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Vinte e um alunos da Escola de Educação Especial Primavera, no Tarumã, receberam na manhã desta terça-feira (02) a carteira de trabalho. Foto: Valdecir Galor/SMCS

Taxa de desemprego sobe para 7,6%, aponta IBGE

Por Redação

25 de fevereiro de 2016 : 14h09

Comentário do blog: Observem que Dilma encerrou seu primeiro mandato, em dez/2014, com taxas de emprego pleno (desemprego perto de 4%).

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Desemprego sobe para 7,6%, maior taxa para janeiro desde 2009

na Agência Brasil

A taxa de desemprego para as seis principais regiões metropolitanas do país analisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiu em janeiro para 7,6%, a maior para os meses de janeiro desde os 8,2% de janeiro de 2009.

Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) foram divulgados hoje (25) e indicam que a alta em relação a dezembro do ano passado (6,9%) é de 0,7 ponto percentual, passando a 2,3 pontos percentuais em relação a janeiro de 2015 (5,3%).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada em janeiro era de 1,9 milhão de pessoas, crescendo 8,4% (mais 146 mil pessoas) frente a dezembro último e 42,7% em relação a janeiro de 2015 (mais 562 mil pessoas em busca de trabalho).

Os dados relativos a emprego nas seis principais regiões metropolitanas do país indicam que havia em janeiro 23 milhões de pessoas integrando a população ocupada, um recuou de 1% na comparação mensal (menos 230 mil pessoas); e de -2,7% em relação a janeiro de 2015 (menos 643 mil pessoas).

Já o número de pessoas com carteira de trabalho assinada ficou estável em janeiro (11,6 milhões), embora tenha caído 2,8% (menos 336 mil pessoas) em relação a janeiro de 2015.

Os dados divulgados hoje pelo IBGE indicam que o rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 1,3% em relação a dezembro de 2015, passando de R$ 2.273,44 para R$ 2.242,90); e 7,4% quando comparado a janeiro de 2015 (R$ 2.421,51).

Também foi constatada retração na massa de rendimento médio real habitual, que em janeiro ficou em R$ 52,1 bilhões. Quando comparada a dezembro do ano passado, a queda foi de 2,5%, passando a 10,4% na comparação anual.

Quanto à massa de rendimento médio real efetivo, que em janeiro ficou em R$ 64,8 bilhões, houve crescimento de 8,8% em relação a dezembro último e queda de 9,6% em relação a dezembro de 2014.

Capitais

Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego constataram queda da taxa de desocupação em duas das seis regiões metropolitanas envolvidas na pesquisa e estabilidade nas outras quatro na comparação mensal.

Quando comparada a dezembro de 2015, a análise mensal mostrou que a taxa de desocupação subiu de 7% para 8,1% na região metropolitana de São Paulo e de 5,9% para 6,9% na de Belo Horizonte.

Já na comparação com janeiro de 2015, houve crescimento da taxa em janeiro deste ano em todas as regiões pesquisadas, com destaque para Recife, onde o desemprego foi de 6,7% para 10,5% – alta de 3,8 pontos percentuais.

Em Salvador, a taxa passou de 9,6% para 11,8% (2,2 pontos percentuais); em Belo Horizonte, de 4,1% para 6,9% (2,8 pontos percentuais); no Rio de Janeiro, de 3,6% para 5,1% (1,5 ponto percentual; em São Paulo, de 5,7% para 8,1% (2,4 pontos percentuais); e em Porto Alegre, de 3,8% para 5,9% (2,1 pontos).

Detalhamento

Embora a taxa de desocupação de 7,6% verificada em janeiro para o conjunto das seis principais regiões metropolitanas do país tenha sido a maior desde 2009 (8,2%), por grupamentos de atividade, de dezembro de 2015 para janeiro de 2016, houve estabilidade em quase todos os setores.

As exceções foram educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade, que fecharam janeiro último com queda de 2,8% (111 mil pessoas), em relação a dezembro de 2015; e serviços domésticos, que fechou o mês passado com queda de 6,4% (93 mil pessoas), na mesma base de comparação.

Já em relação a janeiro de 2015, a população ocupada caiu 8,5% (menos 298 mil pessoas) na indústria e em outros serviços (-3,4%, 155 mil pessoas). Os demais grupamentos, segundo o IBGE, “não apresentaram variação estatisticamente significativa”.

Texto alterado para acréscimo de informações

Edição: Kleber Sampaio

 

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5 comentários

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Carlos Roberto

26 de fevereiro de 2016 às 09h14

Senhores taxa de desemprego de 7,6% com estabilidade é um número que não deve ainda preocupar , pois continuo a ver placas de precisa-se em muitos lugares em SP.
O desemprego realmente deve preocupar a população quando chegar em 17%, 19, e 20,4% , pergunto: quem lembra destas taxas de desemprego e o responsável por esta tragédia social?
R: https://www.youtube.com/watch?v=3BmwwSonQq8
em 0:07

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Anônimo

25 de fevereiro de 2016 às 20h56

Lembrando que os números do final do fim do mandato em 2014 eram maquiados.

Responder

    Miguel do Rosário

    25 de fevereiro de 2016 às 23h17

    Como sabe?

    Responder

Enio

25 de fevereiro de 2016 às 16h41

Apesar da decepção do senado, seu Boneco não esqueceu.
Seu Boneco manda lembranças ao Alkimin:
“Ligadão nas quebradas, chefia, mas… que hora é a merenda?”

Responder

Vitor

25 de fevereiro de 2016 às 14h34

Dilma começou o Governo com várias coisas. Dignidade, até…

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