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Netanyahu manda carta a Bashar ameaçando intervir na Síria

Por Tulio Ribeiro

05 de dezembro de 2017 : 15h53

O primeiro-ministro israelense Bejamin Netanyahu enviou uma carta ao mandatário da Síria , Balshar al Asad. O teor da carta, segundo o Wall Street Journal, é a ameaça de intervir militarmente na Síria caso permita o Irã criar bases militares.

Israel, como sábado passado, lançou ontem mísseis contra o centro investigação e informações de Jamraya próximo a Damasco. O exército Sírio derrubou três mísseis israelense. Israel que não se satisfaz em escravizar os palestinos, não aceita a cooperação iraniana ao governo Bashar na vitoriosa ação de reunificar o país. A Síria acusa Israel de bombardear a região apenas para gerar desestabilização e proteger os terroristas mantidos em conjunto com os Estados Unidos.

Teerã, por sua parte, tem declarado que envia assessores militares a pedido do governo de Damasco e que não tem como objetivo criar bases militares no país.

Obs: veja o vídeo do ataque israelense no facebook do cafezinho.

Tulio Ribeiro

Túlio Ribeiro é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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15 comentários

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Geronimo Oliveira

07 de dezembro de 2017 às 15h45

E bem complicado ficar achando que Israel eh um estado fascista. De todos os paises da regiao, ainda e o que oferece alguma autonomia aos povos de todo o mundo. Sem santidade, mas um pais com quem ainda se pode cpnversar e ate mesmo condenar.

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albert Fanon

05 de dezembro de 2017 às 17h58

Assad, diplomáticamente manda esse corrupto (segundo os próprios israelenses) enfiar a carta no fiofó.

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Fran

05 de dezembro de 2017 às 17h12

Várias notícias reportaram já há 3 dias que Israel promoveu ataque a Siria próximo a Damasco. A grande mídia nazifascista brasileira obviamente se nega a fazer qualquer crítica aos crimes de Isisrael e seus aliados.

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    Geronimo Oliveira

    07 de dezembro de 2017 às 17h45

    O Brasil que ja nao tinha uma politica externa decente, com Temer, mergulhou no ostracismo…

    Responder

Pedro Cândido Aguarrara

05 de dezembro de 2017 às 17h11

Em se tratando de Israel nada é o que parece. Até ir aos Estados Unidos e criticar no congresso americano posições de política externa do estado americano eles conseguem, mesmo a um custo político altíssimo. Como um pequenino país, de 8 milhões de pessoas, que não se destaca em absolutamente nada, em termos de produção, consegue isso?

A resposta é muito simples. Israel é sustentado pelo sionismo angloamericano, ou seja, pelas grandes corporações inglesas e americanas de propriedade de indivíduos de ascendência hebraica. Esse grupo de pessoas na Inglaterra (corporate crime A-Type) e nos Estados Unidos (corporate crime B-Type) controla muita coisa nesses países: a maior parte do sistema financeiro e dos partidos políticos, uma parte significativa da pesquisa científica, dos meios de comunicação e do complexo industrial militar, boa parte do ensino superior privado e da indústria do entretenimento, além dos principais cargos dos governos federais desses países como presidente/primeiro ministro, defesa, finanças, política externa, bancos centrais e agências de inteligência. Só.

Recomendo muito as obras do jornalista inglês Nicholas Hagger “A História Secreta do Ocidente” e “A Corporação” para quem quiser se inteirar desses fatos e parar de receber a lavagem cerebral que a mídia do corporate crime angloamericano propala quanto às políticas externas de Washington, Londres e Tel-Aviv.

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    Geronimo Oliveira

    07 de dezembro de 2017 às 17h48

    O mundo nao eh mais o mesmo. O Mossad virou quadrilha e nascem entre os arabes, milhares de genios tambem. Nao tem mais povo escolhido neste mundo. Israel e o que e, graças a uma sociedade determinada a sobreviver. Que sabe fazer politica. Nao eh dinheiro de judeu alem mar que garante Israel. Nao mais.

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DANIEL ARAUJO DA SILVA

05 de dezembro de 2017 às 16h29

a falsa Israel, somente um posto avançado dos EUA no oriente médio.

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    Pedro Cândido Aguarrara

    05 de dezembro de 2017 às 17h13

    Errado Daniel. São os Judeus Ashkenazy que controlam Israel que controlam também o governo americano independentemente de qual partido está no poder.

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      jose carlos vieira filho

      05 de dezembro de 2017 às 18h10

      É o rabo abanando o cachorro.

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      jose carlos vieira filho

      05 de dezembro de 2017 às 18h14

      O mais curioso é que os ashkenazy sequer são semitas. Sua origem é Europa Oriental e “converteram -se” ao judaismo.

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      Geronimo Oliveira

      07 de dezembro de 2017 às 16h01

      Nao importa muito isso. Eles sao os mais radicais, pois os sabras tendem a entender melhor o estado de Israel e sao quem realmente vao aos campos de batalha.

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DANIEL ARAUJO DA SILVA

05 de dezembro de 2017 às 16h28

posto

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Antonio Passos

05 de dezembro de 2017 às 16h22

A farra está acabando no Oriente Médio, aliás em vários lugares do mundo. Israel e EUA terão de diminuir o tom de voz daqui pra frente de forma inexorável. Não aproveitaram enquanto a Rússia estava fraca, agora nunca mais.

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    Geronimo Oliveira

    07 de dezembro de 2017 às 17h50

    A Russia nao vai dar em nada que preste. Mas concordo com sua afirmativa.

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Mar

05 de dezembro de 2017 às 16h04

Netanyahu é capanga dos EUA. Vamos ver a valentia dele quando os Russos entrarem na parada.

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