    03 de setembro de 2014 às 18h10

    Perfeito:
    Providência Divina 171

    Responder

Wilkens Lenon

02 de setembro de 2014 às 21h57

Tenho duas sugestões:

1) EcoJato – afinal é muito chato ter um jato sem dono no meio caminho né?

2) MarinVião – porque decolou sem plano de vôo e, talvez sem gasolina o sufieciente…o céu de brigadeiro pode mudar nos próximos dias!

Responder

Euler

02 de setembro de 2014 às 21h44

Jatos Marina, Neca & Malafaia Ltda, levando você para o além, com pacotes de sonegação, homofobia e blá-blá-blá.

Responder

Jose Srur

03 de setembro de 2014 às 00h36

Desculpe…De mais atrasado em termos esprirituais .Por quê que nenhum candidato levanta tal questão???

Responder

Edson

02 de setembro de 2014 às 21h35

Tartaruga Voadora, Itaú e Associados.

Responder

Jose Srur

03 de setembro de 2014 às 00h34

Como pode chamar de nova política com os economistas do Collor e FHC,Apoio financeiro do conservadorismo nacional,Apoio midiático do que há de mais reacionário e ditatorial do país,apoiada com o que de h;a

Responder

renato

02 de setembro de 2014 às 21h33

O nome do jato…
BATEEVOLTA..

Responder

Messias Franca de Macedo

02 de setembro de 2014 às 21h25

‘Destino Linhas Aéreas’

Responder

Miguel

02 de setembro de 2014 às 21h08

PROVIDÊNCIA DIVINA – 18BI

Responder

JURIDICO

02 de setembro de 2014 às 20h53

laranjinha

Responder

Julio Vei Pescador

02 de setembro de 2014 às 23h33

Aerobagre

Responder

ZéBaltha

02 de setembro de 2014 às 20h28

Nome do jatinho deve ser: PSBANDO

Responder

Fatima Carneiro da Silva

02 de setembro de 2014 às 22h53

Green Lines Marinair

Responder

Maurilio Francisco de Assis

02 de setembro de 2014 às 22h41

talibã

Responder

Eliana

02 de setembro de 2014 às 19h27

Se a Osmarina Neca não aponta nem o nome
dos proprietários do aerobagre,para indenizar os
terráqueos prejudicados na explosão,como vai
ter transparência ao administrar o Brasil?
O avião sem dono é fantasmagórico…

Responder

Eliana

02 de setembro de 2014 às 19h23

Sonegador atômico.
Poque explodiu….

Responder

Eliana

02 de setembro de 2014 às 19h21

Sonega, em homenagem aos sonegadores:Itaú, Globo e Natura.

Responder

Paulo Cezar

02 de setembro de 2014 às 18h41

Aqui vai o nome do avião da Marina:
“JATORINA, O ELEITO DO DIVINO”

Responder

Ademir Barros

02 de setembro de 2014 às 21h39

E o Jato Invisível da Mulher Maravilha,ninguém sabe quem é o dono.

Responder

Denise Ribeiro

02 de setembro de 2014 às 21h30

Jabá aéreo.

Responder

Euler

02 de setembro de 2014 às 18h27

Como se tornou um caso de polícia, mais do que de polícia, sugiro o nome para a operação: “Providência Divina”.

Responder

    Euler

    02 de setembro de 2014 às 18h30

    … mais do que de política… quis dizer

    Responder

Leonardo M. G.

02 de setembro de 2014 às 18h19

Miguel, tenho uma ideia que é PERFEITA! Só não saberia fazer no Photoshop.
Ingredientes:

Frames do desenho Superamigos, mostrando a Mulher Maravilha e o Aquaman no Avião (ou Jato) Invisível – esse é o nome do jatinho da Osmarinavilha e do Itauman

Fotos da Marina com algum sorriso sarcástico no rosto.

Logo do Itaú

Troque a cabeça da Mulher Maravilha pela da Marina Silva, aplique o logo do Itaú na camiseta laranja do Aquaman e pinte de azul a parte verde do uniforme dele. As idéias de frases pros memes deixo com os colegas.

Conteúdo semiótico:
Maiô listrado de vermelho e branco, com estrelas em fundo azul;
Loiro de olhos azuis com “camiseta do Itaú”;
O próprio Jato Invisível.

Pode-se fazer até uma extensão com algum meme pro Aécio, quem sabe com o Superman.

O que acham?

Responder

Heleno Marques

02 de setembro de 2014 às 18h16

Nossa, mas como o Miguel está apelando. Que feia montagem, Miguel! Se a grande imprensa fizesse isso com Lula ou Dilma, o Miguel estaria berrando pela lei de meios de comunicação, mas quando se trata de adversários do PT, vale tudo. Não é assim que o cafezinho vai conseguir ultrapassar a mísera marca de quinhentas assinaturas para que o autor do blog consega sair do fétido conjugado em que vive!

Responder

    Miguel do Rosário

    02 de setembro de 2014 às 21h21

    Meu conjugado é cheirosinho. E obrigado por se preocupar com minha rentabilidade, mas eu estou bem, obrigado.

    Responder

Rafael oliveira

02 de setembro de 2014 às 18h12

Nossa, mas como o Miguel está apelando. Que feia montagem, Miguel! Se a grande imprensa fizesse isso com Lula ou Dilma, o Miguel estaria berrando pela lei de meios de comunicação, mas quando se trata de adversários do PT, vale tudo. Não é assim que você vai conseguir ultrapassar a mísera marca de quinhentas assinaturas para o cafezinho e conseguir sair do fétido conjugado em que vive!

Responder

    josé dantas bitencourt

    02 de setembro de 2014 às 18h19

    Puxa Rafael, você acha pouco o que a imprensa tem batido em Lula e Dilma esses anos todos. Em em nenhum país do mundo dois mandatários foram tão perseguidos, ultrajados e esculhambados como foram Lula e Dilma. Acorde para a realidade meu cara

    Responder

Jader

02 de setembro de 2014 às 18h03

Expresso Malafaia.

Responder

Giovani da Silva

02 de setembro de 2014 às 17h59

“Em primeiro lugar” (parafraseando a cândida candidata)esse avião da Marina não tinha caixa preta…tinha é caixa dois !!!

E o melhor nome para o Jatinho (que na verdade o PSB quer dar um “jeitinho”) deve ser escrito em um adesivo bem grande (tipo aqueles colado no vidro traseiro dos carros) com os dizeres: “Bagre voador – Um presente de Deus”

Responder

Sergio Pereira Amzalak

02 de setembro de 2014 às 20h24

Que tal FANTASMINHA, já que o dono é.. fantasma…. rs

Responder

Rodrigo

02 de setembro de 2014 às 17h16

Blablajato

Responder

Pedro Smolka

02 de setembro de 2014 às 20h14

Ah ta. Antes de entrar no jato, por favor solicite o Dut, renavam e contratos de compra e venda! Aliás, vou exigir isso de todas as Cias. Aéreas a partir de hoje, incluindo as estrangeiras que operam por aqui. Não sou entusiasta da Marina, mas sejamos coerentes, vai!

Responder

João Ninguem

02 de setembro de 2014 às 16h51

Cabeça de Bagre

Responder

angela

02 de setembro de 2014 às 16h50

Acho que o nome deveria ser ” Legado air” afinal de contas a família do Eduardo Campos não disse após a sua morte que o legado dele deveria ser preservado.

Responder

Rodney Andretta

02 de setembro de 2014 às 19h45

Xiii Cafezinho…n adianta ..esse assunto já foi!! A dúvida agora é se a Marina vence já no 1º turno ou só no segundo!!! kkkkkkkk

Responder

    Wladimir

    02 de setembro de 2014 às 18h52

    Dúvida nenhuma, Rod! Marina não vence nem no 1º nem no 2º! PT saudações!

    Responder

cleomar josé cordeiro

02 de setembro de 2014 às 16h39

Eu sugiro Aerolina.

Responder

Celso Ferrarez

02 de setembro de 2014 às 16h35

Sugiro o nome “Marinair”, e de quebra, com a frase de campanha: “do céu de brigadeiro ao chão”.

Responder

Jussara

02 de setembro de 2014 às 16h26

Melhor nome para o avião do PSB
GOSTERINA

Responder

Luciano Mendonça

02 de setembro de 2014 às 16h19

Em homenagem aos coxinhas e aos “brequi broqui” da “nova política”, em especial deferência ao Movimento do Passe Livre, e pelo reconhecimento ao finado candidato e à atual candidata da “nova política” do PSB/Rede que encamparam os anseios dessa “parcela significativa” da sociedade brasileira no Programa de Governo deles, sugiro que o nome do avião laranja seja: Passe Livre.
Afinal, o que tínhamos era ou não era uma “boquinha” aérea usada na campanha eleitoral dos representantes da “nova política”, em que o contribuinte estava pagando ou iria pagar – ou ainda irá – dado que a fonte dos recursos para tal “doação eleitoral” serem de clara e evidente origem obscura, provavelmente decorrente de benefícios fiscais decorrentes de importadores de pneus usados – coisa própria da “nova política” e dentro do conceito de economia sustentável.
Eis, então, o cumprimento da primeira promessa em campanha – o passe livre num avião pra chamar de seu.
Assim, fica consagrada a manifesta vontade de a “nova política” ter o Passe Livre para si, como bandeira política. Depois do Aecioporto, o Passe Livre.
Passe Livre infelizmente não chegou ao Aecioporto, o porto seguro deles. Passe Livre e Aecioporto, feitos um para o outro.

Responder

Ruben

02 de setembro de 2014 às 16h11

Caixa 2 on/caixa preta off

Responder

Delano Pessoa

02 de setembro de 2014 às 15h58

Blablavião

Responder

Lenisina

02 de setembro de 2014 às 15h56

AEROLAMA

Responder

Virgínia Machado

02 de setembro de 2014 às 18h55

Gostei da ideia do Arthur Caria – LARANJATO. Mas como laranjas por aqui são comuns, tinha que ser LARANJATO do PSB

Responder

    Beto

    02 de setembro de 2014 às 21h07

    Se o Jatinho, foi o Eduardo quem “ESCOLHEU”, poderia também seu chamado de “LARANJATO DO DUDU”, O SANTINHO DE PAU OCO”

    Responder

Giovani BARBOSA JUNIOR

02 de setembro de 2014 às 15h46

Messian air

Responder

Jardel

02 de setembro de 2014 às 15h41

Blablánave ou Blábláriina ou Blarina – Bagre Linhas Aéreas da Marina.

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Emerson

02 de setembro de 2014 às 15h39

ARTIGO ORIGINAL PUBLICADO EM

REBELION.0RG : http://www.rebelion.org/docs/189129.pdf

Marina Silva candidata de Avina à presidência do Brasil

Paco Puche

1? de setembro de 2014

No próximo mês de outubro celebram-se eleições presidenciais no Brasil, na qual concorrem três candidato(a)s: uma pelo Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, outra pelo Partido Socialista do Brasil (PSB), Marina Silva e um terceiro, Aécio Neves, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Como se sabe, a morte daquele que fora inicialmente o candidato do PSB, Eduardo Campos, em 13 de agosto, num acidente aéreo, propulsou Marina Silva, sua vice, a ser candidata à presidência. A partir deste momento, as pesquisas revelaram o crescimento de sua candidatura e calcula-se que ela tenha chances de ganhar no segundo turno.

Uma líder carismática controvertida

Trotskista na juventude, sindicalista com Chico Mendes, trinta anos no Partido dos Trabalhadores, dezesseis anos como senadora deste partido e cinco anos como ministra do meio ambiente no governo Lula, cargo do qual saiu em 2008, entre outras coisas, por opor-se à política de concessões a empresas do agronegócio na Amazônia, estes são alguns dos antecedentes da candidata.

Em 2010, lança sua candidatura própria por uma pequena agremiação, o Partido Verde, e obtém 20 milhões de votos. Pouco depois, abandona este partido e em 2013 lança outro, que se pretende diferente dos demais, com o nome Rede de Sustentabilidade (Rede) que não consegue se firmar e, finalmente, em 2014, aparece como candidata à vice-presidência com Eduardo Campos, do PSB, para substituí-lo depois de seu trágico acidente, como candidata às presidenciais de outubro próximo.

Este perfil faz com que os representantes do grande capital, ainda que prefiram o candidato de centro-direita, do PSDB, se resignem a apoiá-la frente à candidata do PT, Dilma Rousseff, que tentam derrubar.

Uma candidata de mãos dadas com o grande capital “progressista”.

Em suas propostas de governo no campo econômico, Marina Silva não questiona o neoliberalismo (1). Ainda que afirme dar prioridade às questões de sustentabilidade, Marina Silva conta com o respaldo dos setores do grande capital que buscam modernizar o capitalismo, como é o caso do Conselho de Empresas Brasileiras para o Desenvolvimento Sustentável. Esta organização diz de si mesma (2):

“Estabelecida em 1997, BCSD Brazil integra a Rede Global da WBCSD, representando aproximadamente os 50 grandes grupos empresariais cuja renda equivale a 40% do PIB brasileiro e que são criadores de 600 mil empregos diretos e de um número ainda maior de empregos indiretos. A missão do BCSD Brazil é mobilizar, conscientizar e ajudar empresas a integrar princípios e práticas de desenvolvimento sustentável no contexto dos negócios, reconciliando as dimensões econômica, social e ambiental. “

Além disso, tem como principal financiadora sua amiga Neca Setúbal, milionária cuja família controla o maior banco privado do Brasil e se opõe à reestatização parcial da Petrobrás. As ações dessa empresa subiram 6 pontos quando a candidatura de Marina foi confirmada. No acordo com o PSB para ocupar a candidatura à presidência, Beto Albuquerque passou a ser candidato a vice. Este político mantém vínculos estreitos com o agronegócio, sendo o deputado que impulsionou a lei que autorizou o incremento da produção de soja transgênica. Essa aliança não se coaduna com os motivos alegados por Marina para sua demissão do Ministério do meio ambiente.

O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) surgiu em 1991, fundando por Stephan Schmidheiny, um magnata suíço, quando da preparação da Cimeira da Terra da ONU de 1992. Logo depois, Schmidheiny foi nomeado presidente honorário do WBCSD em 2000. Trata-se de uma rede global à qual pertence a seção do Brasil que mencionamos acima e que apoia Marina Silva.

Schmidheiny, uma das pessoas mais ricas do planeta, obteve sua fortuna principalmente da multinacional Eternit, a empresa que junto a outras seis controlou o negócio do amianto no mundo durante todo o século XX. Essa fortuna, conseguida por ele e por sua família à custa de dezenas de milhares de trabalhadores e de seus familiares, serviu-lhe em parte para fundar e financiar AVINA, uma fundação que diz estimular o desenvolvimento sustentável da América Latina. Pesa hoje sobre ele uma condenação a 18 anos de prisão pela morte de 2 000 (duas mil) pessoas trabalhadoras de algumas fábricas que possuía na Itália. A sentença foi ditada por um tribunal de Turim em segunda instância.

Seguir-se-ão muitas outras condenações, pois muitos são os danificados pela indústria do amianto, uma das mais criminosas do mundo, e que o magnata suíço tinha por todo o planeta.

Colaborar com AVINA é apoiar um genocida (3).

Com AVINA, Schmidheiny pretende continuar fazendo negócios com pobres, mas, e sobretudo, encobrir seus crimes com um disfarce verde, desembolsando dólares. Daí que ele coopte e se alie a líderes da sociedade civil para obter legitimidade e prestígio.

Em suas páginas oficiais, AVINA apresenta Marina Silva como sua aliada. Por isso a promove e a convida a eventos de prestígio, como faz com todos os seus cooptados.

Por exemplo, em dezembro de 2010, ela esteve no III Avina Global Workshop por ocasião da COP 16 (Conferência das partes sobre a Mudança Climática), em Cancun, como se pode ver na captura de tela anexa:

Em dezembro de 2011, outra vez, ela esteve em um encontro organizado pela Fundação AVINA, em Durban, por ocasião da COP 17, e em suas páginas era apresentada como “ex-candidata presidencial e aliada da Fundação AVINA”.

Em junho de 2012, AVINA, junto a ASHOKA, fundação a que está ligada por laços estratégicos, organizou um encontro paralelo ao Rio+20, na mesma cidade, chamado Foro do Empreendedorismo Social, ao qual Marina foi convidada, como de costume.

Em maio de 2014, já candidata à vice-presidência pelo PSB, a Fundação AVINA organiza para ela um ciclo de conferências pelo continente em cidades como Lima, Quito, Bogotá, La Paz, Buenos Aires e Montevidéu, como podemos ver na seguinte captura de tela:

Pela promoção que Schmidheiny faz de Marina Silva, pelas relações que esta mantém com ele, pelo apoio que ela recebe das organizações empresariais fundadas por Schmidheiny e por suas ideias atuais, pode-se dizer que Marina Silva é a candidata da AVINA, não só por ser a preferida do genocida, mas por contar com todo o seu apoio. Em caso de vitória de Marina, Schmidheiny continuará a tê-la como aliada privilegiada.

Em suma, usando uma sinédoque, poderíamos dizer que Marina Silva é a candidata do amianto à presidência do Brasil. Schmidheiny apostou no continente sul-americano a partir de 2003, com a fideicomisso Viva Trust, a financiadora de AVINA, investiu pesado em seu desenvolvimento e na cooptação de líderes de movimentos sociais. E parece que está a ponto de fazer uma suculenta colheita! Se desde o começo AVINA tivesse sido denunciada por suas pretensões e sua natureza, talvez ela não tivesse chegado tão longe. Em vez disso, os movimentos sociais com líderes cooptados se calaram. Pior ainda, tentaram “matar o mensageiro” em várias situações em que isso foi denunciado internamente.

Para aqueles que permanecem com AVINA, é preciso advertir que com o grande capital não se brinca, e que todas as centenas de milhares de vítimas do amianto estão reclamando justiça e reparação.

——————————————-

1 Ela afirma que “o problema de Brasil não é sua elite, mas a falta dela”.

2http://www.wbcsd.org/regional-network/members-list/latin-america/cebds.aspx2

Established in 1997, BCSD Brazil integrates the Global Network at the WBCSD, represents approximately the 50 major business groups whose income is equivalent to 40% of the national Gross Domestic Product (GDP) who creates about 600 thousand direct and an even larger number of indirect jobs.
The BCSD Brazil mission is to mobilize, raise awareness and help companies integrate sustainable development principles and practices into the business context, reconciling economic, social and environmental dimensions

3 http://www.rebelion.org/docs/173088.pdf3

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    Emerson

    02 de setembro de 2014 às 17h24

    ARTIGO ORIGINAL PUBLICADO EM
    REBELION.0RG : http://www.rebelion.org/docs/189129.pdf
    Marina Silva candidata de Avina à presidência do Brasil

    Paco Puche
    1? de setembro de 2014
    No próximo mês de outubro celebram-se eleições presidenciais no Brasil, na qual concorrem três candidato(a)s: uma pelo Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, outra pelo Partido Socialista do Brasil (PSB), Marina Silva e um terceiro, Aécio Neves, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
    Como se sabe, a morte daquele que fora inicialmente o candidato do PSB, Eduardo Campos, em 13 de agosto, num acidente aéreo, propulsou Marina Silva, sua vice, a ser candidata à presidência. A partir deste momento, as pesquisas revelaram o crescimento de sua candidatura e calcula-se que ela tenha chances de ganhar no segundo turno.
    Uma líder carismática controvertida
    Trotskista na juventude, sindicalista com Chico Mendes, trinta anos no Partido dos Trabalhadores, dezesseis anos como senadora deste partido e cinco anos como ministra do meio ambiente no governo Lula, cargo do qual saiu em 2008, entre outras coisas, por opor-se à política de concessões a empresas do agronegócio na Amazônia, estes são alguns dos antecedentes da candidata.
    Em 2010, lança sua candidatura própria por uma pequena agremiação, o Partido Verde, e obtém 20 milhões de votos. Pouco depois, abandona este partido e em 2013 lança outro, que se pretende diferente dos demais, com o nome Rede de Sustentabilidade (Rede) que não consegue se firmar e, finalmente, em 2014, aparece como candidata à vice-presidência com Eduardo Campos, do PSB, para substituí-lo depois de seu trágico acidente, como candidata às presidenciais de outubro próximo.
    Este perfil faz com que os representantes do grande capital, ainda que prefiram o candidato de centro-direita, do PSDB, se resignem a apoiá-la frente à candidata do PT, Dilma Rousseff, que tentam derrubar.
    Uma candidata de mãos dadas com o grande capital “progressista”.
    Em suas propostas de governo no campo econômico, Marina Silva não questiona o neoliberalismo (1). Ainda que afirme dar prioridade às questões de sustentabilidade, Marina Silva conta com o respaldo dos setores do grande capital que buscam modernizar o capitalismo, como é o caso do Conselho de Empresas Brasileiras para o Desenvolvimento Sustentável. Esta organização diz de si mesma (2):
    “Estabelecida em 1997, BCSD Brazil integra a Rede Global da WBCSD, representando aproximadamente os 50 grandes grupos empresariais cuja renda equivale a 40% do PIB brasileiro e que são criadores de 600 mil empregos diretos e de um número ainda maior de empregos indiretos. A missão do BCSD Brazil é mobilizar, conscientizar e ajudar empresas a integrar princípios e práticas de desenvolvimento sustentável no contexto dos negócios, reconciliando as dimensões econômica, social e ambiental. “
    Além disso, tem como principal financiadora sua amiga Neca Setúbal, milionária cuja família controla o maior banco privado do Brasil e se opõe à reestatização parcial da Petrobrás. As ações dessa empresa subiram 6 pontos quando a candidatura de Marina foi confirmada. No acordo com o PSB para ocupar a candidatura à presidência, Beto Albuquerque passou a ser candidato a vice. Este político mantém vínculos estreitos com o agronegócio, sendo o deputado que impulsionou a lei que autorizou o incremento da produção de soja transgênica. Essa aliança não se coaduna com os motivos alegados por Marina para sua demissão do Ministério do meio ambiente.
    O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) surgiu em 1991, fundando por Stephan Schmidheiny, um magnata suíço, quando da preparação da Cimeira da Terra da ONU de 1992. Logo depois, Schmidheiny foi nomeado presidente honorário do WBCSD em 2000. Trata-se de uma rede global à qual pertence a seção do Brasil que mencionamos acima e que apoia Marina Silva.
    Schmidheiny, uma das pessoas mais ricas do planeta, obteve sua fortuna principalmente da multinacional Eternit, a empresa que junto a outras seis controlou o negócio do amianto no mundo durante todo o século XX. Essa fortuna, conseguida por ele e por sua família à custa de dezenas de milhares de trabalhadores e de seus familiares, serviu-lhe em parte para fundar e financiar AVINA, uma fundação que diz estimular o desenvolvimento sustentável da América Latina. Pesa hoje sobre ele uma condenação a 18 anos de prisão pela morte de 2 000 (duas mil) pessoas trabalhadoras de algumas fábricas que possuía na Itália. A sentença foi ditada por um tribunal de Turim em segunda instância.
    Seguir-se-ão muitas outras condenações, pois muitos são os danificados pela indústria do amianto, uma das mais criminosas do mundo, e que o magnata suíço tinha por todo o planeta.
    Colaborar com AVINA é apoiar um genocida (3).
    Com AVINA, Schmidheiny pretende continuar fazendo negócios com pobres, mas, e sobretudo, encobrir seus crimes com um disfarce verde, desembolsando dólares. Daí que ele coopte e se alie a líderes da sociedade civil para obter legitimidade e prestígio.
    Entre seus aliados mais consistente estão Leonardo Boff e Marina Silva, dois brasileiros de grande renome.
    Em suas páginas oficiais, AVINA apresenta Marina Silva como sua aliada. Por isso a promove e a convida a eventos de prestígio, como faz com todos os seus cooptados.
    Por exemplo, em dezembro de 2010, ela esteve no III Avina Global Workshop por ocasião da COP 16 (Conferência das partes sobre a Mudança Climática), em Cancun, como se pode ver na captura de tela anexa:
    Em dezembro de 2011, outra vez, ela esteve em um encontro organizado pela Fundação AVINA, em Durban, por ocasião da COP 17, e em suas páginas era apresentada como “ex-candidata presidencial e aliada da Fundação AVINA”.
    Em junho de 2012, AVINA, junto a ASHOKA, fundação a que está ligada por laços estratégicos, organizou um encontro paralelo ao Rio+20, na mesma cidade, chamado Foro do Empreendedorismo Social, ao qual Marina foi convidada, como de costume.
    Em maio de 2014, já candidata à vice-presidência pelo PSB, a Fundação AVINA organiza para ela um ciclo de conferências pelo continente em cidades como Lima, Quito, Bogotá, La Paz, Buenos Aires e Montevidéu, como podemos ver na seguinte captura de tela:

    Pela promoção que Schmidheiny faz de Marina Silva, pelas relações que esta mantém com ele, pelo apoio que ela recebe das organizações empresariais fundadas por Schmidheiny e por suas ideias atuais, pode-se dizer que Marina Silva é a candidata da AVINA, não só por ser a preferida do genocida, mas por contar com todo o seu apoio. Em caso de vitória de Marina, Schmidheiny continuará a tê-la como aliada privilegiada.
    Em suma, usando uma sinédoque, poderíamos dizer que Marina Silva é a candidata do amianto à presidência do Brasil. Schmidheiny apostou no continente sul-americano a partir de 2003, com a fideicomisso Viva Trust, a financiadora de AVINA, investiu pesado em seu desenvolvimento e na cooptação de líderes de movimentos sociais. E parece que está a ponto de fazer uma suculenta colheita! Se desde o começo AVINA tivesse sido denunciada por suas pretensões e sua natureza, talvez ela não tivesse chegado tão longe. Em vez disso, os movimentos sociais com líderes cooptados se calaram. Pior ainda, tentaram “matar o mensageiro” em várias situações em que isso foi denunciado internamente.
    Para aqueles que permanecem com AVINA, é preciso advertir que com o grande capital não se brinca, e que todas as centenas de milhares de vítimas do amianto estão reclamando justiça e reparação.
    ——————————————-
    1 Ela afirma que “o problema de Brasil não é sua elite, mas a falta dela”.
    2http://www.wbcsd.org/regional-network/members-list/latin-america/cebds.aspx2
    Established in 1997, BCSD Brazil integrates the Global Network at the WBCSD, represents approximately the 50 major business groups whose income is equivalent to 40% of the national Gross Domestic Product (GDP) who creates about 600 thousand direct and an even larger number of indirect jobs.
    The BCSD Brazil mission is to mobilize, raise awareness and help companies integrate sustainable development principles and practices into the business context, reconciling economic, social and environmental dimensions
    3 http://www.rebelion.org/docs/173088.pdf3

    Responder

Pedro GOmes

02 de setembro de 2014 às 18h35

Gasparzinho

Responder

Sílvia Pedreiro

02 de setembro de 2014 às 18h32

Providência Air Line

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Gilda Jabaroca

02 de setembro de 2014 às 18h30

Marina, Marina, você se pintou?
O marido de Marina Silva acusado na doação de madeira clandestina apreendida na Amazônia a uma ONG.
Fábio Vaz de Lima era casado com a então ministra Marina Silva e havia sido o nome mais influente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), uma entidade que congrega dezenas de ONGs e tem na Fase um de seus principais integrantes.
Fábio teria influenciado a decisão do Ibama, um órgão controlado pelo Ministério do Meio Ambiente.
https://www.youtube.com/watch?v=pCiVjcXBnC8

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Suelene Mosken

02 de setembro de 2014 às 18h23

Marinárvore

Responder

Welton Freitas

02 de setembro de 2014 às 18h21

Marinave

Responder

arara

02 de setembro de 2014 às 15h21

Outro nome:

Sonhático, o avião a jático

Responder

arara

02 de setembro de 2014 às 15h20

O nome é :

Jatinho, o fantasminha camarada

Responder

paulo

02 de setembro de 2014 às 15h19

Sustentabilijat 171

Responder

Paulo Renato Lima

02 de setembro de 2014 às 18h19

Caixa 2 é crime. Ela é uma pessoa publica e candidata, tinha q se precaver.

Responder

Marcio Cruzeiro

02 de setembro de 2014 às 15h18

NECAJET…….JETNECA….. AERONECA

Responder

    luiz mattos

    02 de setembro de 2014 às 19h42

    Muito bom.

    Responder

mineiro

02 de setembro de 2014 às 15h10

marifaiajato , uma mistura da candidata com o malafaia , uma mistura que afinal esta desmacarando esse embuste de candidata. ela nunca me enganou , a verdade é que ela tem birra da dilma e quer levar o brasil junto nessa birra dela. o que nos temos a ver com isso, ela que se entendam.

Responder

paulo

02 de setembro de 2014 às 15h09

Blablaero 171

Responder

Eduardo Moura

02 de setembro de 2014 às 18h04

A neca nesta foto esta parecendo o Lord Sírius de Star Wars. O mentor do Darth Vader.

Responder

CARLOS MOREIRA-MACEIÓ/AL

02 de setembro de 2014 às 15h02

Jatoescama

Responder

Afonso Rebelo

02 de setembro de 2014 às 18h00

Pois é, tão simples, mas se há caixa 2, a responsabilidade não é dela. Ela não gerencia dinheiro de campanha.

Responder

Pedro Pessoa Terceiro

02 de setembro de 2014 às 17h57

A questão do avião é que configura caixa 2. Simples assim.

Responder

Ricardo Rodrigues

02 de setembro de 2014 às 14h51

Fantasmarina Jet

Responder

CARLOS NASCIMENTO

02 de setembro de 2014 às 14h41

VALEU CAFEZINHO! BLÁBLÁ MALAFAIAZÚUMM!

Responder

Afonso Rebelo

02 de setembro de 2014 às 17h38

O que que a Marina tem com o jatinho? não é dela, não foi ela que pediu emprestado. Foi negócio entabolado (ou embolado) pelos organizadores da camapanha do PSB e anterior à assunção de MArina à condição de presidenciável. Olha só o taamanho da bronca: Marina, cada vez que embarcar em avião, trem, ônibus, taxi, moto, patinete ou skate vai ter de pedir a nota fiscal, registro e folha corrida dos sucessivos donos…

Responder

    paulo

    02 de setembro de 2014 às 15h11

    Foi negócio entabolado (ou embolado) pelos organizadores da camapanha do PSB e anterior à assunção de MArina à condição de presidenciável….nessa época ela era candidata a vice presidente, portanto estava envolvida, mesmo que não soubesse.

    Responder

      João Neto

      02 de setembro de 2014 às 15h23

      Afonso vende o sofá. Malarinair.

      Responder

    fernando oliveira

    02 de setembro de 2014 às 17h25

    Pois é, né? Não tem nada a ver com ela pessoalmente. Mas tem tudo a ver com a candidata. Com o partido(partido não é abstrato. Partido político são pessoas). Então, dentro da lei, teria que se cassar a candidatura, não o candidato. Esse sim seria atingido por consequência.

    Responder

Rui

02 de setembro de 2014 às 14h33

Eu tenho um sugestão, Miguelito: Enola Gay ! Tal qual o bombardeiro americano, o avião trará Marina Silva, aquela que, caindo na cabeça dos petralhas, vai varrer do mapa o reino petista da corrupção !

Responder

Eder Ramos

02 de setembro de 2014 às 14h29

Malaranjina Jet

Responder

Patrício

02 de setembro de 2014 às 14h28

Marina Airlines

Responder

Emilson

02 de setembro de 2014 às 14h24

AeroBagre.AeroGasparzinho ou Aerocoque.

Responder

Mônica Regina dos Santos

02 de setembro de 2014 às 14h16

Marinanja! Blablaranja! Calotejet! Marifarsa!

Responder

Renato Leite Alves

02 de setembro de 2014 às 14h13

Estelionajato MS-171

Responder

joao vr

02 de setembro de 2014 às 14h09

Marijato

Responder

Dâmaris Grün

02 de setembro de 2014 às 17h06

“em primeiro lugar”

Responder

Marcus Feitosa

02 de setembro de 2014 às 17h06

JATOFAIA DA MARINAFAIA

Responder

Valter Cesar Coró

02 de setembro de 2014 às 17h05

GASPARZINHO…..

Responder

Izabella Machado

02 de setembro de 2014 às 16h55

pomba-gira

Responder

Rogerio García Fernández

02 de setembro de 2014 às 16h51

Neca de Pitibiriba

Responder

    Sergio

    02 de setembro de 2014 às 14h44

    rsrs

    Responder

Arthur Caria

02 de setembro de 2014 às 16h49

LARANJATO

Responder

Marcus Rogeres

02 de setembro de 2014 às 16h45

Adeus pt

Responder

    Sergio L

    02 de setembro de 2014 às 14h37

    É claro, porque marina já começou a dar aDeus à sua candidatura, brevemente impugnada!!hahaha

    Responder

Emerson

02 de setembro de 2014 às 13h42

Caríssimo Miguel do Rosário,
E por falar em coragem, talvez você seja o único da ter a coragem de repercutir essa grave denúncia abaixo.
“BOMBA! BOMBA! BOMBA!
MARINA SILVA ESTARIA LIGADA AO GENOCIDA DO AMIANTO, CONDENADO EM SEGUNDA INSTÂNCIA NA ITÁLIA A 18 ANOS DE CADEIA PELA MORTE DE 2000 OPERÁRIOS EM SUAS FÁBRICAS NA ITÁLIA.
A informação segue em espanhol. Foi publicada em rebelion.org
É sério e é gravíssimo. É preciso repercutir essa informação enquanto há tempo.
É PRECISO TRADUZIR E DIVULGAR AO MÁXIMO ESSA INFORMAÇÃO. HÁ INCLUSIVE FOTOS DELA PARTICIPANDO DE EVENTO DA AVINA, ORGANIZAÇÃO DE COOPTAÇÃO DE EMPREENDEDORES SOCIAIS CRIADA POR SCHMIDHEINY, O GENOCIDA DO AMIANTO.
http://www.rebelion.org/docs/189129.pdf”
A INFORMAÇÃO É SÉRIA. Imaginem se a Dilma estivesse recebendo financiamento de um genocida condenado a 18 anos de cadeia por 2 000 mortes só na Itália??????????

Responder

Neuza Palaro

02 de setembro de 2014 às 16h40

Peixarinoair – uai o dono não é um peixeiro!

Responder

Hotfooter Last

02 de setembro de 2014 às 16h35

Laranjet.

Responder

Alexandre Costa

02 de setembro de 2014 às 13h34

Laranjina.

Responder

Thelma Guarani Kaiowá

02 de setembro de 2014 às 16h32

MariNaves

Responder

Claudio Teixeira

02 de setembro de 2014 às 16h30

QUE TAL “MARINECA VOADORA” ????

Responder

Naza Moura

02 de setembro de 2014 às 16h30

Fantasmão da Marina.

Responder

manelito

02 de setembro de 2014 às 13h27

A direita vai fazer tudo para eleger Marina. Depois das eleiçoes vao usar a fraude do aviao para provocar seu impeachment.
O Brasil vai retroceder se Marina for eleita.
É isso que as pessoas precisam entender!!!!!

Responder

Paulo

02 de setembro de 2014 às 13h27

O nome só pode ser LARANJATO. Temos que homenagear o imenso laranjal que foi criado para fazer essa farsa e esse crime, que precisa ser punido.

Responder

manelito

02 de setembro de 2014 às 13h23

Tucarina Air Line!!!!!!!

Responder

Rubens Estevão

02 de setembro de 2014 às 16h22

BláBlaJato

Responder

hc.coelho

02 de setembro de 2014 às 13h21

Airtutu.

Responder

Batista Nogueira

02 de setembro de 2014 às 13h17

ORANGE SOUL!

Responder

Eduardo Affine Neto

02 de setembro de 2014 às 16h16

Deusquedeu

Responder

Arthur Caria

02 de setembro de 2014 às 16h08

MariNeca

Responder

Bruno Marrochi

02 de setembro de 2014 às 16h08

Trampolim, Laranjet…

Responder

Relme Magno Vieira Dos Santos

02 de setembro de 2014 às 15h59

Marinjet.

Responder

Arthur Caria

02 de setembro de 2014 às 15h59

Biruta Air Lines

Responder

Arthur Caria

02 de setembro de 2014 às 15h55

Jato Laranja

Responder

Rogerio García Fernández

02 de setembro de 2014 às 15h55

CaixaDeus

Responder

    luiz mattos

    02 de setembro de 2014 às 15h11

    O melhor!

    Responder

Marcelo Rovaris Jorge

02 de setembro de 2014 às 15h53

Cessna Incitation…

Responder

Marcelo Rovaris Jorge

02 de setembro de 2014 às 15h51

Cessnão sabe nada inocentes…

Responder

Misael B. S. Filho

02 de setembro de 2014 às 15h49

Cavalo de Troia Voador.

Responder

marco

02 de setembro de 2014 às 12h48

Em virtude da PRESSA que temos,depois de mortos,encontrar com DEUS,sugiro usar o MALAFAJATO.

Responder

Joel Bento Carvalho

02 de setembro de 2014 às 12h48

#vassouradebruxa

Responder

Ronaldo Araujo

02 de setembro de 2014 às 15h46

Jatimar

Responder

Paulo

02 de setembro de 2014 às 12h46

“Corujinha”, porque não tem pai.

Responder

marco

02 de setembro de 2014 às 12h45

Em virtude da rapidez com que ela muda de opinião,instada pelo PASTOR DA VERDADE DIVINA,eu sugiro MALAFAJATO!

Responder

Jorge M Sardinha

02 de setembro de 2014 às 15h45

Se for eleita será usado como argumento para o impeachment.

Responder

Sergio Pereira Amzalak

02 de setembro de 2014 às 15h43

Caixa 2 ou Necalado

Responder

Flávio Lemos Vilela

02 de setembro de 2014 às 15h42

Querovermarinasemcoque

Responder

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