Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Katia Abreu, a coveira do governo Dilma?

Por Miguel do Rosário

16 de setembro de 2015 : 15h03

A nomeação de Katia Abreu para Casa Civil ainda é apenas um boato.

Mas um boato que tem crescido nos últimos dias. Primeiro foi a Folha. Agora o El País.

É um tanto vão, e até mesmo perigoso, analisar politicamente um boato, até porque não se sabe de onde ele vem.

Pode ter sido plantado justamente para semear confusão na militância pró-Dilma.

Como o governo não tem uma central antiboatos, tampouco uma central anticrise (o que deveria ter sido montado há tempos) esse tipo de rumor gera estragos mesmo que não se confirme.

Seria uma estupidez obviamente, porque não agregaria nenhum apoio novo, e ajudaria maravilhosamente a desmobilizar a coalização popular que, a duras penas, ainda sustenta a presidenta.

Ao mesmo tempo, uma medida assim apenas reforçaria a estratégia – mal sucedida – do governo, adotada desde o início de sua nova gestão, de ignorar o núcleo mais duro de seu próprio eleitorado.

Nomear Katia Abreu seria humilhante para a base de apoio à Dilma, uma base que tem sofrido todo tipo de perseguição fascista por suas ideias e sua insistência em sustentar um projeto político de cunho popular e progressista.

Não falo apenas da esquerda organizada. Refiro-me sobretudo à esquerda não-organizada, extremamente sensível a esse tipo de símbolos.

Dilma precisa entender que, mesmo que Katia Abreu seja sua amiga pessoal, ela carrega um peso simbólico que afeta negativamente a imagem de seu governo, sobretudo nos grandes centros urbanos, ou seja, nas regiões onde o governo mais precisa reconstruir a sua aprovação.

A nomeação de Katia Abreu para a Agricultura, e o fato de ter sido o primeiro nome do novo ministério anunciado por Dilma no início do ano, ajuda a explicar a queda na aprovação de sua administração.

Abreu não deu um voto para Dilma na Câmara e no Senado, e ainda prejudicou a sua imagem.

O processo eleitoral já indicava que o eleitor de oposição tinha se radicalizado, de maneira que a aprovação do governo teria de ser sustentada pelo eleitor do governo.

Nomeá-la ministra da Casa Civil, será um erro multiplicado por dez, pois Abreu não é conhecida como grande articuladora, e não ajudaria a coesionar a própria base da Dilma, além de empurrar um monte de forças da esquerda para uma oposição radicalizada.

Só o fato de estarmos discutindo essa possibilidade, já mostra o grau de baixa confiança da própria base de apoio à Dilma.

Assim que terminou as eleições, muitos analistas tentaram impor a versão de que não tinha sido a esquerda que deu vitória à Dilma.

Isso é uma falácia.

O que é importante avaliar é o tipo de campanha feita por Dilma, sobretudo no segundo turno, que foi uma campanha de esquerda, nos números e nos símbolos.

Esse tipo de boato – dói pensar que somos obrigado a levá-lo à sério – apenas agrega instabilidade à conjuntura.

Dilma errou ao nomear Pepe Vargas – um quadro fraco, sem influência no próprio PT – para articulador político do governo. Errou ao nomear Mercadante – nome hoje sem respaldo nem no PT nem no PMDB – para Casa Civil.

A crise de hoje tem origem nas movimentações da oposição, mas também nos erros políticos do governo.

Nomear Katia Abreu para Casa Civil seria um dos erros mais perigosos.

***

No El País Brasil.

Katia Abreu entra na ‘bolsa de apostas’ para substituir Mercadante

A atual ministra da Agricultura tem apoio da classe produtora e a oposição de senadores

POR AFONSO BENITES Brasília 16 SEP 2015 – 12:15 BRT

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, se perfila para ocupar um dos cargos que já foram da atual mandatária brasileira, Dilma Rousseff (PT). Com a crise política e a reforma administrativa/ministerial que se aproxima, a senadora licenciada pelo PMDB do Estado de Tocantins (TO) tem se credenciado para virar a nova chefe da Casa Civil, em substituição a Aloizio Mercadante (PT), que assumiu a pasta ainda no primeiro mandato. A saída de Mercadante é dada como certa no meio político, uma vez que o ministro estaria sempre ligado a erros políticos cometidos pela presidenta. O mais recente diz respeito à divulgação do déficit das contas públicas de 2016. O atual ministro teria ajudado a convencer Rousseff a se posicionar contra Joaquim Levy, que defendia o superávit .

Assim, a bolsa de apostas em Brasília coloca Abreu como uma das favoritas para o cargo, o que tiraria a pasta do PT e daria espaço ao rebelde PMDB num dos ministérios mais importantes da Esplanada. O assunto ainda não está definido. Um outro candidato forte para suceder Mercadante seria o ministro da Defesa e petista histórico, Jaques Wagner. Correm por fora algum outro quadro do PMDB que seria indicado pelo vice-presidente Michel Temer e uma quarta alternativa, possível, mas menos provável, um estudioso que não está no meio político e serviria para tentar arrefecer o clima de bota-fora que toma conta da capital federal.

As especulações sobre a entrada de Abreu na Casa Civil ganharam força depois que ela cancelou sua participação numa comitiva de ministros do seu partido que acompanham desde segunda-feira o vice-presidente em viagem oficial para Rússia e Polônia. Há quem interprete que a sua ausência seria uma traição a Temer, que a apadrinhou no PMDB, ao optar por uma aproximação de Rousseff. Os rumores fizeram a ministra emitir um comunicado à imprensa para justificar que sua falta foi por motivos de saúde (um tratamento ortopédico) e que tem compromissos tanto com a presidenta quanto com o vice.

“Sou fiel, antes de tudo, ao meu país, e integro com lealdade e disciplina, o governo da presidente Dilma Rousseff – assim como o vice-presidente, que tenho na conta de aliado dedicado. Lamento versões que exploram circunstâncias para contaminar o ambiente político, absorvendo intrigas dos que estão empenhados em produzir a cizânia”, diz trecho da nota.

Na concorrência pelo cargo, a senadora ganhou força por ser uma das confidentes de Rousseff e uma das auxiliares que mais têm mostrado lealdade a ela nos últimos meses. Ao ser filiada ao PMDB, partido do qual o PT depende cada vez mais para manter o seu Governo evitando um impeachment presidencial, a escolha do seu nome cairia como uma luva para gerenciar o momento delicado de Rousseff. A nomeação de Abreu, contudo, ainda causa certa estranheza entre colegas de Senado, entre a bancada de deputados peemedebistas e, principalmente, entre movimentos sociais, que chegaram a conceder o prêmio “motosserra de ouro” para a senadora, por ser uma das principais representantes da tradicional e conservadora bancada ruralista brasileira.

“Ela é muito reacionária. Somos a favor de tirar o Mercadante, mas colocá-la no cargo seria um retrocesso. Os petistas certamente se sentiriam traídos. Aqui no Senado ela não é bem vista. Muitos acham que ela só cresce no Governo porque é uma verdadeira puxa-saco”, apontou um senador do PT. “O atual ministério da Dilma não representa a bancada do PMDB da Câmara. Só a do Senado. Se ela quer apoio de deputados, tem de perguntar para nós quem seriam os bons quadros para nos representar. Trocar nomes, simplesmente, não garante nenhum apoio”, afirmou um deputado peemedebista.

O caminho de Abreu para ganhar a confiança de Rousseff começou a ser traçado de maneira, aparentemente, não calculada, quando ela ainda era uma senadora do DEM e uma das principais vozes de oposição ao Governo Lula (PT). O primeiro passo foi dado em 2009, quando Rousseff era ministra da Casa Civil e pré-candidata de Lula à sucessão presidencial. Na ocasião, a então ministra anunciou que estava com câncer e recebeu uma carta de solidariedade assinada por Abreu.

Dois anos depois, já eleita, Rousseff recebeu a ainda oposicionista em uma audiência em seu gabinete. O encontro era para tratar de demandas dos produtores rurais. Abreu, na ocasião, era a principal voz dos ruralistas como presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), órgão do qual também está licenciada atualmente.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, em 2013, a senadora conta que a presidenta, ao contrário de seu antecessor, a ouviu e deu prosseguimento a algumas das demandas. Foi o sinal que resultou na aproximação entre elas. A união foi selada neste ano com a escolha de Rousseff como sua madrinha de casamento e de Abreu como a ministra da Agricultura. Antes, porém, a senadora deixou o oposicionista DEM. Foi uma das fundadoras do PSD no Tocantins, e,, a pedido de Temer foi para o PMDB para concorrer à reeleição ao Senado. Quando foi indicada para a Agricultura, movimentos sociais chegaram a fazer um abaixo-assinado contra sua posse. Em vão.

Psicóloga de formação, nunca exerceu a profissão. Tornou-se produtora rural aos 25 anos, quando ficou viúva e herdou a fazenda do marido, morto em um acidente de avião em 1987. Abreu começou na política como presidente do sindicato rural da pequena cidade de Gurupi, de 75.000 habitantes, no sul do Tocantins. Alcançou novos postos sempre se vangloriando por ser a primeira mulher em cada cargo que ocupou: presidenta da Federação da Agricultura do Tocantins, presidenta da CNA, senadora de seu Estado e ministra da Agricultura. Caso seja a escolhida para ocupar a Casa Civil, porém, não será a precursora. Antes dela, outras três mulheres estiveram na função, a própria Rousseff, Erenice Guerra e Gleisi Hoffmann. Talvez seja a primeira mulher não ligada ao PT que ocupe o cargo.

Independentemente do tamanho das especulações, é praticamente consenso que Mercadante deve deixar a Casa Civil até o final do mês, quando o Governo encerra sua reforma administrativa. A cabeça dele tem sido pedida por vários setores e agentes políticos. Desde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passando por militares, congressistas e chegando a empresários. As justificativas são as mais variadas para uma eventual troca, segundo seus detratores: não escuta a base aliada nem o empresariado, faz picuinhas internas, alimenta intrigas entre colegas e tem dificuldades em levar os problemas para a presidenta como realmente são. “Ele sempre dá uma versão mais leve das coisas para a presidenta”, relatou um deputado governista. A gota d’água, foi o pedido de abertura de inquérito contra Mercadante para investigar se ele estava envolvido no esquema desbaratado pela operação Lava Jato.

Nesta terça-feira, Rousseff confirmou que anunciará sua reforma ministerial no dia 30 de setembro, assim que retornar da viagem que fará para Nova York onde discursará na abertura dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.

Os dez ministérios que podem ser cortados

A presidenta Dilma Rousseff já anunciou que cortará 10 de seus 39 ministérios. Parte deles são secretarias com status de ministérios. Outros são autarquias com esse mesmo perfil. Na prática, isso significa redução de funcionários e assessores comissionados. Os cortes representarão 200 milhões de reais aos cofres públicos. Algo pequeno na questão orçamentário, mas representativo na seara política.

Os cortes seriam anunciados nesta semana. Mas como o vice-presidente Michel Temer e uma comitiva de ministros do PMDB estão fora do país, Rousseff aproveitou para ganhar tempo e amadurecer a ideia com alguns aliados. Ela decidiu anunciar as medidas no fim do mês, quando retorna de uma viagem aos Estados Unidos.

Eis os principais candidatos a serem extintos:

Ministério da Pesca – Há uma intensa pressão por sua extinção por entender que sua função poderia ser ligada à outra pasta. Voltaria a ser vinculada ao Ministério da Agricultura como uma secretaria. Hoje é ocupado por Helder Barbalho, do PMDB.

Secretaria de Relações Institucionais – Está acéfala desde abril, quando Pepe Vargas foi para os Direitos Humanos. O vice-presidente Michel Temer e o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, dividiram suas funções com a desta secretaria, mas nunca ocuparam o posto oficialmente. Suas funções seriam abraçadas pela Casa Civil.

Secretaria de Aviação Civil e Secretaria dos Portos – Seriam anexadas ao Ministério dos Transportes. Hoje são ocupadas pelos peemedebistas Eliseu Padilha e Edinho Araújo.

Secretaria da Micro e Pequena Empresa – criada por Rousseff para agradar aliados, teria suas funções deslocadas para o Ministério de Desenvolvimento. Seu titular atualmente é Guilherme Afif, do PSD.

Banco Central, Advocacia-geral da União e Controladoria Geral da União – Ganharam status de ministério na gestão Lula para poder acomodar congressistas aliados. Como hoje não são ocupadas por deputados, correm o risco de perder esse perfil. Os ministros são Alexandre Tombini, Luis Inácio Adams e Valdir Simão.

Secretarias da Igualdade Racial e das Políticas para Mulheres – Históricas pastas ocupadas por petistas e membros de movimentos sociais teriam suas funções ligadas à Secretaria de Direitos Humanos. Governo terá dificuldades em cortá-las. Suas ocupantes são Nilma Lina Gomes e Eleonora Menicucci.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

54 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Vini Schumacher

19 de setembro de 2015 às 23h25

O PT acabou acordem

Responder

Sandra Francesca de Almeida

18 de setembro de 2015 às 03h45

É impensável e seria absolutamente inassimilável.

Responder

Marcelo Zanchini Zanchini

18 de setembro de 2015 às 00h57

dilmanta dos corruPTos

Responder

Marcos José Zablonsky

17 de setembro de 2015 às 18h02

O PT largou a Dilma aos lobos. Os lobos estão lambendo as feridas do governo Dilma. O que imagina que vai acontecer? A muito tempo que os movimentos sociais estão afastados do governo Dilma. Deixaram no relento e não posicionaram diante do apedrejamento diário da mídia. Não tem inocentes nessa historia.

Responder

Monica Figueiredo

17 de setembro de 2015 às 17h02

Erros políticos e administrativos do governo.Incompetência em administrar a economia gerou a crise. Se economicamente estivéssemos bem a situação política seria outra.

Responder

Nando Leandro

17 de setembro de 2015 às 03h39

AI O EX COMEDOR TEMER VAI AMAR,.

Responder

Yan Goll

17 de setembro de 2015 às 02h17

Enzo Bustamante espero que essa história fique nos boatos

Responder

    Enzo Bustamante Junco Mendonca

    17 de setembro de 2015 às 02h29

    Com katia ou sem katia, esse governo infelizmente já se converteu faz tempo do governo da esquerda e do povo, para o governo da oposição, do congresso e das bancadas radicais… triste

    Responder

Luís CPPrudente

16 de setembro de 2015 às 23h09

Kátia Breu! Cruz Credo!

Responder

Edson Bezerra

17 de setembro de 2015 às 02h07

E o que falar do Levy e seu arrocho?

Responder

John Jahnes

17 de setembro de 2015 às 01h39

A QUADRILHA TUCANALHA TÁ DE OLHO NO IMPITIMAM PORQUÊ?
POR ISSO —> PETROBRAS CHEGA À MARCA DE 3 MILHÕES DE BARRIS DE PETRÓLEO
– – POR FERNANDO BRITO • 16/09/2015 – – http://TIJOLACO.COM.BR/BLOG/?P=29622
O dado mais significativo do balanço da Petrobras sobre sua produção do mês de agosto só está no meio da publicação oficial da companhia. ( http://www.petrobras.com.br/…/producao-de-petroleo-e…
É o de que a produção de petróleo pela companhia – incluída a parcela de 4,32% do que ela produz mas pertence, comercialmente, aos seus sócios – alcançou três milhões de barris equivalentes em petróleo e gás de petróleo.
Uma frase “burocrática”: “Vale destacar que a produção total que operamos no país, incluída a parcela operada para empresas parceiras, ultrapassou pela primeira vez os 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia, atingindo 3,01 milhões (de barris de óleo equivalente)”.
Partido

De
Bandidos

Responder

Thiago Corrêa Lanza Guimarães

17 de setembro de 2015 às 01h33

Acho pouco provável, mas se realmente ocorrer o impeachment sai em 1 dia. Hoje o que impede o impeachment é o apoio da esquerda e dos movimentos populares, sem o respaldo destes ela não se sustenta.

Responder

Ana Oliveira

16 de setembro de 2015 às 23h38

Num creio… seria um suicídio. ela deve ta cavando isso, ou são apenas noticias para causar! Dilma, por favor, me ajude a te ajudar!

Responder

Alderides Madeira

16 de setembro de 2015 às 20h17

Miguel note que tem um sujeito de estreita, ele sabe a cor da calcinha da Katia.
Pare de fofocas!

Responder

Sandra Pacheco Costa

16 de setembro de 2015 às 22h53

Náo acredito.

Responder

mineiro

16 de setembro de 2015 às 19h39

para min essa sujeita que hoje desgoverna esse pais , é traidora , poço ser contestado de todas as formas. mas vejo de outra forma, se de por essa desgraçada como min. para min é traiçao e nao jogo politco. o pt e toda a esquerda poderia ter maioria na camara , mas o desgoverno dessa mulher iria ser do jeito que é hoje. é porque ela quer assim e fim de papo.

Responder

mineiro

16 de setembro de 2015 às 19h35

primeiro , com bem disse o texto , pode ser um boato , mas desse desgoverno maldito e traidor desse poste de pres. nao pode duvidar de mais nada. nao estou certo , ela é do pmdb o que manda de fato nesse desgoverno. se for pode ter certeza nao é boato. esse poste de pres. ja escolheu o lado desde o primeiro mandato , nao é que nos iludimos. esse pt desgraçado maldito vai ser extirpado , condenado ao esquecimento e esse poste de pres. vai assumir de vez a direita . pode ter certeza disso , desgoverno que começa desgovernado , termina desgovernado. infelizmente é o que vai acontecer.

Responder

Daulto Bitencourte Garcia

16 de setembro de 2015 às 21h20

Para um governo facista, tendente a ditadura nada melhor que uma ministra conservadora para equilibrar os pratos da balança. Afinal, ninguém mais aguenta o Mercadante (a base aliada e o PT). E como a Dilma não suporta ter ao lado alguém inteligente a Katia cai como uma luva. A Dilma só não manda o pessoal da economia embora por que sabe que daí a coisa enrosca de vez. Muito engraçado o cafèzinho esbravejando feito o bobo que é.

Responder

Frederico Freder

16 de setembro de 2015 às 21h17

É incrível como eles gostam de adivinhar as coisas, mas não acertam nunca. Boa noite.

Responder

Mardete Sampaio

16 de setembro de 2015 às 21h08

Ah meu Deus! Está difícil.

Responder

Ron Valencia

16 de setembro de 2015 às 20h58

Lacrou?

Responder

Alvaro Piton

16 de setembro de 2015 às 20h42

Tirar o incompetente do Mercadante e colocar a Katia Abreu? Chama logo o Aécio para a Casa Civil.

Responder

Eduardo Motta Caldieraro

16 de setembro de 2015 às 20h28

Concordo plenamente com a avaliação em relação a Katia Abreu: ele personifica tudo o que o eleitor comprometido com o governo não quer. E isso é simbolicamente brochante. Quanto ao Pepe: não se trata de fraqueza política, mas de não compactuar com o troca troca que se estabeleceu na articulação política. E isso, meus caros, é mérito.

Responder

Raphael Murat

16 de setembro de 2015 às 20h26

É a pá de cal.

Responder

Daniel Flores

16 de setembro de 2015 às 20h09

e diga-se de passagem, que serviço de merda que esta senhora executa no mapa….

Responder

Silvio Sabá

16 de setembro de 2015 às 20h07

Aêê Sr O Cafezinho , isso chama-se fazer política!

Responder

    Ana Oliveira

    16 de setembro de 2015 às 23h39

    como assim? E casa civil? Vc pode imaginar o que seria a confusão com outros ministérios?

    Responder

Ana Stela Câmara

16 de setembro de 2015 às 19h28

Andreia Fanzeres

Responder

Lucas Oliva de Sousa

16 de setembro de 2015 às 19h23

Felipe Leite

Responder

Evandro José Nogueira

16 de setembro de 2015 às 19h21

O ERRO do país se chama COXINHAS

Responder

Adair Andre

16 de setembro de 2015 às 18h53

É uma análise sensata!

Responder

Mario Neto

16 de setembro de 2015 às 18h52

Lanterna dos afogados

Responder

Flor Maio

16 de setembro de 2015 às 18h51

Morri

Responder

Lucas Lula Dias

16 de setembro de 2015 às 18h45

Alimentando os ratos da direita.

Responder

Ivone Junges

16 de setembro de 2015 às 18h40

Espero que seja apenas mais um boato!

Responder

Irion

16 de setembro de 2015 às 15h39

Espero que seja apenas boato. A não ser que a Presidenta esteja querendo cavar a própria cova, para abandonar o barco…

Responder

Geysa Helena Dantas Guimarães

16 de setembro de 2015 às 15h39

Até hoje não entendi essa amizade. Como começou? A miss Motosserra de Ouro era cotada para vice
de Serra, latifundiária peso-pesado.
Como, diabos, se tornaram inseparáveis?

Responder

    Marlene Galvão

    16 de setembro de 2015 às 19h46

    Tudo que sabemos é o que a imprensa publica. A Presidenta nunca disse em alto e bom som que a Kátia é amiga inseparável. A imprensa como um todo cutuca as onças com varas curtas.

    Responder

      Geysa Helena Dantas Guimarães

      17 de setembro de 2015 às 11h06

      Marlene, Dilma, foi madrinha de casamento da agora ministra, não faz muito.
      Se não são inseparáveis, são bem chegadas. E ficou patente que a escolha de Kátia
      saiu da cota pessoal da Presidenta.

      Responder

Socorro Lira

16 de setembro de 2015 às 18h39

então espere, O Cafezinho, não espalhe se não tem certeza. se se confirmar, não tem a menor chance de dizermos qualquer palavra em defesa do governo dilma.

Responder

Julia Caram Sfair

16 de setembro de 2015 às 18h32

por que não Lula na Casa Civil?

Responder

Ron Valencia

16 de setembro de 2015 às 18h32

Desculpe, Mas tive que ler denovo e comentar
O Brasil é esse circo não só por causa dos Palhaços lá do planalto, mas principalmente pelo fato de sermos tão espectadores!

Nao tinha outro Brasileiro de mais educação cultura, preparo pra governor o Brasil?

Responder

Lulu Pereira

16 de setembro de 2015 às 18h31

eu rompo

Responder

Cláudio Luiz Pessuti Pessuti

16 de setembro de 2015 às 18h29

O governo Dilma acabou. Para se manter no cargo, ela vendeu a alma. Ao Inferno, onde moram banqueiros e “produtores rurais”( não existem mais fazendeiros…).

Responder

Ridalv Alv

16 de setembro de 2015 às 18h22

O problema da esquerda brasileira não é a direita, derrotada nas 4 ultimas eleições. O problema atende pelo Dilma.

Responder

'Gustavo Raft

16 de setembro de 2015 às 18h21

não que a solução tenha que ser a mesma, mas só lembrando que Lula saiu de sua grande crise dando um passo à esquerda com Aldo Rebelo

Responder

Pedro Silva Reis

16 de setembro de 2015 às 18h19

Se a Dilma colocar essa mulher eu deixo de apoiá-la!

Responder

Tiago Carneiro

16 de setembro de 2015 às 18h16

Se for verdade, será suicídio.

Responder

Ron Valencia

16 de setembro de 2015 às 18h14

Se todos que votaram na dilma doarem R$5 o Pais sai da crise!
Sem imposto e sem impeachment

Cade os mortadela????

Agora Ta Mais facil!
doaçoes na porta do PT

Bora ajudar GALERA!!!!

Responder

Maria Teixeira de Magalhaes

16 de setembro de 2015 às 18h13

Nao posso curtir . Se isso nao for boato se for mesmo articulado, a Dilma vai afastar de todos os mov. sociais . Uma pena , vou torcer para ser penas boatos.

Responder

jb

16 de setembro de 2015 às 15h08

https://www.youtube.com/watch?v=QdTTrCwtWq4

Responder

Deixe um comentário

O Xadrez para Governador do Ceará Lula ou Bolsonaro podem vencer no 1º turno? O Xadrez para Governador de Santa Catarina